O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa registrou lucro líquido de US$ 587 milhões de abril a junho deste ano, conforme o balanço divulgado nesta quarta-feira
Após seis trimestres consecutivos de prejuízo, a Boeing registrou lucro líquido de US$ 587 milhões de abril a junho deste ano, conforme o balanço divulgado nesta quarta-feira.
A receita da fabricante de aviões, por sua vez, foi de US$ 17 bilhões, um crescimento de 44% na comparação com igual período de 2020. Com ajustes, o lucro por ação foi de US$ 0,40. Analistas consultados pela FactSet previam prejuízo por ação de US$ 0,83.
No segundo trimestre de 2020, auge do impacto da pandemia de covid-19, a Boeing havia tido prejuízo líquido de US$ 2,395 bilhões. Além disso, a última vez que a empresa tinha registrado lucro havia sido de julho a setembro de 2019.
"Continuamos a fazer progressos importantes no segundo trimestre, pois nos concentramos em impulsionar a estabilidade em nossas operações e transformar nossos negócios para o futuro", afirmou o presidente e diretor executivo da Boeing, David Calhoun, no comunicado aos acionistas.
Segundo Calhoun, o ambiente de mercado para a aviação tem melhorado, mas a empresa acompanha de perto a evolução da pandemia e a distribuição de vacinas.
Esses fatores, de acordo com ele, são cruciais para a retomada do comércio global e a estabilidade da indústria aérea.
Leia Também
Veja 5 ações que podem se VALORIZAR e turbinar sua carteira
Ainda conforme o balanço da empresa, a receita com aviões comercias aumentou 268% no segundo trimestre, na comparação anual, a US$ 6 bilhões.
"A Boeing continua a progredir no retorno global seguro ao serviço do 737 MAX", diz um trecho do documento.
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores