🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Não deu match?

Oportunidade ou mico? Por que a ‘nova’ Americanas (AMER3) lidera as quedas do Ibovespa após fusão com a B2W

A fusão entre Lojas Americanas e B2W era muito aguardada e considerada essencial para o processo de crescimento da empresa, mas desde que o casamento se concretizou, as ações entraram em queda livre

Jasmine Olga
Jasmine Olga
11 de outubro de 2021
6:21 - atualizado às 11:44
Montagem de pessoa apontando o controle para tv com série na Netflix de nome Americanas S.A. e ao lado um casal em jantar romântico, o homem com o logo da B2W atrás e mulher com o logo da americanas atrás
Montagem de série Americanas S.A. romântica da Netflix estrelando B2W e Americanas - Imagem: Montagem Andrei Morais/Shutterstock

Esta reportagem é sobre Americanas (AMER3), mas o roteiro da companhia parece ter saído de uma novela mexicana. Os dois personagens principais, que compartilham um histórico de parceria e amizade desde o berço, parecem ter sido feitos um para o outro. Todos ao redor percebem que separados eles são apenas uma fração do que poderiam ser juntos, mas uma série de adversidades os mantém afastados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outros tantos pares se formam e acabam ficando com o protagonismo da novela, até que os dois pombinhos finalmente se juntam e… Não era exatamente o que o público estava esperando.

Não é que o casal principal não tenha química. É que o roteiro que os levou a ficar juntos foi um tanto confuso. E mesmo depois de tanta expectativa e espera, o público não está mais tão confiante no potencial dessa história. 

Essa “história de amor” com final que deveria ser feliz, mas deixou os investidores com um sorriso amarelo, é uma síntese do que tem sido a fusão de Lojas Americanas, uma tradicional marca do mundo físico, e a B2W, uma potência do mundo digital, para o mercado financeiro. 

O enredo resultou em uma queda das ações e também da audiência — diversos analistas com quem conversei deixaram de acompanhar a companhia ao ficarem pessimistas com a reestruturação proposta. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois de anos de expectativa do mercado, o noivado entre as empresas até que foi rápido. O anúncio dos planos foi feito no fim de abril e em julho, mais especificamente no dia 19, a B2W incorporou os ativos operacionais para se tornar Americanas S.A. Na mesma data, BTOW3 passou a ser negociado como AMER3. 

Leia Também

Desde então, os papéis têm enfrentado um caminho turbulento na bolsa - Americanas S.A acumula um tombo de 55% enquanto a holding Lojas Americanas (LAME4) cai 54%. As empresas ostentam o título nada honroso de piores do Ibovespa em 2021. No ano, o principal índice da bolsa acumula queda de 5%.

As ações de Lojas Americanas e Americanas S.A acompanham o movimento de queda visto no Ibovespa

Mas foi tão ruim assim?

Quem olha para o gráfico acima até pode pensar que a fusão é algo negativo para as empresas. Mas não é bem isso. A operação em si não é ruim e era muito esperada pelo mercado. Há quem diga até que deveria ter acontecido muito antes, mas a forma escolhida para a “junção dos bens” causou estranheza.

O desenho complexo da operação também desagradou a maior parte do mercado. A Lojas Americanas detinha cerca de 70% do capital da B2W, seu braço digital, mas foi a segunda empresa que incorporou a maior companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Duas empresas nasceram daí:  AMER3, que reúne todos os ativos digitais e operacionais, como as lojas físicas e estoques; e LAME4, que ficou com uma estrutura de holding, detendo apenas o investimento em Americanas S.A, 

Mas existe uma particularidade importante que explica o porquê de essa ter sido a estrutura escolhida. Com a reestruturação em vigor, as Lojas Americanas seguem com o controle da companhia e ainda podem aproveitar um crédito tributário de R$ 3,4 bilhões herdados dos seguidos prejuízos reportados pela B2W.

A operação foi confusa para os analistas, que tiveram algumas rodadas de conversa com as empresas para entender melhor o negócio, e para os minoritários. Antes, quem detinha ações das Lojas Americanas era acionista de uma empresa que reportava lucro e, a partir da fusão, passou a deter participação em uma empresa que gera prejuízo e queima caixa. 

