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cardápio de balanços

CCR, Cyrela Realty, EcoRodovias, IRB, BR Malls, Magalu e Petrobras: os balanços que mexem com o mercado nesta sexta

Resultados das empresas no primeiro trimestre ajudam a movimentar o pregão nesta sexta; veja os principais números

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14 de maio de 2021
7:23 - atualizado às 7:25
Imagem: Divulgação

A temporada de balanços corporativos segue nesta sexta-feira (14) com resultados de CCR, Cyrela Brazil Realty, EcoRodovias, IRB, BR Malls, Magazine Luiza, Petrobras, entre outras companhias.

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Os resultados das empresas ajudam a movimentar o pregão. Na quinta (13), o principal índice acionário brasileiro fechou em alta de 0,83%, aos 120.705 pontos.

Veja os destaques de cada balanço:

CCR

A CCR reportou no primeiro trimestre um lucro líquido de R$ 688,9 milhões no critério IFRS, alta de 137,8%. Segundo a empresa, o crescimento do indicador se deve principalmente à resolução do acordo de reequilíbrio da concessão da ViaQuatro com o governo de São Paulo no final de março. Excluindo esse reconhecimento, a companhia teria apresentado uma queda de 56,5% do lucro líquido, para R$ 126 milhões. O Ebitda ajustado foi de R$ 2,50 bilhões de janeiro a março, avanço de 70,7%. A receita líquida (que exclui receita de construção) no primeiro trimestre foi de R$ 3,43 bilhões, alta de 44,1%.

Cyrela Realty

A Cyrela Brazil Realty apresentou um salto de 588% no lucro líquido, a R$ 192 milhões. A receita líquida totalizou R$ 1,004 bilhão, aumento de 89,6%. A expansão do lucro foi puxada pelo avanço do faturamento com o maior volume de obras em andamento de unidades já comercializadas, além do maior volume de vendas no período, que somaram R$ 908 milhões - alta de 32,2%. A empresa fechou o primeiro trimestre com dívida líquida de R$ 227 milhões, recuo de 23,7%.

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EcoRodovias

A Ecorodovias registrou um lucro líquido de R$ 88 milhões no primeiro trimestre, queda de 11,9%. O Ebitda alcançou R$ 543,3 milhões, alta de 8,8%. A receita líquida pró-forma atingiu R$ 836,3 milhões de janeiro a março, alta de 8,9% na comparação anual. A dívida bruta da Ecorodovias atingiu R$ 8,57 bilhões em março de 2021.

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IRB

O IRB Brasil Re encerrou o primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 50,8 milhões, com alta de 44,9%. Segundo a companhia, a performance foi negativamente impactada pelo resultado dos negócios descontinuados (run-off), que somaram R$ 11,5 milhões; e pelos efeitos não recorrentes (one-offs) nas despesas administrativas (R$ 18,2 milhões). Excluindo tais efeitos, o grupo ressegurador teria apresentado um lucro líquido recorrente de R$ 80,5 milhões.

BRMalls

A BR Malls registrou lucro líquido de R$ 56,538 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 52,3%. O Ebitda atingiu R$ 168,761 milhões no período, queda de 31%. O Ebitda ajustado somou R$ 170,228 milhões, recuo de 13,5%. A receita líquida no intervalo foi de R$ 230,691 milhões, queda de 18,7%. As vendas totais no trimestre atingiram R$ 2,8 bilhões, redução de 26,2%. O indicador de vendas mesmas lojas (SSS) diminuiu 25,3% no trimestre, com a manutenção das restrições de funcionamento dos shoppings.

Magazine Luiza

As vendas totais do Magalu — incluindo as vendas nas lojas físicas, no e-commerce tradicional e no marketplace — chegaram a R$ 12,5 bilhões, alta de 62,8% em relação aos primeiros três meses do ano passado. A receita líquida da companhia saltou 57,7%, para R$ 8,3 bilhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado mais que dobrou, para R$ 695,6 milhões; o lucro líquido ajustado do trimestre ficou acima das projeções e foi a R$ 81,5 milhões — entre janeiro e março do ano passado, o Magazine Luiza teve prejuízo de R$ 8 milhões. Saiba mais.

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Petrobras

A Petrobras teve lucro de R$ 1,6 bilhão. A cifra é suficiente para reverter o prejuízo de R$ 48,5 bilhões registrado há um ano. A receita de vendas foi de R$ 86,17 bilhões, com destaque para o diesel e a valorização do petróleo. No mercado interno, a companhia viu a sua receita líquida de venda recuar com querosene de aviação, nafta e renováveis e nitrogenados. As exportações recuaram 7,7% no comparativo com o ano anterior - com destaque negativo para o petróleo e outros derivados da commodity. Saiba mais.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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