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Se a primeira semana de 2021 nos mercados refletiu o otimismo geral com o novo ano que se iniciava, com perspectivas de vacinação contra o coronavírus e recuperação econômica, na segunda semana do ano, os investidores optaram pela cautela.
Por ora, 2020, o ano do qual todos queríamos nos livrar, ainda não ficou para trás. A pandemia de covid-19 segue forte o suficiente para governos terem voltado a impor medidas de distanciamento social, inclusive no Brasil.
Nesta sexta, o mundo completou 2 milhões de mortos. No Brasil, ultrapassamos pouco mais de 200 mil vítimas fatais da doença, e as cenas dos hospitais de Manaus sem oxigênio para seus pacientes chocaram o País.
Ainda não é agora que podemos prescindir de estímulos para que pessoas e empresas continuem tentando sobreviver. Nos Estados Unidos, o presidente eleito Joe Biden anunciou um pacote fiscal de quase US$ 2 trilhões de ajuda aos americanos.
Na verdade, o mercado esperava US$ 2 trilhões, e não gostou nada quando a cifra final foi de “apenas” US$ 1,9 trilhão. Agora, ainda teme que o pacote seja desidratado no Congresso.
Por aqui também se fala em estímulos, mas a situação é bem mais preocupante. As contas públicas já não os comportam, o que significa que os investidores não reagem tão bem a eles.
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A única vacina que nós de fato temos em território nacional até agora é a CoronaVac. O início e a logística da vacinação ainda são um tanto incertos, e atritos entre as nossas lideranças políticas evidenciam que, no combate à pandemia, o Brasil mais parece uma galinha decapitada correndo em círculos.
Com tudo isso em vista, o Ibovespa recuou hoje mais de 2%, fechando na casa dos 120 mil pontos. Alguém que acredite em numerologia poderia talvez dizer que o 2 não tem sido um número de sorte.
A Jasmine Olga conta tudo o que aconteceu nos mercados hoje e faz o balanço da semana nesta matéria.
• Em dia negativo para o Ibovespa, as ações da JHSF tiveram um dos melhores desempenhos do índice, após a companhia divulgar prévias operacionais fortes do segmento de incorporação. Veja os números.
• Even e Mitre também divulgaram prévias do quarto trimestre. A Even apresentou resultados mistos, com queda nas vendas e lançamentos, tanto na comparação anual quanto trimestral, mas teve geração de caixa forte. Já a Mitre apresentou números sólidos , com crescimento de 30,4% nos lançamentos e 31,6% nas vendas líquidas em 2020 ante o ano anterior.
• O BTG Pactual deverá ir às compras para dar mais musculatura à sua área de varejo digital. O objetivo é fazer frente ao aumento da concorrência de plataformas de investimento, turbinada pela expansão do número de investidores no Brasil. Saiba mais.
• Depois de bater recorde de produção no quarto trimestre, a Aura Minerals projeta crescimento de até 42% em 2021. A empresa também informou as metas para a produção no período de 2022 a 2024.
• O aplicativo de relacionamentos Bumble, concorrente do Tinder, planeja abrir capital na Nasdaq no próximo mês. A empresa pode levantar US$ 100 milhões no IPO. Entenda como a empresa funciona.
• O cronograma de entrega de dois milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford contra a covid-19 que o Ministério da Saúde afirma ter adquirido de um laboratório na Índia sofrerá atraso. A informação foi confirmada pelo Itamaraty.
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