Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

As apostas do mercado

As ações favoritas para o mês de maio, segundo 16 corretoras

Depois da operação de guerra montada no ano passado, o setor financeiro mostra que saiu da crise muito melhor do que o esperado e domina as indicações para maio.

Jasmine Olga
Jasmine Olga
5 de maio de 2021
6:04 - atualizado às 16:47
Ações do mês | ação JBS JBSS3
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Assim que o Santander Brasil divulgou os seus resultados do primeiro trimestre, lá no fim de abril, o meu colega Vinícius Pinheiro, especialista máximo quando o assunto é bancos aqui no Seu Dinheiro, escreveu assim: "Disseram que os bancos estavam na pior. Mas esqueceram de contar para o Santander". Isso porque a operação brasileira do bancão espanhol atingiu o maior lucro já registrado em um único trimestre — R$ 4 bilhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a temporada de balanços ganhando força, fica cada vez mais claro que de fato o pior ficou para trás. Nos últimos dias, o Itaú também trouxe resultados acima do esperado. Ontem foi a vez do Bradesco, e os investidores olham cada vez mais com os olhos brilhando para o setor financeiro. 

Antes mesmo do coronavírus bater na nossa porta, os "mensageiros do apocalipse" já falavam sobre como a concorrência das novas empresas de tecnologia (fintechs) poderia representar o fim dos bancos tradicionais como os conhecemos. Depois, a desaceleração econômica parecia ter vindo para sacramentar essa realidade. 

O Santander Brasil não figurou entre as principais indicações do mercado neste mês, mas dois dos seus pares sim, mostrando que os fantasmas que ameaçavam assombrar o setor andam ficando para trás — as ações preferenciais do Bradesco (BBDC4) e as do Itaú Unibanco (ITUB4) foram as escolhidas.

A B3 (B3SA3), administradora da bolsa brasileira, tem aparecido cada vez mais por aqui nos últimos meses e fecha a tríade de indicações do setor financeiro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o que leva o setor a renascer como uma fênix?

Bom, além do desconto acumulado nos últimos anos nos papéis do setor, o recente aumento da Selic, a manutenção da inadimplência sob controle e uma redução das provisões bilionárias feitas no pior momento da crise devem aumentar os ganhos da margem financeira e da tesouraria.

Leia Também

Além da reversão das provisões e gestões mais enxutas, os bancos também devem ser beneficiados por decisões favoráveis ao setor em projetos relacionados à tributação e taxas de juros que hoje se encontram no Congresso. Juntando isso a uma recuperação econômica mais rápida do que o esperado, os bancos devem em breve tornar a registrar lucros em patamares pré-covid. 

A B3 ficou com a medalha de bronze, com três indicações, e o Itaú foi a escolha de quatro casas. Já o Bradesco divide a medalha de ouro com uma velha conhecida - a Vale (VALE3) -, com cinco indicações. Com os investimentos em infraestrutura crescendo rapidamente em todo o mundo e o preço do minério de ferro não mostrando sinais de enfraquecimento, a companhia segue se fortalecendo como uma das empresas mais sólidas da América Latina. 

Além das empresas que compõem o pódio das mais indicadas pelos analistas, vale destacar também as companhias que tiveram duas indicações. É o caso de Iguatemi (IGTA3), Marfrig (MRFG3), Rumo (RAIL3) e BTG Pactual (BPAC11). Confira a tabela completa de indicações:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entendendo a Ação do Mês: todos os meses o Seu Dinheiro Premium consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são as principais apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 ações, os analistas indicam as suas três prediletas. Com o ranking nas mãos, selecionamos as que contaram com pelo menos duas indicações.

Bradesco - Melhor do que os melhores

Nos últimos dias, as ações preferenciais e ordinárias da companhia sobem forte na expectativa pelos números do primeiro trimestre - o Bradesco registrou um lucro de R$ 6,5 bilhões no 1º trimestre, uma alta de 73,6% ante ao mesmo período do ano passado. Esse é o retrovisor, mas a perspectiva de futuro também é boa e por isso o ativo foi a escolha de cinco instituições - Banco Santander, Elite Investimentos, CM Capital, Nova Futura e Investmind.

