🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

fechamento da semana

Tensão em Brasília leva Ibovespa de volta aos 110 mil pontos e afunda estatais; dólar vai a R$ 5,60

Em semana marcada pela tensão entre governo e mercado, o Ibovespa recuou 7,09%, de volta aos 110 mil pontos. O dólar disparou acima dos R$ 5,60

Jasmine Olga
Jasmine Olga
26 de fevereiro de 2021
19:30 - atualizado às 20:37
Bolsonaro Mercados Baixa Petrobras Banco do Brasil Eletrobras
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O Brasil sem sombra de dúvidas já viu meses de fevereiro melhores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tudo bem que foi há exatamente um ano, em um dia 26 de fevereiro, que o primeiro caso de covid-19 foi oficialmente anunciado no país e que os mercados começaram a rolar ladeira abaixo, então 2020 não serve muito como parâmetro. Mas, pelo menos naquela época o Carnaval ainda estava liberado, e ficaram as histórias para contar. 

Mesmo sem folia em 2021, começamos o mês esperançosos de que a definição das eleições legislativas no Congresso, com a presidência do Senado e da Câmara na mão de candidatos apoiados pelo governo, traria tempos de paz. Fevereiro era para ser o mês das reformas, das vacinas e do auxílio emergencial. Mas não foi bem assim que a história se desenrolou, e o recuo de 4,37% do Ibovespa no período está aí para provar que não foi fácil. 

Ao invés de um templo de harmonia, Brasília está em pé de guerra. Depois de muitas ameaças, o presidente Jair Bolsonaro de fato interferiu no comando de uma estatal, ao indicar um general para o lugar de Roberto Castello Branco na Petrobras, traindo não só a confiança do mercado como também a do seu ministro Paulo Guedes.

E o presidente pode estar em vias de perder também o presidente do Banco do Brasil, André Brandão, que anda na corda bamba para se manter no cargo já há algum tempo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A notícia de que Brandão já informou pessoas próximas de sua saída e deixou o cargo à disposição do governo, conforme divulgado pela imprensa, veio para coroar uma semana extremamente negativa para o Ibovespa e que marca um novo capítulo do relacionamento do governo federal com o mercado financeiro. No fim do dia, após o fechamento do mercado, o Banco do Brasil divulgou uma nota afirmando que o presidente André Brandão não renunciou, mas o estrago já tinha sido feito. 

Leia Também

É bem verdade que a disparada do rendimento dos títulos do Tesouro americano provocaram uma “fuga” de capital dos ativos de risco, o que pressionou as moedas e bolsas emergentes, mas, ainda assim, os nossos problemas domésticos falaram mais alto. 

Nesta sexta-feira (26) o principal índice da bolsa de valores recuou 1,98%, aos 110.035 pontos. Na semana, marcada pela tensão envolvendo as estatais, a queda foi de 7,09%. O dólar também teve dias de estresse e voltou a marcar R$ 5,60, após avançar 1,66% na tarde de hoje, a R$ 5,6055. O avanço na semana foi de 4,09%, enquanto a alta em fevereiro foi de 2,39%. 

A disparada do dólar ocorreu mesmo com uma atuação frequente do Banco Central, com quatro atuações nos últimos dois dias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que um tema que causa grande frustração no mercado e que não foi definido nesta semana é a forma de financiamento do auxílio emergencial. O texto da PEC Emergencial, que havia sido prometido para a última quinta-feira (25), causou polêmica no Congresso ao incluir a retirada do piso mínimo de despesas com saúde e educação. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, prometeu a votação para a próxima quarta-feira (03), enquanto isso, a questão segue pairando sobre a cabeça dos investidores. 

Com tantos fatores no radar, não foi só a curva de juros americana que acelerou a alta. Por aqui, os contratos futuros tiveram um novo dia de avanço. Confira as taxas de fechamento:

  • Janeiro/2022: de 3,63% para 3,74%
  • Janeiro/2023: de 5,45% para 5,59%
  • Janeiro/2025: de 7,14% para 7,23%
  • Janeiro/2027: de 7,80% para 7,84%

Dança das cadeiras

O mercado ainda nem se recuperou da interferência feita pelo governo no comando da Petrobras e pode ter que lidar com uma nova substituição. 

Segundo informações do jornal "O Globo", o presidente do banco, André Brandão, sinalizou a pessoas próximas que quer deixar o comando da instituição e já avisou o presidente Jair Bolsonaro de que o cargo está à disposição e que permanece nele até a escolha de um substituto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Banco do Brasil emitiu uma nota no fim do dia afirmando que o presidente não renunciou, mas as ações do BB cederam quase 5% com a possibilidade, em uma semana que não foi nada fácil para as estatais. 

A mudança feita por Bolsonaro no comando da Petrobras, na sexta-feira passada, deixou o mercado em dúvida sobre o compromisso do governo federal com a pauta liberal, o que fez as ações das estatais sangrarem e pesarem no Ibovespa ao longo de toda a semana, mesmo diante de bons números dos balanços trimestrais. 

