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Ibovespa desaba junto com o teto de gastos, e lançamento do Auxílio Brasil é adiado

19 de outubro de 2021
20:09 - atualizado às 13:56
Montagem do Congresso Nacional com desenhos de um touro e um urso, sinalizando as instabilidades geradas pelo risco político ao desempenho da bolsa
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Hoje o Ibovespa viveu um dia sangrento, muito semelhante aos jogos macabros da série-fenômeno que turbinou o balanço da Netflix no terceiro trimestre - e o saldo foi uma queda de quase quatro mil pontos em uma única rodada.

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No exterior, o dia foi ameno, mas dentro de casa a coisa complicou antes mesmo de o pregão começar. A notícia de que o governo federal encontrou uma manobra para fazer o Auxílio Brasil, pretenso substituto do Bolsa Família e do Auxílio Emergencial, caber no Orçamento irritou bastante os investidores.

Diferentemente do que era esperado pelo mercado, o pagamento do novo programa seria de R$ 400 por mês, sendo que R$ 100 de cada parcela ficariam fora do teto de gastos. Os recursos extras viriam dos R$ 89 bilhões que devem sobrar após a aprovação da PEC dos precatórios e da reforma do imposto de renda.

Um desfecho para a PEC dos precatórios era esperado para hoje, mas foi adiado. O relator da proposta do imposto de renda, Angelo Coronel, avisou que não dá para fazer o relatório sob pressão e “na pressa que eles querem”. Ou seja: o dia se passou com o temor de que o governo arrumasse mais uma dívida sem ter como se financiar.

O ministério da Cidadania chegou a anunciar um evento para lançar o novo programa social, mas com a bolsa indo abaixo dos 110 mil pontos, a festa não teve clima para continuar. O anúncio foi cancelado por ora, mas vai ser preciso mais do que isso para o mercado se tranquilizar.

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O Ibovespa se afastou das mínimas, mas ainda fechou o dia em queda de 3,28%, aos 110.672 pontos. O dólar à vista subiu 1,33%, a R$ 5,5938, mais uma vez passando imune aos esforços do Banco Central, que vem atuando no mercado de câmbio. A deterioração da confiança também foi sentida nos juros futuros, que dispararam durante a sessão.

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As contas públicas são monitoradas, assim como a movimentação no ministério da Economia, já que o mercado teme novas baixas na equipe técnica do ministro Paulo Guedes.

O Banco Central segue tentando segurar o câmbio, mas até agora a estratégia não tem surtido o efeito desejado. Enquanto a maior parte das moedas de países emergentes continuam se apreciando, o real segue com performance negativa ante a moeda americana.

Os leilões de dólares, no entanto, ainda estão na mesa. E amanhã serão mais três: um tradicional de swap cambial, um de rolagem para overhedge e um extra. Desses, dois são para injetar recursos novos no mercado. 

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Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.

DESANIMOU
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JUNTANDO FORÇAS
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