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Enquanto agenda de balanços perde força, investidores voltam suas atenções para o payroll, o IGP-DI e as vendas no varejo
Não é segredo que o Ibovespa encontra-se consideravelmente atrás de seus pares no rali que levou os principais índices de ações do mundo a novos recordes históricos desde a colossal injeção de liquidez aplicada pelos bancos centrais para fazer frente à crise desencadeada pela pandemia, ainda no primeiro semestre do ano passado.
O próprio Ibovespa alcançou um novo topo histórico em janeiro de 2021, num rali de início de ano que levou o principal índice de ações da B3 aos 125 mil pontos. Desde então, apesar das projeções cada vez mais otimistas de diversas corretoras para o desempenho do Ibovespa este ano, o índice segue patinando.
É fato que as persistentes tensões políticas em Brasília em meio ao avanço desenfreado da pandemia vêm mantendo os investidores com pelo menos um pé atrás. Ainda assim, a bolsa brasileira anda de novo às voltas com os 120 mil pontos. Tem parecido até aquele artilheiro em má fase. Ele chega na cara do gol, mas no momento de ir pra galera chuta a bola em cima do goleiro, é prensado pela zaga, acerta (?) a trave ou simplesmente isola.
Ontem, a bola do Ibovespa ficou batendo e rebatendo naquele persistente chuveirinho na área. No minuto final, quando a pelota sobrou limpa e macia - era só empurrar pra dentro -, o artilheiro furou.
Depois de passar o dia entre leves altas e baixas, oscilando dentro de uma margem bastante estreita, a bolsa subiu apenas 0,3%, ficando nos 119.920 pontos. O impulso do índice veio principalmente da reação dos investidores ao grande volume de balanços corporativos desta semana.
A grande estrela dos negócios na véspera, porém, foi o mercado de câmbio. O dólar recuou 1,6%, voltando à faixa dos R$ 5,27. Um dos motivos foi a demanda de estrangeiros pelo real para retornar ao mercado de taxas depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) ter elevado a taxa Selic a 3,50% ao ano e sinalizado um novo aumento do juro básico na reunião marcada para junho.
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Hoje, os mercados internacionais amanhecem com um apetite por risco moderado. A maior parte das bolsas asiáticas fechou em alta, os principais índices de ações da Europa sobem, o dólar cede terreno e os indicadores futuros de Wall Street apontam para uma abertura no azul.
Lá fora, os investidores aguardam a divulgação do payroll, o relatório oficial do mercado de trabalho nos Estados Unidos.
Por aqui, a agenda de indicadores locais ganha novo fôlego hoje com os dados do IGP-DI de abril, que trará novos informações sobre o dragão da pressão inflacionária combatido pelo Banco Central, e das vendas no varejo em março, que devem mostrar novamente considerável retração, segundo as estimativas dos analistas.
Já a agenda de balanços corporativos dá um pouco de descanso depois de uma semana extremamente agitada. Hering e JHSF são as únicas integrantes do Ibovespa a divulgarem hoje seus resultados trimestrais.
A não ser que surja alguma novidade fora do radar, são estas as balizas que deverão influenciar os negócios hoje e definirão se o Ibovespa finalmente encontrará seu caminho de volta aos 120 mil pontos ou se sucumbirá a algum eventual ajuste de carteira.
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