Nos últimos dias, o Executivo vem tentando sinalizar que a pauta econômica segue viva, firme e forte, com o encaminhamento de uma medida provisória que abre caminho para a privatização da Eletrobras e um projeto de lei para a privatização dos Correios. Até agora são só acenos e ainda não convencem, de fato, o mercado.

A saída de Brandão da chefia do Banco do Brasil já é especulada há algum tempo. No começo do ano, o presidente Jair Bolsonaro chegou a ameaçar publicamente Brandão de demissão, após o BB anunciar uma reestruturação que envolve o fechamento de agências e desligamento de funcionários. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Caso a saída se confirme, o episódio pode deixar ainda mais forte a faceta intervencionista do governo Bolsonaro e dificultar as pazes com o mercado. 

Nem o lucro recorde salvou

Não tem como falar da semana sem falar em Petrobras, estatal no meio da crise entre o governo e o mercado. Em meio aos ruídos e idas e vindas em Brasília, a companhia apresentou um resultado positivo no quarto trimestre de 2020. O lucro foi de R$ 7,1 bilhões no ano e de quase R$ 60 bilhões só no último trimestre. Ao longo da semana, o ainda presidente da companhia, Roberto Castello Branco, rebateu algumas críticas do presidente Bolsonaro e disse ter entregado a recuperação prometida. 

As ações da companhia até tentaram ensaiar uma recuperação após o tombo de mais de 20% na segunda-feira, mas não foi possível. Hoje, a tensão em Brasília mais uma vez pesou sobre as estatais. As ações PN da petroleira recuaram 4,10% (queda de 18,62% na semana) e as ON tiveram queda de 3,11% (18,27% na semana). 

A Vale não é mais estatal, mas com grande peso no Ibovespa, a expectativa era de que o seu lucro de US$ 739 milhões (R$ 4,8 bilhões) no quarto trimestre de 2020, revertendo o prejuízo de US$ 1,6 bilhão (R$ 6,4 bilhões) do mesmo período do ano anterior, impulsionasse os negócios. No entanto, as ações da mineradora recuaram 1,24%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dragão em disparada?

As conversas intermináveis sobre o pacote de estímulos fiscais nos Estados Unidos seguem, mas trazem consigo uma nova preocupação: o superaquecimento da economia americana irá levar a uma escalada inflacionária?

Esse medo faz com que os investidores comecem a precificar uma alta da taxa de juros antes do que era inicialmente esperado. Ao longo da semana, os rendimentos do T-note de 10 anos atingiram as máximas de um ano, mesmo após o presidente do Fed (Federal Reserve, o Banco Central americano) tentar acalmar os ânimos dos investidores.

Powell e diversos outros dirigentes da instituição afirmaram que este é um movimento natural e que não existe risco para a inflação no longo prazo. Além disso, os atuais níveis de estímulos devem ser mantidos até que a economia de fato se recupere.

No entanto, a alta dos títulos americanos ocorre porque a leitura do mercado é de que, para conter a inflação, os bancos centrais terão que voltar a aumentar as taxas de juros antes do previsto. Com a valorização dos títulos, os investidores tendem a tirar seu dinheiro da bolsa para os títulos do Tesouro, considerados investimentos mais seguros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A situação não afetou somente as bolsas emergentes. Na Ásia e na Europa a situação também pesou e fez a semana terminar em queda. 

Hoje, somente o Nasdaq terminou o dia em alta nos Estados Unidos, com avanço de 0,56%. O Dow Jones e o S&P 500 recuaram respectivamente 1,50% e 0,47%, ainda que longe das mínimas do dia.

A inflação americana medida pelo índice PCE avançou 0,3% em janeiro. Com isso, o indicador passou a acumular uma alta de 1,5% em 12 meses, ainda abaixo da meta de 2%, mas acima do 1,3% do mês anterior, o que ajudou a acalmar os mercados.

Sobe e desce

Ao comentar o desempenho negativo das empresas do índice na tarde de hoje, o analista da Ativa Investimentos Marcio Lórega explicou que as empresas produtoras de commodities, que vinham sustentando o Ibovespa nos últimos dias, não conseguiram suportar a pressão e acabaram cedendo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A principal queda do dia ficou com a BRF, após a empresa divulgar os seus resultados trimestrais. Na sequência, tivemos Via Varejo, na expectativa pelo balanço que deve ser divulgado na semana que vem e na esteira de um desaquecimento da economia. Confira os principais destaques negativos do pregão desta sexta-feira:

CÓDIGONOME VALORVARIAÇÃO
BRFS3BRF ONR$ 21,64-7,16%
VVAR3Via Varejo ONR$ 11,87-6,02%
CSNA3CSN ONR$ 32,87-5,16%
HGTX3Cia Hering ONR$ 14,90-5,04%
SULA11SulAmérica unitsR$ 33,03-5,03%

Tivemos mais um dia com poucos destaques positivos na sessão. Apenas três empresas terminaram no azul, com destaque para a Minerva Foods, que também divulgou o seu balanço na noite de ontem:

CÓDIGONOME VALORVARIAÇÃO
BEEF3Minerva ONR$ 9,703,30%
ENEV3Eneva ONR$ 68,002,27%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 24,180,50%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar