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O segmento de crédito de carbono é um tema novo e cada vez mais atraente aos olhos dos investidores. A hora de entrar nesse mercado é agora. Quer saber como se posicionar da melhor forma? No vídeo de hoje, Matheus Spiess te conta tudo o que você precisa saber sobre o assunto.
O crédito de carbono é algo que vem chamando cada vez mais atenção dos investidores. O analista Matheus Spiess da Empiricus explica sobre o ativo e como se posicionar da melhor forma nesse mercado. Confira os principais pontos do vídeo:
É importante explicar que o crédito de carbono é um case de Environmental, Social and Corporate Governance (ESG). As empresas que são ESG, são as que buscam adotar um comportamento de consciência coletiva em relação a questões sociais e ambientais.
Esse comportamento, cada vez mais, traz um valor intrínseco para aquela companhia. Recentemente, muitos estão de olho em empresas que adotam o ESG em seus métodos.
O crédito de carbono é na realidade um certificado digital, que comprova que 1 tonelada de CO2 não foi para atmosfera. É um bem intangível, perene, dolarizado, reconhecido internacionalmente e é totalmente digital.
Essa é uma maneira de compensar a grande quantidade de gás carbônico emitido pelo ser-humano.
Como funciona? A empresa que prevenir a emissão de uma tonelada de CO2 para a atmosfera recebe um certificado em forma de ativo. A certificação é feita por entidades internacionais respeitadas e com autoridade no assunto.
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O certificado pode ser adquirido pela compensação da emissão do gás, ou pela prevenção do ato. Na primeira ocasião, a empresa compra o certificado para compensar sua emissão, enquanto na segunda o ativo é recebido pela prevenção.
Essa movimentação gera um fluxo de compra e venda dentro desse segmento e aumenta sua liquidez.
O crédito de carbono é um ativo digital reconhecido internacionalmente e não tem validade. Justamente por estas características, e por se comportar como um, que foi apelidado de “commodity do futuro”.
Foi criado em 1992 no Rio de Janeiro, durante a conferência ECO-92, com o objetivo de medir os impactos ambientais das empresas. Somente em 1997, no Protocolo de Kyoto, o Crédito de Carbono foi estabelecido como é conhecido até hoje.
Entretanto, o ativo enfrentou certa resistência durante crises como a do Euro, e voltou só agora a receber “flertes” dos grandes países. A hora de investir nesse ativo é a melhor possível.
O movimento de reaquecimento do mercado seguindo questões ambientais (ESG) está cada dia mais forte, e vem trazendo o crédito de carbono junto com elas.
Antes o único órgão regularizador que podia negociar esse certificado era a ONU, essa iniciativa não deu certo. Atualmente, cada país é responsável por regularizar a venda desses ativos e regionalizar sua negociação.
Em países nórdicos como a Noruega, já é possível a compensação da emissão de CO2 de pessoas físicas. Exatamente, é possível compensar sua própria emissão de gás carbônico e receber o crédito por isso.
O Brasil é um exemplo de potencial gigante desse segmento, devido à nossa área enorme de floresta amazônica. Porém, atualmente os meios de posicionamento desse mercado ainda são um pouco limitados. Além de investir em empresas que possuem o Crédito de Carbono, é possível:
A empresa tolkienizou o crédito de carbono por meio do Blockchain. A MOSS vende esses ativos em forma de criptoativo e facilita o acesso para a pessoa física. Para a pessoa física que deseja comprar o ativo, basta entrar no site e fazer a compra do tolken.
Também é possível investir por meio de fundos de investimentos. É necessário apenas que o investidor se certifique que o crédito de carbono esteja entre as estratégias daquele fundo. A dica do vídeo é que a Vitreo lançou recentemente um fundo de investimento totalmente focado nesse mercado, chamado Vitreo Carbono, que compra o ativo no mercado europeu.
De uma maneira ou outra, é interessante ficar de olho neste mercado que tanto se reinventa. O crédito de carbono é chamado de "commodity do futuro” por algumas razões.
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