🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

FII DO MÊS

Quer se proteger da avalanche dos juros? Veja os melhores fundos imobiliários para investir em novembro

A trajetória de alta da Selic já estava precificada pelo setor, mas os FIIs contavam que o risco fiscal voltasse ao centro do radar e provocasse uma avalanche na curva de juros

Larissa Vitória
Larissa Vitória
8 de novembro de 2021
6:03 - atualizado às 11:32
Selo Melhores Fundos Imobiliários 2 | Fundo Imobiliário Bresco Logística BRCO11 FIIs Magazine Luiza Fundo Imobiliário
Confira os três fundos preferidos de cada corretora para o mêsImagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Depois de dois meses seguidos de queda, os fundos imobiliários começam outubro com boas perspectivas. Alpinistas experientes, os FIIs escalavam o gráfico de desempenho ponto a ponto e chegaram a subir mais de 1% na primeira metade do mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de preocuparem, os ventos trazidos pela trajetória de alta da taxa Selic já estavam previstos e precificados pelo setor. Os FIIs só não contavam que o risco fiscal voltasse ao centro do radar e provocasse uma avalanche na curva de juros.

O furo no teto de gastos, aberto para acomodar despesas com o Auxílio Brasil, caiu como uma bomba para todos os ativos de renda variável. Quem apostava na resistência do ministro da Economia — um dos principais defensores desse pilar para a saúde fiscal do país — para conter a manobra, se decepcionou.

Depois de sucessivas derrotas para a ala política, Paulo Guedes se retirou da discussão e isentou-se de responsabilidade pelo formato do programa social. Com a “licença para gastar” aprovada pelo ministro, a PEC dos Precatórios, que vai sacramentar o drible na regra, caminha a passos largos no Congresso. O texto ganhou o primeiro dos dois sinais verdes necessários  na Câmara na semana passada; o segundo turno da votação deve ocorrer amanhã (9).

Ventania altera plano de voo do BC

O impacto da medida não foi sentido apenas pelos ativos alpinistas. O avião do Banco Central, que sobrevoa o Everest financeiro e acompanha os movimentos do mercado, também foi afetado pela tempestade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente do órgão e comandante da aeronave, Roberto Campos Neto, havia reforçado que não alteraria o plano de voo a cada nova leva de dados econômicos. Em setembro, o Comitê de Política Monetária do BC (Copom) deixou contratada uma nova alta de 1 ponto percentual para a taxa básica de juros brasileira. 

Leia Também

Mas, com a rota prejudicada pelos novos rumos fiscais, os dirigentes recalcularam o rumo da Selic. A taxa foi elevada em 1,50 ponto percentual, para 7,75% ao ano, e deve passar por mais uma alta semelhante na próxima reunião, encerrando o ano em 9,25%.

Com isso, o que caminhava para ser um mês de recuperação terminou com a terceira derrota seguida dos FIIs. O IFIX, índice que mede o comportamento dos fundos mais negociados na Bolsa, encerrou outubro com um recuo de 1,47% e acumula perdas de 6,78% em 2021.

Por que os FIIs sofrem com a alta da Selic?

Mas o que a pressão na curva de juros tem a ver com o desempenho dos fundos imobiliários? A resposta para essa pergunta passa por dois fatores principais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro é que alta nos juros aumenta também os retornos dos produtos de renda fixa. O cenário é um prato cheio para alimentar os investimentos mais conservadores. Títulos do Tesouro Direto atrelados à inflação, por exemplo, já pagam mais de 5,5% ao ano de juro real.

Na hora de calcular a rentabilidade e os riscos, os FIIs acabam em desvantagem e sua atratividade é reduzida. Além disso, os juros salgados também encarecem as construções e o crédito, incluindo os financiamentos de longo prazo - menos afetados que os de curto prazo, mas dos quais o setor imobiliário é muito dependente.

Há esperanças no setor

Quem tende a ver o copo sempre meio cheio pode encarar o momento como uma boa oportunidade para pagar barato por fundos de tijolo, especialmente afetados pelo redemoinho fiscal e político.

Para quem não gosta de arriscar nas quedas, porém, vale destacar que nem todos os FIIs sofrem com a alta dos juros. Na verdade, os fundos de papel, que investem em títulos de renda fixa relacionados ao mercado imobiliário, podem ser até beneficiados pela Selic crescente. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque sua rentabilidade está normalmente atrelada a indexadores que se alimentam desse cenário um tanto quanto caótico, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) e o Certificado de Depósito Interbancário (CDI). 

