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Com isto, proposta se tornou a oferta preferencial pelos ativos e referência para quem mais estiver interessado neles
A Oi (OIBR3) deu mais um passo em seu processo de recuperação judicial, aceitando a proposta revisada que foi apresentada pelo BTG Pactual para comprar uma participação majoritária na InfraCo, unidade de negócios de fibra ótica da operadora.
A empresa informou nesta segunda-feira (12) que aceitou a oferta de cerca R$ 13 bilhões pela fatia na empresa de infraestrutura. Com isto, a proposta se tornou o stalking horse, a oferta preferencial pelos ativos de fibra ótica, e os concorrentes terão que apresentar uma oferta melhor no leilão que será organizado pela companhia. E caso venha uma proposta melhor, o BTG Pactual terá direito a fazer uma contraproposta.
A venda da InfraCo faz parte dos compromissos assumidos pela Oi no processo de recuperação judicial. No final do ano passado, ela levantou R$ 16,5 bilhões com a venda da sua rede móvel para o consórcio formado por TIM (TIMS3), Vivo (VIVT3) e Claro.
A proposta vinculante apresentada contempla a contribuição à InfraCo de uma parcela primária de R$ 3,2 bilhões, o pagamento à Oi de uma parcela secundária de R$ 6,5 bilhões e a contribuição de parcela primária adicional de R$ 1,6 bilhão.
A operação prevê ainda a incorporação da Globenet, provedora de telecomunicações por atacado do portfólio do BTG Pactual, pela InfraCo, com o valor justo da Globenet considerado para a incorporação sendo de R$ 1,5 bilhão.
Após todas estas etapas, o BTG Pactual deterá 57,9% do capital social votante da InfraCo, e a Oi permanecerá com a outra parte.
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Segundo a operadora, a proposta prevê o valor de firma (EV) da InfraCo de R$ 20,020 bilhões, considerando uma dívida líquida de R$ 4,1 bilhões, integralmente devida à Oi e a ser repaga em até 90 dias do fechamento da operação.
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
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