Os especialistas com quem conversei concordam que a melhor escolha teria sido a criação de uma única empresa e não a estrutura de holding que está em vigor hoje. Por agregar ativos que não geram lucro operacional e apenas carregam os investimentos feitos pela companhia, o  tradicional “desconto de holding” surge como mais um peso para as ações. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os controladores optaram pelo segundo caminho justamente para preservarem o controle, o que até gerou desconforto, mas todos concordam: se as empresas seguissem operando separadamente, a perda de competitividade seria quase irreversível.

Fred Trajano, do Magazine Luiza, já sabia disso anos atrás, e, por isso, sempre encarou suas operações físicas e digitais como complementares. Enquanto o Magalu colhe os frutos de uma ideia que parecia visionária, os concorrentes correm atrás. 

A união dos canais online e físico traz inúmeros benefícios para a companhia, que pode entrar de vez na era da multicanalidade, permitindo uma infinidade de comportamentos de consumo para os clientes, e otimização dos seus gastos operacionais.

A diferença é que empresas como o Magazine Luiza entenderam isso anos atrás, enquanto a B2W e as Lojas Americanas seguiram insistindo em uma segregação das duas partes — ainda que o discurso fosse o de que as empresas operavam de forma integrada mesmo separadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro ponto que deixou o acionista minoritário confuso foi a mudança do preço de tela dos ativos. “O ajuste fez com que os investidores perdessem a referência de preço, o que incentivou a venda. O timing também não foi dos melhores, já que vimos uma virada de mercado. É normal que as pessoas vendam até entenderem o que tá acontecendo e depois retornem”, explica Breno Francis de Paula, analista da Inter Research. 

Além de confusa, a reestruturação está inacabada. A companhia ainda tem planos de migrar para a Nasdaq, mas ninguém sabe muito bem como esse processo vai ser feito. Para um gestor, é hora de “esperar para ver” — com mais informações, talvez a confiança retorne. 

Além das fronteiras

Para ser justo, não é só a estranheza com a forma que a operação foi feita que pesou sobre os papéis nos últimos meses. A grande aversão ao risco que tomou conta dos negócios e fez o Ibovespa cair 15% desde as máximas também desempenha um papel de vilão nessa história. 

As incertezas em torno da elevação da inflação, a perda de renda real da população e os atritos político-fiscais que pressionam os juros futuros afetam também outras empresas de e-commerce, que passaram a ter um movimento de queda mais pronunciado desde junho, após o ânimo com as teses de reabertura da economia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As ações AMER3 e LAME4 lideram as quedas do Ibovespa no ano, mas suas principais concorrentes - VIIA3 e MGLU3 - não ficam muito atrás, em queda de 50% e 39%, respectivamente. A desaceleração do e-commerce durante a reabertura econômica e a redução de estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro pesam sobre esse resultado. 

Os investidores monitoram não só o comportamento da Selic, como também o que acontece nos Estados Unidos. Isso porque a inclinação da curva de juros não afeta apenas a redução da atividade econômica, mas também impacta com mais força empresas cuja geração de valor está no futuro. 

Execução na corda bamba

A proximidade do fim do ano traz uma verdadeira maratona de datas importantes para o varejo. Em outubro, temos o Dia das Crianças e a Black Friday, data que ganhou força no Brasil nos últimos anos. Em dezembro, o Natal é o grande catalisador de compras, principalmente após quase dois anos de demanda reprimida por causa do coronavírus. 

Rafael Passos, sócio da Ajax Capital, aponta que, embora a forma como a fusão foi feita tenha desagradado boa parte do mercado, o grande problema não está na integração das companhias e sim nos números operacionais dos últimos trimestres. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tradicionalmente, o e-commerce já possui margens mais espremidas, mas no caso das Lojas Americanas, essa linha do balanço chama ainda mais atenção.