Um exemplo dessa classe de ativos são os recebíveis imobiliários (CRI), os únicos a escaparem da queda em outubro. Veja abaixo:

SegmentoRentabilidade em outubro
Recebíveis imobiliários0,94%
Shoppings/Varejo-0,84%
IFIX-1,47%
Híbridos-2,06%
Logístico/Industrial-2,47%
Fundos de fundos-2,94%
Outros-3,49%
Escritórios-4,86%
Fonte: Santander

Conheça os fundos imobiliários preferidos para novembro

O fundo de investimento favorito das corretoras em novembro também faz parte dessa classe de ativos: o VBI CRI (CVBI11). O FII recebeu novamente quatro recomendações — foi mantido nos top três de Ativa, Guide, Necton e Santander — e é, pela quarta vez consecutiva, ouro no pódio do Seu Dinheiro. 

Quem acompanhou a nossa indicação no mês passado viu o ativo ficar praticamente no zero a zero, com alta de 0,04%. Mas, apesar de tímido, o resultado ainda passa longe da queda de 1,47% do IFIX no período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para a segunda posição foi preciso aumentar a produção de medalhas de prata, pois tivemos um empate entre cinco fundos: Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11), Kinea Índice de Preços (KNIP11) RBR Rendimento High Grade (RBRR11), TRX Real Estate (TRXF11) e Valora RE III (VGIR11), com duas recomendações cada.

Confira a seguir os três fundos preferidos de cada corretora entre os indicados nas suas respectivas carteiras recomendadas para novembro:

Veja também os fundos mais promissores para o restante de 2021. Confira no vídeo abaixo (e aproveite para seguir o canal do Seu Dinheiro no YouTube para receber mais conteúdos como esse):

VBI CRI (CVBI11) — esquiando na tempestade

Longe de se assustar com a avalanche dos juros, o campeão de novembro tirou os esquis do armário e surfa pela neve, desviando de obstáculos que costumam atrapalhar a vida de outros FIIs.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O feito é possível graças às características centrais de seu portfólio: enquanto o avanço da Selic e o sopro do dragão inflacionário assustam muitos investidores, quem aposta no VBI CRI (CVBI11) pode lucrar com a alta dos preços e dos juros. 

O produto investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Letras Hipotecárias (LH), Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras Imobiliárias Garantidas (LIGs), classes de ativos cujos rendimentos podem estar diretamente ligados à alta da inflação e das taxas de juros.

Para se ter uma ideia do impacto dos índices, 69% do portfólio do fundo é composto por títulos indexados ao IPCA e 31% por títulos ligados ao CDI. Com 35 ativos na carteira, a taxa média de alocação é: IPCA + 6,9% e CDI + 3,6%.

Com isso, desde que entrou em nossa seleção, a projeção de rendimentos do FII tem crescido mês a mês. Segundo os analistas do Santander, o dividend yield — indicador que mede o rendimento de um ativo a partir do pagamento de dividendos — previsto para os próximos 12 meses fica em torno dos 11,5%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O portfólio do fundo, que é considerado diversificado pelas corretoras, ganhou uma adição recentemente com a alocação de R$ 44,6 milhões no CRI Cash ME VIII, com taxa de IPCA+ 5,75% ao ano.

Agora, 90,3% do patrimônio líquido do VBI CRI está alocado em certificados de recebíveis imobiliários com rentabilidade média de 13,7% ao ano. Confira abaixo os percentuais de alocação por segmento:

  • Residencial (27%);
  • Logística (21%);
  • Loteamento (20%);
  • Shopping (14%);
  • Outros (12%);
  • Educacional (6%);

O Santander aponta que a concentração nos setores de Logística, Loteamento e Residencial, que respondem por 68% do total dos investimentos, é um fator de risco aos investidores, mas assegura que o produto segue uma política de crédito bem estruturada pela gestora.

O banco afirma que, com os recursos de sua sexta emissão de cotas (R$ 330 milhões), o fundo “poderá diversificar ainda mais a carteira de CRIs e aproveitar melhores oportunidades nas operações estruturadas”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação, aprovada em meados de setembro, será realizada com preço de subscrição por cota de R$ 101. Segundo o prospecto definitivo, os cotistas com Direito de Preferência poderão exercer a opção até amanhã (9). Para mais novidades, acompanhe a página de comunicados ao mercado do CVBI11.

Repercussão — entre mortos e feridos

Em mais um período com ganhos escassos para os FIIs, um dos destaques da seleção de outubro — o Valora RE III (VGIR11), segundo lugar no pódio do mês passado — liderou a ponta positiva da tabela, com alta de 2,90%.

Apesar da alta tímida em outubro, o VBI CRI, nosso campeão, também garantiu a sobrevivência em um mês no qual apenas seis dos indicados pelos analistas anotaram ganhos. Veja na tabela a seguir o desempenho de todos os fundos dos top 3 das corretoras em outubro:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar