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Quem dera o título desta newsletter se referisse ao que todos nós teremos daqui para frente. Melhor seria se desse para acrescentar “saúde”, mas ainda não chegamos lá. Hoje o Brasil atingiu a triste marca de 2.286 mortos por covid-19 nas últimas 24 horas, um novo recorde. As vacinas parecem finalmente estar vindo, com bastante atraso. Mas ainda não dá para ficar otimista.
Quanto à paz e ao amor, também não estou falando de um futuro mais harmônico e menos violento nas cidades, muito menos do fim da polarização política. Pelo contrário, a polarização agora parece que vem com tudo, com o ex-presidente Lula de volta ao xadrez político.
O petista fez hoje um pronunciamento de cerca de 1h30, seguido de uma entrevista coletiva, em que atacou diversos pontos do governo Bolsonaro, bem como a Lava Jato e o mercado financeiro.
Não foi exatamente um “Lulinha paz & amor”, como já vimos no passado, mas não chegou a ser um Lula virulento e agressivo. Até que o discurso teve um certo tom conciliador, falando inclusive em buscar pontes com empresários.
Naturalmente, apenas essa fala ainda não deixou nada claro para 2022, mas o mercado já aposta que Lula saia candidato nas próximas eleições presidenciais. Isso traz preocupação, a começar pelo temor de uma guinada populista por parte do governo Bolsonaro.
Diversas corretoras e consultorias inclusive já revisaram suas projeções para inflação, juros e crescimento econômico para o fim deste e do próximo ano, e a previsão não é boa. Enquanto as estimativas para preços e Selic apontam para cima, as do PIB apontam para baixo.
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Mas a fala de Lula não fez preço hoje no mercado. Os investidores, aqui e lá fora, estavam de olho no fator “dinheiro no bolso”. Nos Estados Unidos, finalmente terminou a aprovação do pacote de estímulos fiscais de US$ 1,9 trilhão, que lançará mais dólares na economia, colocando recursos nas mãos dos americanos.
E por aqui, a votação da PEC Emergencial, que permitirá o retorno do auxílio emergencial, caminhou na Câmara, que conseguiu preservar sua espinha dorsal, agradando o mercado.
A Jasmine Olga conta todos os detalhes do pregão de hoje na sua tradicional cobertura de mercados.
• A CVM colocou em audiência pública uma proposta que traz, entre outras novidades, a criação de uma lâmina para as ofertas públicas, um documento com as principais informações sobre as operações de forma bem mais resumida que os extensos prospectos. Saiba mais.
• A Raia Drogasil teve lucro de R$ 198,5 milhões no quarto trimestre, uma alta de 38,5% na comparação anual. A rede de farmácias ainda anunciou a compra de uma participação numa startup que utiliza dados para a redução da sinistralidade em saúde em grandes empresas.
• O aparente atraso do Assaí no e-commerce é uma decisão consciente e não impediu o forte crescimento das receitas da companhia em 2020. Ao menos é o que diz Belmiro Gomes, presidente da varejista, que acaba de ser separada do GPA, nesta entrevista.
• Uma startup chamada Cognitivo quer se tornar um "marketplace de especialistas em tecnologia gerenciado com inteligência artificial". A empresa fechou recentemente uma captação de R$ 2,4 milhões em uma rodada de investimentos.
• O governo enviou à Petrobras mais duas indicações para o conselho de administração da companhia, depois da debandada dos antigos membros do colegiado em protesto à intervenção de Bolsonaro no comando da estatal. Veja quem é quem.
• O governo quer criar um “fundo de amortecimento” para os preços dos combustíveis, por meio de um projeto de lei. Técnicos do governo projetam uma queda de R$ 0,08 por litro para o diesel e a gasolina, segundo esta reportagem.
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