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Bitcoin “lacrador”, a insistência do dólar de continuar tão caro e perrengue “nutella” na Suíça; confira o que foi destaque nesta semana
Caro leitor,
É difícil falar em vitória nos dias sombrios em que vivemos. Gente morrendo, hospitais lotados, lojas fechadas e todos de máscara.
Mas quando o assunto é “dinheiro” é necessário uma certa frieza.
Afinal, todo mundo tem conta para pagar. E a realização dos sonhos exige recursos financeiros.
Mesmo em tempos sombrios, é importante buscar o melhor resultado possível para seus investimentos. Ou seja: preservar seu patrimônio e fazer esse “bolo” crescer.
Mas dá para ganhar dinheiro no meio da crise?
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Ô se dá…
O Ibovespa rendeu perto de 6% em março. É um bom número se você considerar que o juro brasileiro agora é de 2,75% ao ano.
Mas esse retorno parece uma mixaria perto do bitcoin: alta de 30% no mês.
O ranking dos melhores e piores investimentos de março, feito com maestria pela repórter Julia Wiltgen, é a minha primeira indicação de leitura para o seu fim de semana. Veja abaixo a lista completa:
Depois de uma alta de cerca de 420% em reais em 2020, o bitcoin continua a subir em 2021. A criptomoeda acumula uma alta da ordem de 120% no ano. Só em março o retorno foi de 30,75%, o que colocou o bitcoin na primeira colocação do ranking de investimentos do mês.
O Seu Dinheiro traz todos os detalhes sobre o resultado de março para as diferentes aplicações. Quer saber mais sobre isso?
Outra que está se dando bem na pandemia é a Positivo. A empresa viu seu lucro engordar no ano passado com o aumento das vendas de notebooks. O produto andava meio fora de moda, mas ganhou um gás com o home office, assim como as ações da companhia.
A dúvida agora é se essa maré positiva veio para ficar. Para o CEO da empresa, Hélio Rotenberg, o momento é favorável não só pelo notebook, mas pelo avanço de outros projetos, como o de “casa inteligente” e de urnas eletrônicas. O repórter Kaype Abreu traz todos os planos da Positivo nesta entrevista exclusiva.
A semana fechou com um leve recuo do dólar, que encerrou a quinta-feira cotado a R$ 5,7153 (veja aqui a cobertura completa dos mercados na semana). O patamar ainda é alto considerando o histórico recente do país.
Aliás, muita gente esperava um alívio do câmbio com a alta da taxa Selic. Afinal, por que o dólar continua tão alto? O Matheus Spiess fez uma análise sobre a situação câmbio e mostra na sua última coluna por que o dólar não está cedendo.
Um dos textos mais comentados do Seu Dinheiro nesta semana foi a crônica do colunista Richard Camargo sobre um “dia difícil” para um operador dos mercados na Suíça.
Com um toque de humor, ele mostra como conceitos de volatilidade e risco dependem do referencial - e como o Brasil está a anos-luz de ser uma economia desenvolvida. Recomendo fortemente a leitura!
Jorge Paulo Lemann ficou rico no Brasil… e depois se mudou para a Suíça. Não conheço ninguém que ficou rico na Suíça e depois se mudou para o Brasil.
Há alguma vantagem em estar no terceiro mundo: por aqui a volatilidade é mais alta e a chance de sair do “nada” e mudar de patamar financeiro com tacadas certeiras nos mercados é maior.
Para Felipe Miranda, sócio-fundador da Empiricus, a bolsa brasileira tem 21 ações que são “Oportunidades de uma Vida”. Elas são, a seu ver, a melhor escolha para quem busca multiplicar seu capital. O repórter Caio Nascimento explica o que está em jogo neste texto.
Um grande abraço e ótimo fim de semana!
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