🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Olimpíadas da B3

Com veteranas no pódio, conheça as ações mais indicadas para agosto, segundo 14 corretoras

Neste mês, os ativos mais tradicionais mostram que ainda dão um caldo quando o a disputa é pela preferência dos investidores

Larissa Vitória
Larissa Vitória
6 de agosto de 2021
6:03 - atualizado às 15:57
Ações do mês | ação JBS JBSS3
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Recordes de tempo e pontuação são clássicos de Olimpíadas, mas os jogos de Tóquio também estão ficando marcados por atletas de pouca idade ocupando os pódios. As skatistas Kokona Hiraki, de 12 anos, e Sky Brown, de 13 anos, já são as medalhistas mais jovens nos últimos 85 anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também é impossível não lembrar de Rayssa Leal. Do alto de seus 13 anos e seis meses, nossa fadinha do skate é a mais jovem medalhista olímpica do Brasil.

Mas, se nas Olimpíadas as crianças e pré-adolescentes estão fazendo história, na B3 os atletas veteranos mostram que ainda dão um caldo e superam muitos ativos mais “modernos” quando a disputa é pela preferência dos investidores.

O Itaú Unibanco (ITUB4) é um deles. A empresa é constantemente ameaçada pelas fintechs e suas promessas de inovação bancária, mas segue mostrando que, no setor, a tradição ainda tem o seu valor contra os aplicativos modernos e cartões descolados.

As startups financeiras ainda precisam aprimorar muito suas habilidades para desbancar o maior banco do Brasil e, por isso, o Itaú é medalha de ouro com indicação de quatro corretoras nas ações para o mês de agosto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além do bancão, outra empresa já quase oitentona não dá sinais de que deixará de ser a queridinha dos analistas tão cedo. A mineradora Vale (VALE3) já está há 20 meses consecutivos em nosso pódio e, apesar de ter perdido o primeiro lugar, ainda levou a prata ao ser indicada por três corretoras.

Leia Também

Vale destacar também um empate no bronze das companhias que tiveram duas menções — foram nada mais nada menos do que oito empresas citadas:

  • B3 (B3SA3);
  • JBS (JBSS3);
  • Gerdau (GGBR4);
  • BR Distribuidora (BRDT3);
  • Lojas Renner (LREN3);
  • Simpar (SIMH3);
  • Vamos (VAMO3);
  • Weg (WEGE3).

Confira aqui todos os papéis apontados pelas 14 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro:

Entendendo a Ação do Mês: todos os meses o Seu Dinheiro Premium consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são suas apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 ações, os analistas indicam as suas três prediletas. Com o ranking nas mãos, selecionamos as que contaram com pelo menos duas indicações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Itaú Unibanco (ITUB4) — Superando projeções

Depois de ficar apenas nas menções honrosas na seleção do mês passado, o Itaú Unibanco aproveitou o impulso de seus últimos resultados positivos para desbancar a Vale e retornar ao primeiro lugar do pódio das ações mais recomendadas para agosto.

O banco — que seguiu entre os favoritos das corretoras Ativa, Nova Futura e Planner e passou também a integrar o top 3 da Terra nesse mês — arrebatou investidores e analistas com um lucro líquido contábil de R$ 7,5 bilhões no segundo trimestre de 2021.O número representa um salto de 55% em relação ao mesmo período do ano anterior e superou as projeções do mercado, que era de cerca de R$ 1 bilhão. 

Além da conquista financeira, o segundo trimestre também trouxe avanços na digitalização, mostrando que o banco segue correndo atrás das fintechs: o Itaú adicionou 4,7 milhões de CPFs ao seu número de clientes por meio de canais online. O iti, que evoluiu de carteira digital para um banco 100% digital, também celebrou a marca de 7,8 milhões de usuários em junho. 

Após esse balanço recheado de números positivos, a empresa também agradou os investidores ao anunciar R$ 2,159 bilhões em juros sobre capital próprio a serem distribuídos em agosto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A conclusão do divórcio com a XP Investimentos é outro ponto que faz os olhos dos analistas brilharem. O Itaú recebeu o sinal verde para a reorganização societária com a corretora. O movimento é mais um passo rumo ao fim do casamento  e, segundo a Ativa, “acabará com possíveis conflitos de interesse e ajudará a destravar valor para o Itaú”.

Conheça outras cinco ações que podem se valorizar e turbinar sua carteira neste vídeo exclusivo e inscreva-se no canal do Seu Dinheiro no Youtube para mais conteúdos sobre investimentos:

Vale (VALE3) — O minério trupica, mas a Vale (quase) não cai

Apesar de ter ficado com a prata, as ações da Vale ainda conseguiram se manter entre as queridinhas para agosto. A mineradora seguiu nos tops 3 da Órama e da Necton e passou a fazer parte das indicações preferidas do Santander.

Um dos fatores que pode ter contribuído para seu afastamento da primeira posição foi a queda do minério de ferro em julho. Pressionado por notícias vindas da China —  que adotou uma série de restrições a empresas de tecnologia e educação privada — a derrapada no preço da commodity derrubou as ações da Vale e outras mineradoras e foi responsável por boa parte do recuo de 3,94% do Ibovespa no mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O último balanço da empresa também gerou dúvidas. Apesar das cifras bilionárias —  lucro líquido de US$ 7,6 bilhões no 2º trimestre e alta de 662% no ano — o resultado ainda esteve um pouco aquém das estimativas do mercado para um período no qual o preço do minério de ferro permaneceu em patamar recorde.

Essa não é a primeira vez que a preocupação com o fim do “superciclo de commodities” pesa sobre a empresa neste ano. Mas nem tudo está perdido. A Órama aposta que a retomada das economias globais resultará em um novo período de altas, especialmente para o minério de ferro. “A companhia possui algumas plantas que estão paradas e assim, mesmo que a demanda por minério aumente, será possível honrar os pedidos sem grandes problemas”.

Além disso, com ou sem superciclo, analistas apontam que parte da vantagem em ser uma das veteranas do setor é que a companhia, com a robustez dos negócios, pode superar as derrapadas no curto prazo e sustentar-se em patamares elevados.

A visão é endossada pelo presidente da empresa, Eduardo Bartolomeo. Em entrevista, o executivo garantiu que, mesmo quando os preços cederem, a Vale continuará bem posicionada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quem segue apostando na queridinha dos analistas, aguarda com atenção o resultado da batalha judicial com as vítimas da tragédia de Brumadinho. A Vale, que já havia sido condenada a pagar uma indenização de R$ 1 milhão para cada um dos 131 trabalhadores mortos, pode ver essa soma aumentar ainda mais. 

O Sindicato Metabase Brumadinho pediu a elevação da quantia — destinada a espólios e herdeiros das vítimas — para R$ 3 milhões. Para eles, o valor é justificável diante do lucro líquido de R$ 26,7 bilhões apurado em 2020 pela mineradora, que, inclusive, voltou a distribuir dividendos para seus acionistas.

Retrospectiva

Julho não foi um mês fácil para os ativos da renda variável. A bolsa não teve o que comemorar: foi um dos piores investimentos do mês, com queda de -3,94% no Ibovespa. Mesmo com o recesso no Congresso, as tensões em Brasília e a queda no preço do minério de ferro pressionaram o principal índice acionário brasileiro.

Entre as integrantes do pódio anterior, Simpar (SIMH3) ignorou os ruídos e subiu 23,7%. Já Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) voltaram a compartilhar um fechamento vermelho, com recuos de 4,10% e 9,52%, respectivamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar