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A companhia produz rações para criações de bovinos, equinos, suínos e aves, e também tem uma linha de produtos para animais de estimação
Em mais uma movimentação no setor de nutrição animal no Brasil, um fundo de investimento da HIG Capital completou a venda das ações da Bigsal para a Trouw, uma subisidiária da Nutreco.
O valor da transação envolvendo a fábrica que atende a uma das principais regiões para a agropecuária no Brasil não foi revelado.
A HIG comprou a Bigsal, sediada em Rondônia, em 2017. O fundo ajudou a modernizar a fábrica da companhia, em Ji-Paraná (RO), e o faturamento teve um incremento de 50% no período.
A Bigsal é líder em Rondônia, Acre, Amazonas e Mato Grosso. A companhia produz rações para criações de bovinos, equinos, suínos e aves, e também tem uma linha de produtos para animais de estimação.
"A Bigsal possui uma marca muito forte e excelente capacidade comercial. Nosso foco foi promover a transição de um negócio familiar para uma Companhia com gestão profissional, visão de longo prazo e altos níveis de governança", disse Marcelo Hudik, diretor da HIG para Brasil e América Latina.
O fundo, que é sediado em Miami e tem como especialidade investimento em ativos alternativos, gere US$ 44 bilhões em capital no mundo todo. No agronegócio brasileiro, o HIG continuará a atuar através da FVO Alimentos, fabricante de ração para pets.
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Nos últimas semanas, o setor foi alvo de investimentos de grandes companhias de alimentação. A BRF, por exemplo, comprou o Grupo Hercosul, que atua em rações para cães e gatos, também por valor não identificado, e dias depois, adquiriu a Mogiana Alimentos, focada nos mesmos segmentos.
Com os dois negócios, a dona das marcas Sadia e Perdigão chegou a 10% do mercado de alimentação animal no País.
No mesmo período, a Nestlé Purina anunciou um investimento de US$ 1 bilhão na construção de uma nova fábrica em Santa Catarina para produzir rações para pets. A gigante suíça afirmou que o movimento é uma resposta à crescente demanda por esse tipo de produto no País.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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