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Kaype Abreu

Kaype Abreu

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.

temporada de resultados

E-commerce do Magazine Luiza cresce 46% mesmo com forte base de comparação; veja os destaques do 2º trimestre

Vendas por canais digitais já correspondem 72% do total, chegando a R$ 9,8 bilhões; empresa teve lucro de R$ 95,5 milhões no período

Kaype Abreu
Kaype Abreu
12 de agosto de 2021
18:59 - atualizado às 19:48
Caminhão do Magazine Luiza (MLGU3), ou Magalu
Imagem: Shutterstock

O Magazine Luiza (MGLU3) teve lucro líquido de R$ 95,5 milhões no segundo trimestre de 2021, revertendo o prejuízo de R$ 64,5 milhões do mesmo período do ano passado.

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As vendas totais da companhia cresceram 60% no segundo trimestre, atingindo R$ 13,7 bilhões, em um reflexo da alta de 46% do e-commerce e avanço de 111,6% das lojas físicas.

A operação online da varejista cresceu mesmo com a forte base de comparação do ano passado, quando as vendas digitais aceleraram com a chegada da pandemia de covid-19.

As vendas por canais digitais já correspondem 72% do total, chegando a R$ 9,8 bilhões. O marketplace do Magazine Luiza cresceu 63% (totalizando R$ 3 bilhões em vendas), enquanto o e-commerce com estoque próprio (1P) evoluiu 40,1%.

O resultado é divulgado pela empresa em um momento em que parte do mercado questiona a capacidade das grandes varejistas de manter o ritmo de crescimento de vendas online.

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Apesar das dúvidas, o Magazine Luiza segue sendo vista como uma empresa que entrega bons resultados. Os papéis da varejista (MGLU3) têm recomendação de "compra" por nove entre 13 instituições.

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As ações da companhia têm preço-alvo de R$ 26, segundo mediana de dados reunidos pelo Trademap - fecharam esta quinta-feira (11) a R$ 20,97, alta de 0,29%.

Magazine Luiza (MGLU3): Ebitda, margens e posição de caixa

No segundo trimestre, o Ebitda ajustado do Magazine Luiza (MGLU3) atingiu R$ 455 milhões (crescimento de 209%) e o lucro líquido ajustado foi de R$ 89 milhões.

A margem bruta, que mede a rentabilidade da companhia, foi de 25,6%, praticamente estável quando comparada ao mesmo período de 2020, quando o indicador chegou a 25,8%.

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O percentual das despesas operacionais ajustadas em relação à receita líquida da varejista atingiu 20,6% no segundo trimestre, uma redução de 2,5 p.p. na base anual, um dos menores patamares históricos.

"O forte crescimento de vendas e a eficiência proporcionada pelo modelo de negócio multicanal do Magalu contribuíram para esse resultado", disse a companhia.

O Magazine Luiza chegou ao final do segundo trimestre com a posição de caixa ajustado de R$ 6,1 bilhões (R$ 10,0 bilhões considerando o follow-on). A geração de caixa operacional foi de R$ 401,8 milhões, influenciada pelos resultados positivos e pela variação do capital de giro.

Luizacred

Segundo o Magazine Luiza (MGLU3), em junho de 2021 a base de cartões de crédito emitidos pela Luizacred atingiu a marca de 6,0 milhões, incluindo o Cartão Luiza e o recém-lançado Cartão Magalu, crescendo 19,5% na comparação anual.

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O faturamento (TPV) de cartão de crédito cresceu 63%, atingindo R$9,6 bilhões no período, e a carteira de cartão de crédito alcançou R$13,5 bilhões ao final do 2T21.

Em junho, o MagaluPay chegou a 3,3 milhões de contas abertas, informou a companhia.

Veja outros balanços do 2º trimestre:

VÍDEO: Amazon (AMZO34) e Alpargatas (ALPA4): hora de comprar?

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