🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

FECHAMENTO

Ibovespa engata segunda alta consecutiva, mas tempo segue fechado em Brasília

O Orçamento segue empacado e a situação fiscal preocupa, mas NY e as commodities vieram para salvar o dia e fazer o Ibovespa fechar a sessão no azul

Jasmine Olga
Jasmine Olga
13 de abril de 2021
18:29 - atualizado às 20:41
chuva, arco-íris
Imagem: Shutterstock

Se você vive na cidade de São Paulo, deve saber bem o que significa olhar para o céu nublado ao acordar e não ter a mínima ideia do que esperar do clima até o fim do dia. A versão 2021 da bolsa brasileira também costuma ser assim, imprevisível. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dia começou no vermelho e a bolsa chegou a cair 0,65%. Mesmo com o cenário político tenso em Brasília e a preocupação com as contas públicas nas alturas, o Ibovespa conseguiu fechar o segundo dia consecutivo em alta. A inflação americana até ameaçou azedar o dia, mas o Federal Reserve mais uma vez apagou o incêndio, garantindo que o cenário de estímulos deve seguir inalterado e patrocinando um alívio do dólar em escala global. 

A recuperação veio conforme os juros dos Treasuries engataram uma queda expressiva em Nova York e o setor de commodities se firmou em alta por aqui. O Ibovespa fechou a sessão longe das máximas - com as questões domésticas impedindo voos mais altos -, mas com um avanço de 0,41%, aos 119.297 pontos, maior nível desde 18 de fevereiro. 

O recuo dos juros dos títulos do Tesouro americano favoreceu as moedas emergentes nesta tarde, mas o dólar desacelerou quase completamente a queda na reta final, recuando 0,08%, a R$ 5,7176, bem longe da mínima do dia, que foi de R$ 5,6641. Poderia ter sido melhor. 

Álvaro Azevedo, sócio da Vero Investimentos, lembra que questões como a má gestão da pandemia e das contas públicas pesam sobre as nossas perspectivas de crescimento e acabam levando a uma descorrelação maior entre o mercado brasileiro e o resto do mundo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Falando em andar descolado, enquanto os juros futuros americanos entraram em queda, os brasileiros seguiram subindo. A preocupação com a deterioração das contas públicas falou mais alto, principalmente na ponta mais longa da curva. Confira as taxas de fechamento do dia:

Leia Também

  • Janeiro/2022: de 4,72% para 4,78%
  • Janeiro/2023: de 6,55% para 6,71%
  • Janeiro/2025: de 8,25% para 8,41%
  • Janeiro/2027: de 8,93% para 9,02%

O discurso colou?

Nos últimos meses, o Federal Reserve vem reforçando de diversas formas que acredita que a pressão inflacionária gerada pela recuperação econômica deve ser passageira e insuficiente para que os estímulos monetários sejam retirados ou simplesmente diminuídos. 

Hoje o dia começou com tensão justamente por causa da inflação. A repercussão negativa da decisão de suspender a vacina da Johnson & Johnson para investigação de alguns efeitos colaterais relatados no país foi só a cereja no bolo. 

O índice de preços ao consumidor (CPI) americano apresentou um avanço de 0,6% em fevereiro, marginalmente acima da mediana das expectativas do mercado. Em um primeiro momento o número fez pressão sobre a curva de juros, mas a situação mudou de quadro após um leilão bem-sucedido realizado pelo Tesouro americano e pelos novos (velhos) sinais do Federal Reserve de que um aperto na política monetária não está nos planos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente do Fed, Jerome Powell, falou sobre o assunto no fim de semana e afirmou que a alta de juros para este ano faz parte de um cenário muito improvável. Hoje foi a vez de outros dirigentes do Fed reforçarem o recado. Além disso, a distrital de Nova York anunciou uma expansão no seu programa de compra de ativos, o que animou os investidores. 

Nos lustres do castelo

Em Brasília, os sinais também seguem os mesmos - e isso não é uma boa notícia. O Orçamento de 2021 segue sendo o principal ponto de tensão doméstica, pressionando tanto o lado político quanto o fiscal. O presidente Jair Bolsonaro foi aconselhado a vetar trechos da pauta pela equipe econômica, para evitar crimes de responsabilidade. Os investidores estão no aguardo da sanção presidencial, para saber se ela deve ocorrer com ou sem veto.

Uma das saídas pode ser uma nova Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê um aporte de até R$ 18 bilhões em obras patrocinadas por parlamentares fora do teto de gastos, mas a ideia não agrada o mercado, já que seria uma forma de contornar o limite. 

Outro elemento que pressiona o cenário político-fiscal é a CPI da Covid. A leitura no Plenário do Senado do requerimento de criação da CPI da Covid estava prevista para esta terça-feira (13). O temor do mercado é que o assunto monopolize a atenção do Congresso e deixe de lado pautas como as reformas e privatizações. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Comissão Parlamentar de Inquérito deve investigar ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia e o colapso da saúde no estado do Amazonas no começo do ano. O temor do mercado é que o assunto monopolize a atenção do Congresso e deixe de lado pautas como as reformas e privatizações. Parlamentares ligados ao presidente tentam contornar a situação tentando adiar e incluir governadores e prefeitos na investigação. 

E mais uma vez o dia foi salvo…

… graças às commodities, as meninas superpoderosas da bolsa brasileira. O bom desempenho das empresas do setor, principalmente as empresas do setor siderúrgico, que vivem um bom momento, puxaram o Ibovespa para cima. 

Mas o dia também foi de alta para o petróleo, que avançou com uma melhora na projeção de demanda feita pela Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). Por tabela, as ações de Petrobras e PetroRio fecharam em alta.

VÍDEO: Estamos em um novo ciclo de alta de commodities?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em termos absolutos, as grandes estrelas do dia foram as varejistas, após o país apresentar crescimento do volume de vendas em fevereiro. O dado foi animador, afinal, o país vive um recrudescimento das medidas de isolamento social e o pagamento do auxílio-emergencial só foi retomado na última semana. 

As ações do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) também merecem destaque, após o controlador da empresa, o grupo francês Casino, anunciar que estuda realizar uma oferta de ações da empresa de e-commerce na qual o Pão de Açúcar tem participação. Na visão dos analistas, o movimento deve destravar valor das ações do GPA. Veja os detalhes nesta matéria do Ivan Ryngelblum.

Já a alta das ações da Cogna ocorre logo após a companhia anunciar mudanças em sua gestão. Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEVALORVAR
LAME4Lojas Americanas PNR$ 24,079,31%
BTOW3B2W ONR$ 68,988,97%
COGN3Cogna ONR$ 4,335,87%
PCAR3GPA ONR$ 39,115,70%
YDUQ3Yduqs ONR$ 32,674,38%

O recuo dos papéis da Eneva se deve a venda de um bloco de 27 milhões de ações feita pelo BTG Pactual, o equivalente a 10% da posição do banco na companhia. Confira os piores desempenhos do dia:

CÓDIGONOMEVALORVAR
ENEV3Eneva ONR$ 16,78-7,09%
MRVE3MRV ONR$ 17,99-2,76%
CIEL3Cielo ONR$ 3,75-2,09%
MRFG3Marfrig ONR$ 17,86-2,08%
ECOR3Ecorodovias ONR$ 11,47-1,97%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar