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Na adolescência, ouvia que quem buscasse por romance policial brasileiro deveria ler algo do Rubem Fonseca. Era uma vontade minha achar uma história desse gênero que fosse mais próxima da minha realidade — e o filtro nacionalidade me pareceu o mais adequado.
A ideia surgiu depois de ter conhecido parte das histórias criadas por Agatha Christie e Arthur Conan Doyle. Na minha lembrança, a única coisa que faltava a um mistério envolvendo Hercule Poirot ou Sherlock Holmes era um cenário que me parecesse mais familiar.
O investidor que quiser buscar uma história de detetive mais próxima de si não precisa procurar muito para encontrar o que ler: os balanços trimestrais das empresas são a escolha óbvia.
Esse tipo de documento é revelador, mas tem as suas cascas de banana. Como em um romance de detetive, a primeira história contada pode ser apenas uma parte do que aconteceu.
A diferença entre as duas situações é que, em uma delas, desvendar o mistério pode te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento.
A colunista Larissa Quaresma reuniu neste texto algumas dicas que vão te ajudar a encontrar as possíveis histórias escondidas nos números dos balanços. Vale a leitura!
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Balanços no exterior foram apenas uma das influências sobre as negociações nas bolsas durante esta semana.
No período, os índices de atividade abaixo do esperado da economia americana levaram o dólar a ter uma depreciação, enquanto os sinais de que a inflação brasileira pode pedir uma atuação mais vigorosa por parte do Banco Central pressionou a curva de juros para cima.
A crise política em Brasília também seguiu no radar. Na bolsa brasileira, o saldo foi de queda de 0,72% do Ibovespa, aos 125.052 pontos. Veja aqui tudo o que mexeu com os mercados.
No primeiro dia da semana, o medo da variante delta do coronavírus dominou os mercados. Mas será que esse receio deve balizar suas decisões nos próximos seis meses?
Na prática, considerar a variante implicaria em investir novamente em tecnologia, e não acreditar em uma rotação setorial para teses de reabertura e commodities.
O colunista Matheus Spiess levantou alguns receios do mercado e trouxe a resposta a uma das dúvidas do momento neste texto.
Durante certo tempo, a figura do investidor estrangeiro em terras brasileiras ganhou ares de lenda — um ser mitológico que partiu em busca de investimentos mais seguros e que só retornaria no dia em que o país resolvesse suas fragilidades fiscais.
Mas o fato é que, passado o primeiro baque da pandemia, houve na maior parte do tempo intenso fluxo estrangeiro na bolsa brasileira — ao menos até o início de julho, quando o país voltou a registrar resultado negativo.
Será que o investidor gringo veio para ficar ou está só dando uma olhadinha? A Jasmine Olga ouviu especialistas para responder a essa questão e relembrou os pontos que por vezes afastam os investidores estrangeiros. Leia nesta matéria.
Outros pontos sobre o que esperar dos investimentos — não só na bolsa — nos próximos seis meses foram tema de um ebook produzido pela equipe do Seu Dinheiro.
O que dizer da tradicional renda fixa, que volta a ganhar tração com a alta dos juros, ou das promissoras (e instáveis) criptomoedas? E quais as perspectivas para o dólar e o mercado imobiliário?
As respostas estão no especial Onde Investir no 2º semestre.
Na terça, o bilionário Jeff Bezos chegou ao espaço em um voo da Blue Origin, em mais um capítulo da corrida espacial em curso. O empresário, inclusive, disse que vendeu quase US$ 100 milhões em bilhetes para as próximas viagens.
A Virgin Galactic, de Richard Branson, também revelou que cobra entre US$ 200 mil a US$ 500 mil pelos assentos em suas próximas viagens.
Com a exploração espacial a todo vapor, o banco Morgan Stanley projeta que esse mercado pode alcançar a marca de US$ 1 trilhão em receita anual até 2040 — seria um salto quase triplo em duas décadas, já que o valor atual é de US$ 350 bilhões.
Se você ficou impressionado com as cifras, saiba que é possível ganhar dinheiro com a nova corrida mesmo sem ser um bilionário. A Larissa Vitória conta nesta matéria.
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
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