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Informações sensíveis de 100 milhões de consumidores ficaram expostas no episódio, incluindo números do RG e CPF e endereços dos clientes
O Procon de São Paulo notificou as operadoras de telefonia Claro, Oi (OIBR3), TIM (TIMS3) e Vivo (VIVT3) para que forneçam informações sobre o vazamento de dados de mais de 100 milhões de celulares de seus clientes.
Desde quinta-feira (17), as teles têm 72 horas para responder a notificação. Também foi notificada a empresa de segurança digital PSafe, que, segundo o Procon-SP, identificou o vazamento dos dados.
O vazamento em questão foi constatado no dia 10 de fevereiro. Informações sensíveis dos consumidores ficaram expostas, como número do RG, CPF, data de nascimento, e-mail, endereço, número do celular e detalhes sobre o valor e o pagamento da fatura.
“As teles deverão confirmar se houve o vazamento de dados pessoais de suas bases e, em caso positivo, explicar os motivos do incidente, detalhar quais as medidas tomadas para contê-lo e informar o que farão para reparar os danos causados pelo incidente e evitar que a falha aconteça novamente”, destacou, em nota, o Procon-SP.
No caso da PSafe, ela foi notificada para explicar como foi informada do vazamento dos dados, como se deu o contato com o hacker que noticiou o vazamento, quais informações foram vazadas, e se o vazamento se deu apenas no ambiente conhecido como dark web.
Em nota, a Vivo disse que não houve vazamento em sua base de dados.
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"A Vivo reitera a transparência na relação com os seus clientes e ressalta que não teve incidente de vazamento de dados", diz trecho do comunicado.
A Oi disse que não há indício de vazamento de dados dos seus clientes.
“A Oi entende que não é objeto de questionamentos no episódio, já que não se verifica nenhum indício de vazamento de dados de seus clientes, mas garante que vai colaborar com qualquer processo de esclarecimento que vier a ser conduzido por qualquer órgão", afirma trecho da nota.
A Claro informou que adota as melhores práticas de segurança em relação aos dados de seus clientes.
"Sobre o caso citado na reportagem, a Claro reitera que segue investigando, como prática de governança. A empresa informa ainda que está colaborando com as autoridades", diz trecho do comunicado.
A TIM e a PSafe não se manifestaram.
* Com informações da Agência Brasil
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