Os analistas acreditam que o Bradesco encontra-se em uma tendência de alta - no curto e no longo prazo -, sendo negociado a múltiplos atrativos e se destacando perante os seus pares. O anúncio do aumento do programa de recompra e ações só reforça esse ponto. Para a Elite Investimentos, a companhia é a mais preparada dentre os grandes bancos para capturar todo o potencial de melhora do cenário.

Essa é uma visão também compartilhada com os analistas do Santander. “O Bradesco é a nossa escolha entre os bancos privados, principalmente pelo perfil da sua carteira de crédito e pelo potencial de melhora na eficiência de suas operações. Para o próximo ano, vislumbramos um aumento da carteira acima do mercado e uma relevante redução das despesas operacionais”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, os analistas do banco também pontuam que o Bradesco hoje possui a melhor execução potencial em despesas com vendas e administrativas, é o maior pagador de dividendos em 2021 entre os grandes bancos e tem um alto retorno potencial. 

B3 - Faça chuva ou faça sol, ela está ganhando

Termos da moda é o que não faltam no mercado financeiro. Assim como as coleções de outono, inverno, primavera e verão, novos termos - na maior parte das vezes anglicalizados - vivem surgindo e desaparecendo rapidamente nas rodas de conversa da Faria Lima. 

Um que parece que veio para ficar e que ganha cada dia mais força é o “financial deepening” - termo utilizado para caracterizar o crescimento do leque de serviços financeiros oferecidos no país. Tem muita gente pronta para surfar essa onda no Brasil, mas ninguém parece mais pronto que a B3, empresa que tem o monopólio da bolsa brasileira. Um cenário que não deve mudar tão cedo. 

A empresa foi a seleção de três instituições - Órama Investimentos, Planner Corretora e Necton. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A B3 hoje é a maior bolsa de valores da América Latina em valor de mercado, com mais de 340 companhias listadas que totalizam um valor de mercado de mais de US$ 900 bilhões. E a lista de pretendentes só aumenta.

Além de investir pesado em novos tipos de produtos, a B3 se favorece da volatilidade que deixa os repórteres de mercado - e investidores - de cabelo em pé (falo por experiência própria). 

Sem concorrentes ou perspectivas de adversários, a B3 (B3SA3) tende a ganhar em todos os cenários. Além de ser um ativo visto como defensivo para a carteira, com a volatilidade em alta, os volumes negociados também aumentam e a receita recebe o impacto positivo desse movimento. 

“Nossa perspectiva para este ano é de que o volume diário médio siga em alta, o que, combinado com o bom histórico de entrega de resultados e desenvolvimento de novos produtos, justifica um nível de avaliação elevado” - Banco Santander

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos últimos meses, a empresa sofreu uma derrapada e acumula uma desvalorização, mas, para os analistas, essa é uma boa oportunidade de compra.

Itaú - Mostrando tração

Depois de quatro trimestres de queda, o lucro do Itaú cresceu 63,6% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado - a R$ 6,398 bilhões. Com a perspectiva de que o maior banco privado do país volte aos trilhos, Ativa Investimentos, Planner Corretora, Banco Daycoval e Terra Investimentos apontaram a ação entre as suas favoritas.

Enquanto no ano passado as provisões contra calotes pesaram no balanço, os analistas destacam a forte redução no custo de crédito como um ponto positivo nos primeiros três meses do ano.

"Combinado com aumento da margem financeira e menores despesas operacionais, isso permitiu que o retorno sobre patrimônio líquido alcançasse patamares próximos ao pré-covid”, comenta a equipe de research da Ativa Investimentos.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como fator de risco, os analistas destacam a deterioração da qualidade da carteira de crédito, mas a projeção é que isso melhore ao longo de 2021. Para Mario Mariante, da Planner Corretora, o crescimento do lucro e do retorno nos próximos meses deve ser sustentado por uma margem financeira maior, estabilidade das despesas não decorrentes de juros e uma redução no custo do crédito. 

Grande temor durante a crise, a inadimplência do Itaú se mantém controlada, e a busca por maior eficiência é um dos grandes destaques da gestão atual. Diante deste cenário, o Itaú segue conservador na concessão de crédito, com o foco voltado para produtos de menor risco - como empréstimo consignado e financiamento de veículos e imobiliário.

Vale - Cumprindo os prognósticos

O aumento na produção e o avanço do preço do minério de ferro em escala global, aliados a uma gestão mais eficiente, vêm impulsionando a receita da Vale e fazem com que ela não saia da cabeça dos analistas do mercado financeiro. 

