🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Crescimento gringo

BofA passa a recomendar compra de ação da MRV, otimista com atuação da empresa nos EUA

Banco incorporou avaliação da AHS à sua análise e considera que potencial de crescimento da empresa ainda não está precificado

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
14 de abril de 2021
17:20 - atualizado às 19:43
Empreendimento da AHS, empresa dos donos da MRV Engenharia
Empreendimento da AHS, subsidiária da MRV que atua nos EUA. - Imagem: Reprodução

O Bank of America (BofA) elevou a recomendação das ações da MRV (MRVE3) de neutro para compra e aumentou seu preço-alvo de R$ 23 para R$ 26,50 após incorporar à sua análise a avaliação da AHS Residential, subsidiária da construtora que atua nos Estados Unidos. Os papéis da companhia fecharam hoje em alta de 3,22%, a R$ 18,57.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A AHS foca no desenvolvimento de empreendimentos para locação residencial e posterior venda para fundos imobiliários do tipo REITs (Real Estate Investment Trusts).

No fim do ano passado, a empresa concluiu a venda do seu primeiro empreendimento, localizado no estado americano da Flórida, mas pretende expandir sua atuação ainda neste ano para os estados do Texas e da Geórgia.

"A AHS deve representar 23% dos lucros [da MRV] neste ano (12% em 2022)", diz o BofA, em relatório. O banco prevê que a maior parte do crescimento de curto prazo da MRV virá da AHS (que tem vendas previstas de US$ 249 milhões em 2021) e de imóveis financiados com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que têm margens melhores e mutuários com maior capacidade de pagamento, e não de segmentos que se enquadrem em programas de habitação do governo.

Para as analistas Nicole Inui e Aline Caldeira, os lucros por ação consolidados (AHS + MRV Brasil) devem crescer a uma taxa de crescimento anual composta de 23% de 2020 a 2023 e podem continuar acelerando até 2025 conforme as subsidiárias Urba (de loteamentos) e Luggo (de imóveis residenciais para locação) ganhem escala.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Embora o negócio principal da MRV deva ter crescimento de lucros menor em relação aos pares, o potencial de crescimento dolarizado adicional da AHS ainda não está precificado, na nossa visão", dizem as analistas.

Leia Também

Ainda que a MRV tenha previsto o lançamento de 80 mil unidades por ano até 2025, por meio da expansão das operações das subsidiárias, o BofA tem estimativas mais conservadoras e projeta o lançamento de apenas cerca de 60 mil unidades por ano no período.

Mesmo assim, espera que AHS, Luggo e Urba somadas cheguem a representar 45% da receita líquida da MRV em 2025, sendo que a principal contribuição deve vir da subsidiária americana.

Riscos

Apesar do otimismo com MRV, as analistas lembram que a alta das taxas de juros são um risco para o negócio. O BofA espera que a Selic termine o ano em 5% ao ano e chegue a 5,75% em 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Elas lembram que juros em alta podem afetar a "affordability", isto é, a capacidade de as pessoas obterem financiamentos a partir da sua renda (uma vez que só é possível comprometer um terço da renda com dívidas), principalmente nos segmentos fora dos programas habitacionais.

A alta dos juros também pode prejudicar a estratégia de reciclagem de ativos da companhia. E caso os efeitos da recessão se prolonguem, os recursos para financiamentos habitacionais também podem sentir um baque.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
LÍDER NO AGRONEGÓCIO

Empresa centenária aprova venda e pode dar adeus à Bolsa em breve; veja quem é e qual o valor que será pago aos acionistas

2 de março de 2026 - 10:11

A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]

PRESSÃO FINANCEIRA

CSN (CSNA3) corre contra o relógio e negocia empréstimo de até US$ 1,5 bilhão com bancos para quitar dívidas

2 de março de 2026 - 9:40

Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa

MOVIMENTAÇÃO

Raízen Energia aprova cisão parcial de subsidiária e incorpora R$ 1 milhão em reorganização societária

1 de março de 2026 - 14:37

A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica

HORA DE REALIZAR?

Gerdau (GGBR4) já entregou tudo o que tinha para dar? Itaú BBA tira selo de compra — mas revela trunfo fora das contas

28 de fevereiro de 2026 - 16:18

Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação

FUSÃO NO OFFSHORE

Nova gigante à vista? OceanPact (OPCT3) anuncia fusão com CBO e cria potência de serviços marinhos com R$ 13,6 bilhões em contratos

28 de fevereiro de 2026 - 11:17

Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro

MINERAÇÃO

Já deu o que tinha que dar? Descubra o que pode acontecer com a Aura (AURA33) depois de subir mais do que o ouro

27 de fevereiro de 2026 - 19:43

Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas

NOVO PLAYER DE SAÚDE

Bradsaúde na bolsa: quem ganha, quem pode pular fora e o que muda para investidores de Bradesco (BBDC4) e Odontoprev (ODPV3)

27 de fevereiro de 2026 - 17:08

A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída

AINDA ESTÁ BARATA?

Avanço no lucro do 4T25 e salto das ações em 12 meses: ainda vale a pena ter B3 (B3SA3) na carteira?

27 de fevereiro de 2026 - 16:15

As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento

NOVO PESO-PESADO NA B3 

Bradesco (BBDC4) coloca a Bradsaúde no jogo da B3, Odontoprev (ODPV3) reage forte — há espaço para mais um gigante da saúde?

27 de fevereiro de 2026 - 13:22

Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei? 

BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar