Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Recordar é viver

A Quarta-Feira de Cinzas inesquecível: um ano da pior ressaca de carnaval da vida dos investidores

Faltam alguns dias para a crise do coronavírus de fato completar um ano. Mas, pelo menos aqui no Brasil, foi em uma Quarta-Feira de Cinzas que tudo começou… Relembre os piores momentos da crise que mudou o mundo

Jasmine Olga
Jasmine Olga
17 de fevereiro de 2021
5:59 - atualizado às 23:17
Imagem: Shutterstock

Ah, a Quarta-Feira de Cinzas…. O tradicional dia que, para os religiosos, inicia o período da Quaresma, e, para os foliões, costuma ser o dia oficial da ressaca de Carnaval, após quatro dias de folia.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste ano, a Quarta-Feira de Cinzas terá um gosto amargo, afinal, a pandemia do coronavírus que segue assolando o mundo de maneira avassaladora cancelou as festividades em solo nacional - mas não a interrupção da bolsa brasileira, já que a B3 manteve a tradição e não funcionou nos últimos dias.

Ainda assim, o gosto não será tão amargo quanto o da Quarta-Feira de Cinzas do Carnaval passado. Lembro-me dessa época do ano em 2020 com grande nostalgia, já que foi o último momento em que pude estar com os meus amigos, que, em sua maioria, não vejo desde então.

Mas, para os investidores, a aquele dia foi só o “primeiro gostinho” do que viria ser uma das piores crises da história do mercado. Enquanto as bolsas estiveram fechadas pelo Carnaval, as coisas (que já davam sinais de não estarem muito boas) só ficaram piores no exterior. Com as negociações paralisadas por aqui, restou à bolsa brasileira corrigir tudo na volta aos negócios, que só aconteceu na parte da tarde do dia 26 de fevereiro de 2020.

Logo nos primeiros minutos do pregão, o principal índice da bolsa brasileira teve uma queda de 4%. No fim do dia, o recuo foi de 7% - naquele momento, a maior queda desde o fatídico Joesley Day, em maio de 2017. No mês de março, a queda foi de 30%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Do começo do ano até o pior momento da crise, que aconteceu no dia 23 de março, a bolsa brasileira perdeu quase 50% do seu valor, batendo nos 63.570 pontos e só foi possível recuperar o patamar pré-Carnaval em dezembro. Nesse período, tivemos oito meses bem intensos. E bota intensos nisso.

Leia Também

Os nervos ficaram à flor da pele tanto nos investidores como nos repórteres de mercados aqui na redação do Seu Dinheiro (e de outros veículos de Economia mundo afora), já que tivemos um caminhão de interrupções das negociações, com direito ao “botão do pânico” sendo acionado mais de uma vez em um único dia.

É, caro leitor, lá se foi um ano. A vacinação já começou, mas o coronavírus segue aí fora, sobrecarregando o sistema de saúde, fragilizando a economia e nos "roubando" uma vida normal. 

Nos mercados, a atuação rápida e quase ilimitada dos governos e Bancos Centrais garantiu um certo retorno à normalidade. Então, com a chegada da Quarta-Feira de Cinzas de 2021, decidimos relembrar os dias de pânico que com certeza entrarão para os livros de História.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Trajetória do Ibovespa do início da crise até fevereiro de 2021

Pré-Carnaval badalado

Antes de fechar a lojinha para celebrar o Carnaval, a B3 já havia visto dias melhores em 2020. Em janeiro, o principal índice da bolsa brasileira havia batido os 120 mil pontos, mas, depois disso, uma série de conflitos diplomáticos e uma cautela maior na Ásia com relação ao coronavírus já vinham segurando o fôlego dos investidores. 

O primeiro alerta sobre o novo coronavírus foi feito ainda em 2019 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), após o governo chinês anunciar a identificação de casos de uma pneumonia misteriosa em Wuhan e o isolamento dos pacientes. 

Foi só em 9 de janeiro que a "pneumonia misteriosa" foi identificada como uma nova variante do já conhecido coronavírus. Foi nesse dia também que a primeira morte ligada à doença foi registrada, em um chinês de 61 anos. 

Os primeiros casos fora do país foram divulgados no dia 13 de janeiro, mesmo dia em que a primeira morte "internacional", na Tailândia, foi anunciada. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro caso em solo americano, por sua vez, foi registrado em 15 de janeiro. Já as primeiras medidas severas de isolamento social, com cidades inteiras fechadas, começaram a ser anunciadas no fim de janeiro, prejudicando importantes centros econômicos na China e antecipando uma grave crise econômica para todo o mundo. 

