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Pressões para lados divergentes preconizam tensão e volatilidade no mercado local
O sol encerra hoje sua passagem por Touro e prepara-se para iniciar o ciclo por Gêmeos. Não sei se é por causa disso, mas é bom começar o dia preparado para muita tensão e volatilidade no mercado financeiro brasileiro.
Na véspera, a reação dos investidores à ata da mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) azedou o ambiente na B3.
Ainda que longe dos piores momentos da tarde, o Ibovespa fechou em queda de 0,28%, aos 122.636 pontos, enquanto o dólar avançou 1,17%, de volta à casa dos R$ 5,31.
Os investidores andavam ansiosos pela ata do Fed. Estavam em busca de qualquer indício de quando a autoridade monetária norte-americana poderá começar a abandonar sua política de juro básico próximo de zero ou reduzir o tamanho de seu programa de compra de ativos.
Eis que encontraram por lá um número considerável de diretores do Fed defendendo o início das discussões sobre a redução do programa de compra de ativos.
Trata-se de algo muito abstrato ainda. Desde o ano passado, a autoridade monetária dos Estados Unidos tem sinalizado a intenção de ser mais tolerante com a inflação com a ideia de voltar a subir a taxa básica de juro somente em 2023. Mas a sinalização foi suficiente para sugerir que o Fed está se sentindo pressionado pela alta dos preços.
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Seja como for, o clima segue azedo no exterior e a ata tem potencial de seguir fazendo preço hoje na abertura por aqui.
A medida provisória que prevê a privatização da Eletrobras foi aprovada na noite de ontem pela Câmara dos Deputados. O tema segue agora para o Senado. Se a MP passar sem alterações no Senado, seguirá para sanção presidencial. Caso contrário, retornará à Câmara. A validade da medida provisória expira em 22 de junho.
Os agentes do mercado financeiro são amplamente favoráveis à privatização que, se aprovada nos moldes propostos, tenderá a aumentar o preço da conta de luz.
De qualquer modo, apesar de grande parte da apreciação já ter sido precificada, analistas veem ainda mais espaço para valorização das ações da holding de geração e transmissão de energia se a privatização passar.
A CPI da pandemia volta a ouvir hoje o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde. Ontem, o depoimento foi interrompido depois que o ex-ministro passou mal em um dos intervalos da audiência. A expectativa é de que hoje os senadores se debrucem sobre as diversas contradições observadas nas falas feitas ontem por Pazuello.
Enquanto isso, diante da agenda de indicadores vazia hoje, os investidores devem olhar com mais atenção para os dados semanais de pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos.
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