O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo Montezano, a estratégia de desinvestimentos passa por se desfazer de participações acionárias em “empresas maduras”, como “Petrobras, Vale, Suzano, Klabin e AES Tietê”
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, afirmou nesta terça-feira, 26, que a instituição de fomento seguirá em 2021 a estratégia de vender sua carteira de participações acionárias.
As declarações vêm após, na semana passada, a política de desinvestimentos ser alvo de críticas de Arthur Koblitz, presidente da AFBNDES, associação de funcionários da instituição de fomento.
"Não tem razão, não tem sentido, um banco estatal, especialmente de um País endividado como o Brasil, carregar ações especulativas na Bolsa de Valores. Essa não é a função deste banco", afirmou Montezano, em palestra no seminário online "Plano de Voo - Perspectivas 2021", promovido pela Amcham Brasil.
Assim como fizeram dois diretores na segunda-feira, 25, Montezano defendeu a estratégia, repetindo argumentos que vem sendo citados desde que a atual diretoria assumiu o comando do banco, no segundo semestre de 2019.
"O banco está aqui para apoiar o desenvolvimento, para financiar obras, para financiar a sustentabilidade ambiental. Ser um mero especulador financeiro gera risco para o BNDES, desfoca nossa atenção e é mau uso do recurso público", completou o presidente do BNDES.
Segundo Montezano, a estratégia de desinvestimentos passa por se desfazer de participações acionárias em "empresas maduras", como "Petrobras, Vale, Suzano, Klabin e AES Tietê". Das companhias mencionadas pelo executivo, o BNDES já vendeu completamente os papéis que detinha na Suzano e na AES Tietê. No total, desde o fim de 2019, o BNDES já vendeu R$ 49 bilhões em ações de grandes empresas.
Leia Também
"Para 2021, vamos continuar firmes e fortes nessa agenda tão bem-sucedida", afirmou Montezano, no evento da Amcham.
As críticas feitas por Koblitz, que assumirá como membro representante dos trabalhadores no Conselho de Administração do BNDES, se concentram nas cotações obtidas quando das operações de venda. Em algumas delas, as ações se valorizaram após o BNDES vender participações. Em artigo publicado no jornal "Folha de S.Paulo", Koblitz estimou que o banco deixou de ganhar R$ 12 bilhões por causa dos preços que obteve em vendas recentes.
Em reação, ainda na semana passada, a diretoria do BNDES divulgou a todos os funcionários uma nota de repúdio contra as críticas de Koblitz. Na segunda-feira, 25, um grupo de funcionários do banco assinou uma "carta aberta" contra as críticas de Koblitz, que "reverberam" uma "análise de retrovisor frequentemente utilizada para processar e julgar, injustamente, empregados do BNDES responsáveis por atuar em operações no mercado de capitais".
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas
A transação prevê o desembolso de US$ 300 milhões em caixa e a emissão de 126,9 milhões de ações recém-criadas da USA Rare Earth
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal de ações recomendada pela Terra Investimentos subiu 94,90% contra 51,81% do Ibovespa
Com dívidas de R$ 4,3 bilhões, grupo terá fiscalização rígida da PwC após indícios de irregularidades; investidores devem acompanhar prazos cruciais para reaver valores devidos
Decisões judiciais passaram a atingir bens pessoais e até direitos hereditários de sócios, em meio ao avanço de investigações e ações de investidores que buscam recuperar recursos após suspeitas de pirâmide financeira
Nova projeção para o petróleo melhora cenário global, mas Bank of America vê na estatal uma combinação que outras empresas na América Latina não conseguem replicar
O BTG Pactual analisou os preços de 25 mil itens das marcas Vivara, Life e Pandora entre março e abril, para entender como elas têm reagido aos aumentos de custos
Produção de minério cresce entre janeiro e março, cobre e níquel surpreendem e bancos elevam projeções de lucro e geração de caixa; saiba o que fazer com os papéis agora
O valor total da propina chegaria a R$ 146 milhões, dos quais R$ 74,6 milhões teriam sido efetivamente pagos ao então presidente do banco
Mesmo com lucro 88% maior, as ações da empresa caíram com um guidance mais fraco para o segundo trimestre e a saída do cofundador do conselho de administração
Movimento ocorre após troca de CEO e faz parte da estratégia para enfrentar o endividamento e destravar resultados
O anúncio dos proventos acontece antes de a companhia divulgar os resultados do primeiro trimestre de 2026
Metais básicos impulsionam resultados operacionais, enquanto gargalos logísticos ligados ao conflito no Oriente Médio afetam o escoamento
Durante o evento VTEX Day 2026, executivos das empresas explicaram que é necessário fazer adaptações para conquistar o público brasileiro
Além da bolada aos acionistas, estatal aprovou plano bilionário de investimentos para este ano e mudanças no conselho
O movimento marca o início de uma captação mais ampla, que tem como meta atingir US$ 1,5 bilhão ao longo dos próximos cinco anos
O banco suíço cita uma desconexão entre lucro e valuation para a nova avaliação das ações, que agora tem potencial de queda de 8,40%
Em fato relevante, a empresa comunicou ao mercado sua decisão de aceitar a proposta da MAK Capital Fund LP. e da Lumina Capital Management.