O pânico durante a folia

Foi durante o Carnaval do ano passado que a situação do coronavírus passou a ficar ainda mais caótica. O problema já era considerado um tanto grave quando estava restrito à China, mas o pânico tomou conta do mundo quando cada vez mais países apresentaram um salto no número de casos. 

Foi após o feriado do Ano Novo Lunar, que movimentou milhões de pessoas na Ásia, que o vírus ganhou força no continente asiático, com a Coreia do Sul, Japão e Taiwan começando a apresentar casos da doença. 

Nos dias que antecederam o pânico nos mercados, a preocupação também bateu à porta do Velho Continente. A Itália - na época com sete mortos e pouco mais de 200 pessoas infectadas - mostrou que a doença ganhava força também na Europa, o que levou diversos países da região a fecharem suas fronteiras e minimizarem o tráfego de pessoas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto a bolsa brasileira esteve fechada, os índices globais tiveram dois dias de fortes perdas, alguns ultrapassando a casa dos 5% de queda em um único dia. O EWZ, principal ETF de ações brasileiras negociado em Nova York, já indicava que a B3 deveria passar por uma correção severa, já que também despencou mais de 5% durante a folga. 

O índice VIX, utilizado como régua para medir a sensibilidade e o "medo" do mercado, chegou a disparar mais de 46% em um único dia, e a cotação do ouro, tradicionalmente utilizado como uma reserva de valor e proteção, também começou a escalar...

O início do fundo do poço

Na Quarta-Feira de Cinzas, além da ressaca, todos já estavam preparados para o pior. E ele de fato aconteceu. Quando olhamos o gráfico da trajetória da bolsa brasileira, é fácil ver que o dia 26 de fevereiro marcou apenas a primeira grande queda do índice. 

A ressaca do pós-Carnaval

O dia também foi marcado pelo anúncio do primeiro caso de coronavírus no Brasil, em um senhor que havia acabado de voltar do exterior. É… Não tinha como ser muito diferente…

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A bolsa brasileira abriu a Quarta-Feira de Cinzas de 2020 com uma queda de 4% já nos primeiros minutos do pregão. Ao fim do dia, o recuo do Ibovespa foi de 7%, aos 105.718,28 pontos, perdendo mais de oito mil pontos em uma única tarde. 

Até aquele momento, esse era o pior desempenho para o índice desde o Joesley Day, quando a bolsa havia recuado quase 9%. A volta do Carnaval foi marcada também por estresse no câmbio, com uma alta de 1,11% no dólar à vista, que fechou o dia cotado a R$ 4,4413 — na época, um novo recorde nominal de fechamento e que foi aliviado por uma atuação do Banco Central. 

Esse foi um dia em que todos os papéis da carteira do Ibovespa apresentaram queda. Se a sessão foi ruim para todo mundo, ela foi particularmente amarga para as empresas aéreas e exportadoras, que sentiriam primeiro os efeitos da desaceleração da economia mundial e da restrição de circulação de pessoas.

A ressaca se prolongou

Se o ano realmente começa só depois do Carnaval, 2020 começou com o pé esquerdo. A Quarta-Feira de Cinzas foi só a ponta do iceberg do que se viu nos meses subsequentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Março de 2020 certamente entrou para a história. Assim como todo mundo aprendeu o que é um circuit breaker, já que a bolsa brasileira acionou o “botão do pânico” nada mais nada menos que seis vezes em um único mês - o mesmo número de vezes que o mecanismo foi acionado durante toda a crise de 2008.

O circuit breaker é uma espécie de mecanismo de defesa existente nas bolsas de valores em todo o mundo. Na B3, funciona assim: quando o Ibovespa recua 10%, as negociações são interrompidas, os investidores respiram fundo, e os negócios só são retomados após 30 minutos. 

Quando a queda ultrapassa os 15%, a pausa é de uma hora. Em casos de recuos superiores a 20%, a suspensão é feita por tempo indeterminado. 

