O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Embora o Inter seja o grande destaque de crescimento de clientes, os analistas do banco norte-americano apontam a ação da da Stone como a favorita entre as fintechs
Os analistas do Goldman Sachs dedicaram um relatório para tratar de um dilema que persegue os investidores que buscam exposição às fintechs — as novas empresas de tecnologia financeira que competem com os bancões: comprar as ações daquelas que registram maior crescimento de clientes ou as que apresentam receitas e lucros mais consistentes?
O banco norte-americano fez a análise de quatro empresas brasileiras, sendo três delas listadas em Nova York (PagSeguro, Stone e XP), e o Banco Inter (BIDI4), cujas ações são negociadas na B3.
Embora o Inter seja o grande destaque de crescimento de clientes, os analistas veem perspectivas melhores para as três primeiras. O banco mantém a preferência para a Stone, mas decidiu elevar a recomendação para as ações da PagSeguro e XP, de neutra para compra. Já os papéis do Inter foram mantidos com a indicação de venda.
Para os analistas, as fintechs de modo geral se beneficiaram da pandemia da covid-19, que acelerou a tendência de digitalização dos serviços financeiros.
O Inter aparece como destaque no crescimento da base de clientes, que atingiu 8,5 milhões no fim do ano passado, de um número inferior a 1 milhão no começo de 2018 — o que representa uma taxa de expansão anual de 207% em quatro anos.
Nas projeções do Goldman, a taxa de crescimento anual das empresas deve se manter em uma taxa de crescimento "saudável" de 23% entre 2020 e 2025. O Inter deve se manter na liderança de expansão e atingir uma base de 28 milhões de clientes daqui a quatro anos.
Leia Também
Mas apesar do ritmo acelerado, o Goldman Sachs aponta que a receita por cliente das empresas de serviços financeiros que competem com os grandes bancos vem caindo nos últimos três anos.
“Embora isso seja parcialmente esperado, à medida que os esforços de monetização dos clientes levam tempo, acreditamos que o declínio é particularmente pronunciado no Inter”, escreveram os analistas.
Se por um lado as receitas caem, por outro as despesas por cliente também apresentam redução. Mas entre as empresas avaliadas, apenas a Stone apresenta um aumento na lucratividade, segundo o banco norte-americano. Confira a seguir a recomendação e o preço-alvo para cada uma das empresas:
Os próprios analistas do Goldman Sachs reconhecem que a recomendação de venda que sustentam para as ações do Inter não funcionou. Nos últimos 12 meses, os papéis acumulam uma valorização de quase 140%. “Nos mantemos cautelosos com o nome, pois acreditamos que a monetização dos clientes permanecerá um desafio. Além disso, enxergamos maiores oportunidades em outras ações da nossa cobertura.”
A ação favorita dos analistas dentro do segmento continua sendo a empresa de maquininhas de cartão e meios de pagamento Stone. “Acreditamos que a empresa deve continuar ganhando escala significativa no segmento de pequenas e médias empresas, diante da expansão de sua rede”, escreveram os analistas do Goldman Sachs, que não consideraram na análise a recente aquisição da Linx, que depende de aprovação dos órgãos reguladores.
Para os analistas do banco norte-americano, o desempenho recente mais fraco das ações da XP abriu uma oportunidade de compra para as ações. “A empresa pode continuar a registrar aumento de lucros em um ritmo saudável, dada a história de migração dos investidores para o mercado de ações no Brasil e a posição única da companhia para se beneficiar dessa tendência, dados sua plataforma aberta e amplo canal de distribuição.”
Ainda que esteja sob ataque da concorrência no mercado de maquininhas de cartão para pequenos empreendedores, a PagSeguro deve se manter líder no segmento, segundo os analistas do Goldman Sachs. “Além disso, o [banco digital] PagBank cresce em ritmo forte e esperamos que isso sustente o aumento de receitas daqui para frente.”
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players