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E a estatal não deve parar por aí, pois o diretor financeiro da empresa já reafirmou a intenção de continuar com o programa de venda de ativos
A Petrobras concluiu, entre janeiro e maio deste ano, operações de desinvestimento que, somadas, vão gerar US$ 2,5 bilhões ao caixa da empresa. No mesmo período, entraram US$ 500 milhões com a venda de ativos.
Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (14), o diretor financeiro da companhia, Rodrigo Alves, reafirmou a intenção da estatal de dar continuidade ao programa de venda de ativos, inclusive de oito refinarias.
Até agora, foi concluída a negociação da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), instalada na Bahia. Além dela, estão em estágio avançado de venda a Refap (RS), Lubnor (CE) e SIX (PR).
Falando na RLAM — que foi, aliás, a primeira refinaria nacional de petróleo, a Petrobras comunicou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sua venda para o fundo de investimento Mubadala, dos Emirados Árabes.
O Conselho de Administração da petroleira aprovou a negociação por US$ 1,65 bilhão em março, mas a finalização da venda para a MC Brazil Downstream Participações, empresa do grupo Mubadala Capital, ainda depende da aprovação da autarquia concorrencial.
A empresa informou que manterá normalmente a operação da refinaria e de todos os ativos associados até o cumprimento das condições precedentes e o fechamento da transação.
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A Petrobras disse ainda que vai apoiar o Mubadala nas operações da RLAM durante um período de transição, por meio de um acordo de prestação de serviços.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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