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2021-01-07T17:58:56-03:00
Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.
justificando investimento

Subsidiária da MRV nos EUA realiza primeira venda após incorporação

AHS conclui venda de condomínio com 281 apartamentos em Miami por um VGV de US$ 57 milhões, após polêmica sobre incorporação da empresa

7 de janeiro de 2021
9:51 - atualizado às 17:58
Empreendimento da AHS, empresa dos donos da MRV Engenharia
Empreendimento da AHS, empresa dos donos da MRV Engenharia - Imagem: Reprodução

A construtora mineira MRV Engenharia (MRVE3) anunciou na quarta-feira (6) à noite que a AHS Residential realizou a primeira venda de um empreendimento desde que se tornou uma subsidiária da companhia, no começo do ano passado.

Segundo a companhia, foi concluída, em 30 de dezembro, a venda do empreendimento Deering Groves, localizado em Miami, pelo Valor Geral de Venda (VGV) de US$ 57 milhões, resultando em uma geração de caixa de US$ 21 milhões e lucro bruto de US$ 16,5 milhões. O empreendimento tem 281 apartamentos e foi finalizado em maio de 2019.

Ele fazia parte do grupo de sete empreendimentos em negociação de venda, que totalizavam 1.450 unidades e cerca de US$ 306 milhões de VGV.

A AHS atua no segmento de imóveis multifamiliares nos Estados Unidos e já era controlada pela família Menin, que também é dona da MRV. O modelo de negócios consiste no desenvolvimento completo dos empreendimentos e na venda dos condomínios para fundos de renda imobiliária.

Em entrevista ao site Brazil Journal, o CEO da MRV, Rafael Menin, disse que o plano agora é expandir a atuação da AHS para os estados do Texas e da Geórgia ainda em 2021, depois de consolidar o banco de terrenos.

Sonho americano polêmico

A MRV anunciou a aquisição de 51% da AHS Residential em setembro de 2019, por um valor entre US$ 220 milhões e US$ 225 milhões.

A proposta inicial de incorporação, porém, causou muita polêmica. Na versão original, a empresa brasileira ficaria com 51% na AHS. A família Menin, que tinha 94,5% do capital, seria diluída para 46,3%.

Acionistas minoritários da MRV reclamaram que a estrutura poderia resultar em conflitos de interesse, uma vez que a família Menin se tornaria acionista direta e indireta da AHS, por meio da incorporadora brasileira, além de questões sobre a falta de sinergia entre as operações, afetando o retorno.

Depois de ouvir sugestões, a companhia decidiu refazer a proposta para evitar um potencial conflito de interesses. No novo desenho, a MRV vai incorporar a participação de Rubens Menin na AHS. Ou seja, toda a participação do empresário ocorrerá por meio da MRV.

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