O primeiro circuit breaker da crise do coronavírus foi no dia 9 de março. Nesse dia, a tensão global teve um empurrãozinho da briga entre Arábia Saudita e Rússia em torno do corte da produção de petróleo em meio a uma queda da demanda global por conta da crise, o que fez a commodity ter meses sangrentos. Ao fim do dia, o Ibovespa havia despencado mais de 12%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Fichinha” perto do que ainda viria. O botão voltou a ser acionado dois dias depois, com a OMS oficialmente declarando que o surto de coronavírus era uma pandemia. No dia 12, mais surpresas negativas. O mecanismo foi acionado duas vezes na mesma sessão, marcando um dos piores momentos da crise.

Na mínima do dia, a bolsa brasileira chegou a flertar com uma terceira paralisação, ao cair quase 20%, mas o índice conseguiu se "recuperar" e evitar a catástrofe. No fim do pregão, que também teve circuit breaker nos Estados Unidos, o principal índice da bolsa brasileira marcava uma baixa de 14,78%, aos 72.582,53 pontos. 

A queda estava longe de parar por aí. Nos dias 16 e 18 de março as negociações voltaram a ser paralisadas. Em março, a queda foi de 30%, com o pico da crise sendo no dia 23, quando o Ibovespa bateu os 63.570 pontos.

Os pontos de paralisação da bolsa brasileira

É... Até a recuperação total da bolsa brasileira, oito meses se passaram. Os bancos centrais em todo o mundo começaram a injetar uma quantidade de dinheiro nunca antes vista no sistema, garantindo a liquidez dos mercados e uma retomada da "normalidade" mesmo que os números da doença que abalou o mundo continuassem (e continuam) em níveis alarmantes. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A bolsa brasileira só conseguiu recuperar o patamar pré-carnaval no dia 4 de dezembro. O recorde de fechamento, anotado em janeiro de 2020, só foi batido um ano depois, em janeiro de 2021. Ainda assim, depois de tudo, o Ibovespa conseguiu fechar 2020 no azul, com uma alta de pouco mais de 2%.

Trajetória do Ibovespa de fevereiro a dezembro de 2020, quando retornou ao patamar pré-Carnaval

Não foi só a bolsa

No câmbio, o patamar dos R$ 5, nunca antes atravessado, se tornou o novo normal. A moeda americana chegou a encostar nos R$ 6 e, se não fossem as inúmeras atuações do Banco Central e uma desvalorização da divisa em escala global, o provável é que tivéssemos, de fato, ultrapassado a marca.

Com a alta volatilidade e a instabilidade dos mercados, não foram só o câmbio e a bolsa de valores (e todas as outras classes de ativos, em maior ou menor grau) que tiveram dias de pânico. 

No Brasil, até mesmo o “porto seguro” dos investimentos, o Tesouro Direto, teve dias de paralisação, após grande instabilidade nas taxas de juros. Por sinal, naqueles dias, as taxas de juros futuras dispararam, derrubando os preços dos títulos públicos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A primeira paralisação ocorreu no dia 11 de março - dia em que tivemos circuit breakers na bolsa brasileira e em Nova York - e se repetiu mais algumas vezes. Segundo explicações do próprio Tesouro, o mecanismo foi acionado de forma a garantir que as operações fossem realizadas a preços e taxas justos no mercado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A FONTE SECOU?

FII CACR11 fecha torneira de dividendos e derrete 42% na bolsa; entenda o que aconteceu e quando os proventos devem voltar a pingar

5 de maio de 2026 - 10:24

A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos

COMPRAR OU VENDER?

O gringo saiu e a Vale (VALE3) sentiu: ações caem 3% com debandada estrangeira e pressionam Ibovespa

4 de maio de 2026 - 18:40

Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos

EQUILIBRANDO A EXPOSIÇÃO

RBVA11 em expansão: FII adiciona Estácio, PBKids e Pátio Maria Antônia no portfólio por mais de R$ 100 milhões

4 de maio de 2026 - 17:32

Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre

TOP PICKS DE ENERGIA

Nem Cemig (CMIG4) nem Axia Energia (AXIA3): Safra dá veredito de compra para uma ação elétrica e diz quais são as favoritas do setor

4 de maio de 2026 - 16:55

O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras

SEM AQUISIÇÃO POR COTAS

Quer lucrar com a corrida do e-commerce? BTLG11 lança emissão aberta ao investidor — e você deveria entrar, segundo a Empiricus

4 de maio de 2026 - 15:05

Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo

SEM PROPOSTA

CVC (CVCB3) em alta na bolsa: companhia de viagens nega ter recebido proposta de aquisição para OPA

