O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Montezano reafirmou ainda que o BNDES continuará vendendo suas participações acionárias em grandes companhias
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) "aguarda ansiosamente" pela aprovação do projeto de lei que autoriza a privatização da holding estatal do setor elétrico Eletrobras para trabalhar na estruturação do modelo de venda, afirmou nesta quinta-feira, 28, o presidente da instituição de fomento, Gustavo Montezano.
"Aguardamos ansiosamente a aprovação do PL da Eletrobras para que o BNDES possa iniciar estudos e fazer essa privatização tão importante", afirmou Montezano, em palestra virtual transmitida ao vivo durante a Latin America Investment Conference, promovida pelo banco Credit Suisse.
O executivo fez os comentários ao discorrer sobre a atuação do banco na estruturação de projetos de concessão e privatização. Segundo Montezano, a "fábrica de projetos" do BNDES já tem uma carteira de 200 projetos, que somam investimentos da ordem de R$ 200 bilhões.
Montezano reafirmou ainda que o BNDES continuará vendendo suas participações acionárias em grandes companhias. Embora já tenha vendido em torno de R$ 50 bilhões em ações desde o fim de 2019, o banco precisa avançar, para atingir a meta de reduzir o risco associado à volatilidade (VaR) da carteira.
"Ainda não estamos satisfeitos (com o valor vendido até aqui). A VaR diária (da carteira) é de mais de R$ 2 bilhões. Não tem propósito isso", afirmou Montezano. "É descabido um banco público de desenvolvimento ser especulador, especialmente num país endividado como o Brasil", completou o executivo.
Segundo Montezano, como a volatilidade dos mercados aumentou com a crise causada pela covid-19, a VaR da carteira de ações do BNDES caiu menos do que a diretoria gostaria. A meta, colocada no fim de 2019, é reduzir a VaR da carteira em 80% até o fim de 2022, o que, na prática, implica reduzir o tamanho da carteira em proporção semelhante.
Leia Também
"Até o fim de 2022 queremos reduzir e virtualmente zerar esse risco", afirmou Montezano. O executivo reafirmou ainda que o BNDES manterá o "perfil" de sua estratégia de venda. "Daqui pra frente vamos continuar conduzindo essa agenda com o mesmo perfil: cauteloso, sem afetar o mercado, sem pressa".
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024
O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo
Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração
O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo
3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?
Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco
Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses