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O IBC-Br acima das expectativas deu um pouco de fôlego para o Ibovespa, mas foi uma piora do sentimento do consumidor nos Estados Unidos que permitiu a recuperação
Com uma queda acumulada de quase 2% na semana, o Ibovespa até tenta, mas tem sido difícil se firmar em alta nesta Sexta-feira 13. Os balanços corporativos e a expectativa de aceleração da recuperação econômica ajudam, mas a cautela pesa.
O dia está longe de ser um pesadelo, mas com o clima pesado em Brasília, o grande receio em torno das contas públicas e o noticiário corporativo cheio de balanços de empresas de peso, resta pouco espaço para o otimismo e recuperação.
Depois de abrir o dia em alta e na sequência renovar as mínimas do dia, o Ibovespa tenta se firmar no campo positivo. Por volta das 16h, o principal índice da bolsa tinha leve alta de 0,31%, aos 121.069 pontos. O dólar à vista acompanha o movimento visto no exterior e recua 0,30%, a R$ 5,2406.
Tanto a queda da moeda americana quanto a sutil melhora do Ibovespa, acompanham dados negativos da economia americana que acabam repercutindo positivamente. O sentimento do consumidor nos EUA tiveram uma forte queda, a 70,2, enquanto a perspectiva era de estabilidade. Segundo Marcio Lórega, gerente de research do Pagbank, com a percepção de que a economia não está forte o suficiente, a ala do Federal Reserve que defende um adiamento da retirada dos estímulos monetários deve ganhar força.
Enquanto a bolsa brasileira acumulava perdas nos últimos dias, os índices americanos renovaram máximas atrás de máxima. O S&P 500 e o Dow Jones seguem em alta, mas o Nasdaq fica próximo da estabilidade nesta manhã.
O número impacta o Ibovespa e o câmbio, mas o mercado de juros ainda pesa a situação fiscal. Mais cedo, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, voltou a puxar a orelha de Brasília, reforçando a importância da disciplina fiscal após a pandemia e também a responsabilidade do BC em controlar as expectativas de inflação de curto e longo prazo. Mas os principais contratos de DI operam em alta. Confira:
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O dia começou com boas notícias no campo macroeconômico. A prévia do PIB do Banco Central, o IBC-Br, avançou 1,14% em junho no comparativo mensal, ficando acima das expectativas do mercado. Mas esse número tem dois lados. A mediana das expectativas era de um avanço de 0,5%.
A aceleração do índice de atividade econômica significa que a economia pode crescer mais intensamente do que o inicialmente projetado, mas também volta a levantar dúvidas sobre a pressão inflacionária que a retomada econômica é capaz de gerar.
Após entregar resultados consistentes no segundo trimestre, as ações da Embraer são um dos principais destaques do dia. Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| CPFE3 | CPFL Energia ON | R$ 26,09 | 6,93% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 20,60 | 6,30% |
| HGTX3 | Cia Hering ON | R$ 40,83 | 6,08% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 15,62 | 5,19% |
| ENGI11 | Engie units | R$ 43,19 | 4,96% |
Os balanços das varejistas trouxeram uma preocupação: será que o e-commerce vai continuar crescendo em ritmo acelerado nos próximos meses? Além do fim da pandemia e a reabertura da economia, a elevação do juro no país deve impactar o consumo. Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| AMER3 | Americanas S.A ON | R$ 43,87 | -6,32% |
| LAME4 | Lojas Americanas PN | R$ 6,17 | -6,09% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 20,30 | -3,20% |
| VVAR3 | Via Varejo ON | R$ 11,69 | -3,15% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 18,77 | -3,00% |
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