Um gestor explica que como a empresa está em um período de transição, os ganhos de margem são ainda menores e prejudicados pela estratégia adotada para recuperação de participação no mercado — um gasto expressivo com marketing.  Para o analista do Inter, embora essa seja uma preocupação no momento, as coisas devem melhorar em 2022. 

Para Cotrim, da Frontier Capital, o grande ponto que afasta as Lojas Americanas ainda mais de seus concorrentes é que, no momento, as atenções estão voltadas para a integração entre as companhias — uma preocupação que Magazine Luiza, Mercado Livre e Via, por exemplo, não possuem —, ainda que a empresa tenha ativos bons e competitivos, principalmente em sua área logística. 

“Obviamente as companhias já operavam juntas e essa sinergia não deve ser um trabalho hercúleo, deixando o processo mais rápido. Mas as outras companhias não têm essa preocupação, o que as leva a direcionarem os seus esforços para a melhoria da sua operação e monetização, e o tempo é um ativo importante nesse segmento. Pode ser custoso para as Americanas correr atrás mais tarde”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro ponto que incomoda o analista é o histórico da antiga B2W em não entregar os números projetados, o que coloca um ponto de interrogação nas metas previstas pelas Americanas.

“Eles estão bem vocais sobre a meta de crescer mais que os líderes, mas qual o custo disso? Será que eles terão que abrir mão de muita rentabilidade? Eles têm bons ativos, agora é confiar na gestão para gerar valor, crescimento e aumento de retorno”, reforça o analista. 

Dentre os ativos destacados como promissores e que podem gerar valor com uma boa administração estão:

  • As mais de 2 mil lojas físicas;
  • Os mais de 50 milhões de clientes ativos;
  • Uma plataforma de marketplace em transformação;
  • Marca forte;
  • Ame, uma fintech incipiente, mas muito promissora;
  • Mais de 20 centros de distribuição e a perspectiva de novas inaugurações. 

Hora de comprar AMER3 E LAME4?

Segundo a plataforma TradeMap, nove casas de análise mantêm recomendação de compra para os papéis de AMER3 e outras seis são neutras, com um preço-alvo que vai de R$ 46 a R$ 120, todos acima da cotação atual de R$ 32,72. Já LAME4 coleciona 12 recomendações de compra e duas análises neutras. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Que os papéis estão descontados e valendo menos do que deveriam os entrevistados ouvidos pelo Seu Dinheiro concordam, mas nem por isso todos acreditam que é hora de colocar Americanas na sua carteira. 

Breno Francis de Paula, do Inter, se mostrou o mais otimista. Para ele, a bolsa brasileira está próxima de um ponto de virada e, por tabela, os papéis de Americanas devem acompanhar - principalmente se a empresa apresentar resultados robustos nos próximos trimestres, o que deve se sobrepor às dúvidas deixadas pela forma como a fusão foi feita. 

O Inter estima que os papéis AMER3 podem chegar até R$ 52, um potencial de alta de 54% se levarmos em conta o fechamento da última sexta-feira. Para LAME4, o preço-alvo é de R$ 7. A conclusão da casa é que os ativos estão baratos para o que podem entregar no futuro. 

Um outro gestor ouvido pelo Seu Dinheiro é menos otimista, mas esse sentimento não é uma exclusividade com os papéis da varejista. Como o cenário de negócios segue desafiador no curto prazo, a preferência vai para papéis com uma função mais defensiva. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Se estivéssemos em um contexto de mercado positivo, a história poderia ser outra. Americanas está extremamente descontada, mas isso não é suficiente. Não só pelo momento que ela vem passando, mas também pelo cenário  macro”. 

Eduardo Cotrim, da Frontier Capital, também está mais seletivo. Para ele, no momento é mais fácil apostar em uma empresa que não gere tantas dúvidas.

“Acho que o lado operacional irá melhorar, mas se temos empresas que estão mandando bem na execução, por que apostar na incerteza? Não sabemos como será a segunda etapa da reorganização. Prefiro perder um pouco do potencial de alta agora, mas ver a companhia entregando no futuro, do que apostar hoje e ela patinar por mais algum tempo”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar