O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na época, o plano foi discutido com o atual CEO da empresa, David Calhoun, e o então diretor-chefe Kenneth Duberstein, de acordo com e-mails internos citados no processo.
Uma ação judicial movida por um grupo de acionistas acusa a Boeing de ter falhado ao não responsabilizar o ex-CEO da companhia, Dennis Muilenburg, pelos problemas de seguranças do modelo 737 MAX que causaram dois acidentes fatais, matando 346 pessoas.
Leia também:
Cerca de duas semanas após o primeiro acidente, no final de 2018, Muilenburg planejou "uma campanha de relações públicas, relações com investidores e lobby", de acordo com o processo, em parte destinada a resistir enfrentar a publicidade negativas e críticas de grupos de pilotos à aeronave.
Na época, o plano foi discutido com o atual CEO da empresa, David Calhoun, e o então diretor-chefe Kenneth Duberstein, de acordo com e-mails internos citados no processo.
Ao mesmo tempo, a Boeing estava culpando erros de pilotos e de manutenção como fatores importantes na queda fatal do Lion Air Flight 610 na Indonésia, embora já tivesse iniciado um trabalho interno para consertar um sistema de controle de voo automatizado implicado naquele acidente.
Conforme consta na ação judicial, ao discutir um boletim de segurança de emergência emitido pela agência reguladora de aviação americana (FAA, na sigla em inglês) após o acidente da Lion Air, Muilenburg estava mais preocupado com possíveis interrupções no fluxo de caixa do que com questões de segurança. "Precisamos ter cuidado para que o interesse da FAA nos conteúdos manuais do voo não se transforme em um item de conformidade que restrinja as entregas no curto prazo", escreveu, em e-mail.
Leia Também
A empresa teve três CFOs em menos de três meses. Camille Loyo Faria, ex-Americanas e ex-Oi, durou pouco mais de um mês no cargo, e deu espaço à Vieira, agora substituído por Quintino
Inadimplência, provisões e pressão no lucro devem dominar os balanços do 1T26; veja o que esperar dos resultados dos grandes bancos
Bancos e indústria chegam com projeções otimistas para o 1T26, enquanto o mercado monitora sinais sobre demanda e rentabilidade
As partes envolvidas, Ecopetrol e demais acionistas, estruturaram a operação como formação de controle, e não como transferência de controle
A Sabesp afirmou que avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE por meio de uma relação de troca
Mesmo com execução melhor que o esperado e recuperação operacional em curso, analistas avaliam que juros altos, competição e upside limitado justificam recomendação neutra para BBDC4
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas