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RESULTADO

Casas Bahia (BHIA3) corta prejuízo em 82% no 4T25, mas ainda amarga perda bilionária no ano; veja os destaques do balanço

Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação

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12 de março de 2026
7:57
Loja das Casas Bahia, empresa da Via (VIIA3)
Loja das Casas Bahia - Imagem: Divulgação

Depois de um período marcado por ajustes operacionais e financeiros, a Casas Bahia (BHIA3) começou a dar sinais de recuperação no fim de 2025.

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A varejista conseguiu reduzir significativamente o prejuízo no quarto trimestre, ao mesmo tempo em que ampliou receita, melhorou margens e ganhou participação de mercado em categorias relevantes.

O prejuízo líquido ajustado da companhia chegou a R$ 79 milhões no período, uma redução de 82,5% em relação ao mesmo período de 2024.

Outros destaques do balanço da Casas Bahia no 4T25

O desempenho veio acompanhado de uma melhora relevante nos indicadores operacionais. A receita líquida somou R$ 8,4 bilhões no trimestre, crescimento de 6,1% na comparação anual.

Já o Ebitda ajustado — indicador que mede a capacidade de geração de caixa operacional — alcançou R$ 826 milhões, alta de 29,1% frente ao mesmo período do ano anterior.

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Com isso, a margem Ebitda ajustada subiu para 9,8%, avanço de 1,8 ponto porcentual (p.,p) na comparação anual.

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Ao Estadão, o CEO, Renato Franklin, afirmou que os números refletem a evolução da rentabilidade da operação e a continuidade do processo de reestruturação iniciado nos últimos anos.

Do lado do endividamento, a Casas Bahia terminou o quarto trimestre com uma dívida líquida de R$ 1,13 bilhão, uma redução de 75% na base anual.

Com isso, a alavancagem, medida pela relação dívida líquida sobre Ebitda dos últimos 12 meses, chegou a 0,4 vez.

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Segundo a varejista, a melhora sequencial do indicador é resultado da evolução dos indicadores operacionais, da conversão de dívidas em ações no montante de R$ 2 bilhões e da renegociação de dívidas, com desconto de aproximadamente R$ 610 milhões e demais efeitos contábeis.

E-commerce puxa crescimento das vendas

Outro destaque do trimestre foi a expansão do volume de vendas. O volume bruto de mercadorias (GMV) — indicador que mede o total de produtos vendidos pela plataforma — atingiu R$ 13,1 bilhões, alta de 8,7% na comparação anual.

Parte desse crescimento foi impulsionada pelo avanço das vendas no e-commerce, área que tem ganhado peso na estratégia da companhia.

Mesmo diante de um ambiente de consumo ainda pressionado pelos juros elevados, a empresa também conseguiu ganhar participação de mercado em algumas categorias-chave.

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“Em linha branca e televisão, por exemplo, chegamos a ganhar mais de três pontos porcentuais de participação”, afirmou Franklin ao jornal.

Forte geração de caixa no trimestre

Do lado da geração de caixa, a Casas Bahia registrou fluxo de caixa livre de R$ 1,8 bilhão no quarto trimestre, movimento impulsionado pela melhora operacional e pela sazonalidade mais forte do período — tradicionalmente o mais importante para o varejo, por causa das vendas de fim de ano.

O desempenho reforça a estratégia da companhia de equilibrar crescimento de vendas com maior disciplina financeira, um dos pilares da reestruturação em andamento.

A fotografia da Casas Bahia em 2025

No acumulado de 2025, os números também indicam uma melhora relevante no desempenho da Casas Bahia.

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A receita líquida anual atingiu R$ 29,1 bilhões, crescimento de 7,3% em relação a 2024.

Já o Ebitda ajustado somou R$ 2,5 bilhões, avanço de 29,7% na comparação anual, refletindo a melhora gradual das margens e da eficiência operacional.

Apesar da evolução desses indicadores, o resultado final do ano ainda permaneceu no vermelho. O prejuízo líquido ajustado de 2025 chegou a R$ 1,5 bilhão, aumento de 47,2% em relação ao resultado negativo de 2024.

Segundo a companhia, parte relevante do prejuízo anual foi influenciada por um ajuste contábil relacionado a impostos, sem impacto no caixa da empresa.

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Isso porque a varejista decidiu registrar uma provisão ligada ao imposto de renda diferido, em um movimento considerado conservador diante do cenário macroeconômico mais incerto.

*Com informações do Estadão Conteúdo.

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