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Na ausência de maiores indicadores econômicos, o investidor brasileiro deve ficar de olho no feriado da Sexta-Feira Santa que fechará o mercado amanhã
A agenda de indicadores está fraca para esta quinta-feira (01). Mas se engana quem acredita que o dia será de pouca movimentação nos mercados por causa disso.
O primeiro pacote de estímulos à economia de Joe Biden conseguiu despertar os temores da volta da inflação nos Estados Unidos com seus robustos US$ 1 trilhão. Agora, o presidente americano quer uma nova rodada de incentivos, para a área de infraestrutura, que chegou a ser cogitado no valor de US$ 3 trilhões, mas ficou “apenas” na casa dos US$ 2 trilhões. Ou quase um PIB brasileiro em 2020.
Mas para pagar essa quantia, será preciso passar um tema indigesto aos opositores de Biden: o aumento de 7% nos impostos para empresas.
Enquanto isso, a aprovação da peça orçamentária para 2021 vai entrar em seu quinto mês de atraso, com recursos para emendas sendo retirados para não furar o teto de gastos.
Mas com a paralisação dos negócios amanhã (02) em decorrência do feriado da Sexta-Feira Santa, os investidores podem ter uma aversão maior ao risco e reduzir a liquidez do mercado. Fique por dentro de mais notícias para o dia de hoje:
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O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,18%, aos 116.633 pontos, enquanto o dólar à vista teve um recuo de 2,31%, a R$ 5,628. No acumulado do mês de março, o índice da bolsa brasileira registrou alta de 6% e a moeda americana valorizou 0,41%, mesmo com as sinalizações fortes de que a taxa básica de juros deve subir mais rapidamente até o final do ano.
O relator do Orçamento no Congresso Nacional, senador Márcio Bittar (MDB-AC), aceitou cancelar R$ 10 bilhões em emendas carimbadas por ele no projeto de lei orçamentária. O corte, entretanto, não é suficiente. Com base no relatório dos consultores da Câmara, seria preciso cortar ainda mais R$ 23 bilhões do Orçamento “maquiado” aprovado na semana passada.
O medo dos Congressistas é de que a peça orçamentária aprovada abra caminho para pedaladas fiscais, motivo pelo qual a ex presidente Dilma Rouseff sofreu processo de impeachment no passado. Se aprovada pelo Congresso, o presidente poderia usar o argumento de que deputados e senadores aprovaram um texto falho, e se esquivaria de um possível processo.
Por isso, o Congresso levou o Projeto de Lei Orçamentária para o Tribunal de Contas da União para que o presidente tivesse parte de responsabilidade e explicasse o porquê de alguns pontos propostos pelo Ministério da Economia. Os investidores devem acompanhar os desdobramentos do caso nos próximos dias.
O presidente norte-americano Joe Biden anunciou na tarde de ontem (31) que irá propor um pacote de estímulos de US$ 2 trilhões para ajudar no setor de infraestrutura para a retomada da economia dos EUA. Um dos pontos considerados mais polêmicos pela proposta é o aumento dos impostos de 21% para 28% para as empresas.
Chamado de “America’s Jobs Plan” (ou Plano de Emprego da América, em tradução livre), Biden pretende destinar recursos para modernização de pontes, rede elétrica, programa de desenvolvimento de pessoal, pesquisa e tecnologia.
Para não pressionar a inflação no curto prazo, o presidente americano afirmou que pretende diluir os investimentos em até 10 anos. Mas Biden terá um longo caminho pela frente: a aprovação do pacote de estímulos de US$ 1 trilhão passou apertado pelo Congresso, e a proposta de aumentar impostos pode desagradar até mesmo deputados e senadores alinhados com o atual comandante da Casa Branca.
Os índices asiáticos fecharam em alta, após novos sinais de recuperação econômica da região. O Japão divulgou dados sobre o setor manufatureiro, que voltou aos patamares pré-pandemia, o que animou os mercados da região. Além disso, o mundo está repercutindo a proposta do presidente Joe Biden de um outro pacote de US$ 2 trilhões para projetos de infraestrutura nos EUA.
Na mesma direção, as bolsas europeias operam em alta na manhã desta quinta-feira, também motivadas pelos dados econômicos da região e evidências de retomada da economia.
Os futuros de Nova York também apontam para uma abertura com ganhos, especialmente motivados pelo pacote de estímulos em infraestrutura de Joe Biden e juros de longo prazo em queda.
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