4 de maio de 2026 - 10:42

O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo

RECICLANDO O PORTFÓLIO

LOG (LOGG3) fecha maior venda da história com acordo de R$ 1,02 bilhão com FII do Itaú; veja os detalhes da operação

4 de maio de 2026 - 10:05

A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia

SADIA HALAL

IPO de US$ 2 bilhões a caminho: MBRF (MBRF3) dá passo final para colocar uma gigante na bolsa; veja detalhes

4 de maio de 2026 - 9:11

A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões

NOVAS MÁXIMAS

Bolsas de NY renovam recordes com esperança em relação à guerra no Irã; Nasdaq fecha acima dos 25 mil pontos pela primeira vez

1 de maio de 2026 - 18:26

Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA

SOBE E DESCE

Duas siderúrgicas e um estranho no ninho: o que levou Usiminas (USIM5), Hapvida (HAPV3) e Gerdau (GGBR4) às maiores altas do Ibovespa em abril?

1 de maio de 2026 - 15:32

Já o carro das ações com pior desempenho foi puxado pela MBRF; veja os rankings completos das melhores e piores ações do mês

MAÇÃ DE OURO

Ação da Apple (AAPL) sobe depois de alta de quase 20% no lucro com sucesso do iPhone 17; saiba qual é o risco no horizonte

1 de maio de 2026 - 11:48

A falta de chips não é o único obstáculo da inteligência artificial para as empresas de tecnologia, que mostram que a corrida pela IA vai custar caro

SD ENTREVISTA

Bolsa brasileira não está barata, mas vale a pena pagar mais caro por boas empresas, afirma gestor da Itaú Asset

30 de abril de 2026 - 16:05

Ao Seu Dinheiro, Rodrigo Koch, responsável pelas estratégias de ações da família Optimus, explica por que trocou a busca por “barganhas” pela segurança da liquidez

INADIMPLÊNCIA NO ARRANHA-CÉU

FII BMLC11 leva calote e move ação de despejo contra locatária do prédio mais alto do RJ; entenda os impactos nos dividendos

30 de abril de 2026 - 11:40

O espaço ocupado pela empresa representa cerca de 2% da área bruta locável (ABL) do BMLC11, o que limita o impacto operacional

RENDA EXTRA PARA COMPRAS

Iguatemi (IGTI11) prevê investimentos e dividendos milionários para 2026; confira o anúncio da operadora de shopping centers

30 de abril de 2026 - 11:01

A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida

PRESSÃO TOTAL

O dia em que o otimismo evaporou da bolsa, fez o Ibovespa fechar no pior nível em um mês e Nova York sucumbir

29 de abril de 2026 - 17:53

No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)

JOIA RARA

Bradsaúde (ODPV3) faz olhos do Itaú BBA brilharem, que eleva a recomendação para compra; mas entenda qual é o risco

29 de abril de 2026 - 15:45

O Itaú BBA acredita que é uma uma operadora líder geradora de caixa, investimentos hospitalares de alto retorno e um perfil atrativo de dividendos

TOUROS E URSOS #268

O dólar está ‘no limite’? Por que este gestor especialista em câmbio não vê muito mais espaço para queda

29 de abril de 2026 - 14:30

Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais

AUMENTOU A VACÂNCIA

Fundo imobiliário perde inquilina que responde por 16% da receita; confira os impactos no bolso dos cotistas

29 de abril de 2026 - 10:46

Os espaços que serão devolvidos pela inquilina representam, aproximadamente, 11,7% da área bruta locável (ABL) do portfólio do HOFC11

LOGÍSTICA DAY

Nova casa do Mercado Livre: FII do BTG Pactual entrega maior galpão built-to-suit da América Latina; confira os detalhes do novo espaço

28 de abril de 2026 - 18:02

O imóvel é o primeiro ativo de desenvolvimento (greenfield) realizado pela plataforma logística do BTG Pactual

O DÓLAR VAI DERRETER?

Nem Lula, nem Flávio Bolsonaro: o vencedor nas pesquisas eleitorais é o real — e Citi monta estratégia para lucrar com o câmbio

28 de abril de 2026 - 17:08

Enquanto o mercado teme a urna, o banco norte-americano vê oportunidade; entenda a estratégia para apostar na valorização do real diante do cenário eleitoral acirrado no Brasil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia