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O terremoto político, econômico e fiscal que se abate sobre o Brasil abriu uma fenda por meio da qual a renda fixa voltou a proporcionar retornos interessantes depois de anos perdendo espaço para a renda variável
Deixa eu adivinhar: nos últimos dias você tem preferido lavar uma louça ou passar um aspirador de pó em casa nas horas vagas do que olhar as suas ações no home broker?
Não te julgo. Acredite, se não fosse o meu trabalho olhar as ações todos os dias, também evitaria acompanhar o desempenho recente delas.
A ruptura do teto de gastos, a debandada de secretários importantes do Tesouro, a alta frenética da inflação e dos juros, a ameaça de greve dos caminhoneiros e muitos outros problemas só têm atrapalhado a Bolsa brasileira.
No entanto, como eu já escrevi na semana passada, momentos tão ruins ou até piores do que este já aconteceram inúmeras vezes no Brasil.
E mesmo com o vento soprando contra, são vários os exemplos de companhias que conseguiram crescer (e muito) mesmo diante das adversidades.
Os bancões sobre os quais falamos na semana passada, Localiza, Lojas Renner, Cosan, Lojas Americanas, Ambev e Vale são apenas alguns exemplos de empresas que sobreviveram a todos os contratempos e conseguiram sair ainda mais fortes de cada um desses episódios.
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Faganello, o meu professor de História no colégio, costumava dizer que a gente estuda o passado para não repetir os mesmos erros no futuro.
E vender todas as suas ações agora com base apenas nas quedas recentes e não nos valuations das companhias é um erro que muita gente já cometeu no passado achando que o ambiente iria continuar péssimo para sempre e acabaram perdendo as enormes valorizações que viriam logo em seguida.
Baseado no passado, essa não é uma boa hora para vender as suas ações, ainda mais depois da derrocada recente. No entanto, neste momento é importante focar em companhias com forte geração de caixa, pouco endividadas e, de preferência, com múltiplos baixos. São justamente essas que tendem a sofrer menos caso o ambiente continue piorando.
Mas quem disse que o momento atual não oferece boas oportunidades de retorno?
Com todo o terremoto político e econômico recente, o Banco Central elevou mais uma vez a Selic, para quase 8% ao ano, e o mercado já espera que a taxa básica esteja em 11% já em fevereiro do ano que vem.
O que isso significa? Que, depois de cinco anos perdendo espaço para as ações, a Renda Fixa voltou com tudo!
Após vários anos suando para conseguir retornos decentes com títulos do Tesouro Direto, agora já é possível encontrar rendimentos anuais bastante interessantes.
Caso você esteja com uma alocação muito baixa em renda fixa por causa desse cenário desfavorável para ela dos últimos anos, agora é uma boa hora para incrementar essa classe de ativos no portfólio e garantir um rendimento enquanto as ações não decolam.
Quer uma dica? Nos últimos dias, as NTN-Bs (Tesouro IPCA+) com prazos de vencimento entre 2026 e 2035 atingiram retornos reais (acima da inflação) de mais de 5% ao ano – uma ótima oportunidade.
Mas apesar dos títulos do Tesouro estarem oferecendo boas taxas, várias outras oportunidades estão surgindo no segmento de crédito privado, com títulos de renda fixa oferecendo retornos acima de 10% ao ano.
Aliás, esta foi a Semana da Renda Fixa na Vitreo, que apresentou oportunidades como uma LCA do banco BTG e um CDB do banco C6 com retornos pré-fixados de cerca de 13% ao ano.
A Semana da Renda Fixa termina hoje e ainda dá tempo de aproveitar a última oportunidade aqui.
Mas com a Selic em breve voltando para cima dos 10% ao ano, teremos outras semanas de boas oportunidades pela frente.
Um grande abraço e até a próxima!
Ruy
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