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Na bolsa e no setor de varejo, a máxima do "um por todos e todos por um" não se aplica. Empresas competem umas com as outras e investidores buscam as melhores aplicações — o "cada um por si" tem bem mais adeptos.
Mas, quem diria, três mosqueteiros juntaram suas espadas para comemorar os bons resultados do primeiro trimestre: no papel de Porthos, apareceu Luiza Trajano, do Magalu; como Athos, veio Ilson Mateus, do Grupo Mateus; e, vestido de Aramis, estava Roberto Jatahy, do Grupo Soma.
As três companhias, afinal, se destacaram num ambiente altamente competitivo. O setor de varejo — seja ele alimentar, de vestuário ou de e-commerce — é difícil, tem margens estreitas e competidores agressivos.
Mas, nessa briga de espadas, os três mostraram-se mais habilidosos que a concorrência. Venderam mais, preservaram mais as margens, ganharam participação de mercado — enfim, saíram vitoriosos da batalha.
E, ainda mais curioso: cada um tem seu estilo próprio na luta. O Magalu continuou avançando no e-commerce, mostrando que não há espadachim igual; o Grupo Soma teve lucro e vendeu mais, apesar do momento duro do varejo de vestuário; o Grupo Mateus cresceu forte tanto no atacarejo quanto nos supermercados comuns.
O Kaype Abreu encarnou Alexandre Dumas e contou a história dos três mosqueteiros do varejo na bolsa — e explica por que seus resultados trimestrais foram tão positivos. A edição completa do best seller está aqui.
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