Há mais de um ano ela é presença garantida entre as ações mais indicadas - e quase sempre na primeira posição. Uma alta superior a 160% só nos últimos 12 meses. Dessa vez não foi diferente. A companhia foi a seleção de cinco instituições - Investmind, CM Capital, Nova Futura, Guide Investimentos e Órama Investimentos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No primeiro trimestre de 2021, a mineradora teve um lucro menor que o projetado pelo mercado, mas ainda assim 2.200% maior do que o mesmo período do ano passado - US$ 5,546 bilhões. 

As coisas não devem parar por aí. Com Estados Unidos e China investindo alguns trilhões em obras de infraestrutura, a expectativa é que a demanda e o preço do minério de ferro sigam em alta. Os analistas já estão apostando que a companhia, que já é a empresa mais valiosa da América Latina, pode crescer ainda mais e ultrapassar a casa dos R$ 850 bilhões em valor de mercado.

A polêmica da vez fica por conta da declaração dada por Eduardo Bartolomeo, presidente da mineradora, sobre uma possível cisão da operação de metais básicos da companhia. O comentário foi feito durante uma teleconferência com analistas e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pediu explicações. 

Retrospectiva

Em um mês marcado pelo fim da novela do Orçamento e novos pacotes de estímulos trilionários nos Estados Unidos, a bolsa brasileira avançou quase 2%, mas ainda encontra dificuldades para se reaproximar do seu topo histórico. O que segura o índice são os persistentes ruídos poíticos e o cenário fiscal, que seguem fazendo pressão sobre os negócios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pegando carona na valorização do preço do minério de ferro, as empresas ligadas às commodities metálicas tiveram um bom desempenho e seguraram o Ibovespa. A Vale, principal indicação do mês passado, avançou 10,68% em abril. Fechando o pódio, nós tivemos Itaú Unibanco - que recuou 1,96% - e as ações da B3 - que tiveram uma quda de 6,36%. Confira o retorno de todas as indicações do mês passado:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DINHEIRO NA CONTA

Renda extra vai pingar: B3 (B3SA3) pagará R$ 372,5 milhões em juros sobre capital próprio — até quando investir para ter direito?

27 de março de 2026 - 13:11

Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta

VEJA DETALHES DO BALANÇO

Azul (AZUL53) tem prejuízo 330% maior em 2025 e projeta ‘voo eficiente’ para este ano

27 de março de 2026 - 12:57

Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números

FII EXPERIENCE 2026

FIIs de shopping centers estão com os dias contados? Gestores dizem que não — e a reforma tributária é um dos motivos

26 de março de 2026 - 19:58

Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa

QUEM LEVA ESSA?

Na mira do dinheiro gringo: Goldman elege o Brasil entre emergentes e revela as ações para lucrar

26 de março de 2026 - 18:15

Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco

IMERSÃO MONEY TIMES

“Para quem estava com medo da bolha em IA, agora é hora de entrar”: tensão global derruba ações e abre ponto de entrada

26 de março de 2026 - 16:00

Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor

O MOTOR DO PREGÃO

Petrobras (PETR4) descobre novo poço, mas rali vem de fora e puxa petroleiras em bloco na bolsa

26 de março de 2026 - 13:50

Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor

UM ATIVO, UMA INQUILINA

Vinci Logística (VILG11) quer pagar R$ 56,1 milhões pelo único ativo de outro FII de logística; entenda a operação

26 de março de 2026 - 12:40

O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina

HASTA LA VISTA, BABY

Nova carteira: 4 ações devem dar adeus ao Ibovespa em maio, segundo Itaú BBA, e IRB(Re) (IRBR3) é uma delas

25 de março de 2026 - 15:10

Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo

PARA IR ÀS COMPRAS

Renda passiva: Allos (ALOS3) anuncia pagamento de R$ 438 milhões em JCP e dividendos; veja datas e valores por ação

25 de março de 2026 - 11:02

Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito

SINAL VERDE PARA INVESTIR

Itaúsa (ITSA4): ‘presente’ de R$ 8,7 bilhões e outros dois gatilhos podem impulsionar a ação, diz Bradesco BBI; o que está em jogo?

23 de março de 2026 - 19:57

Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026

ENTENDA O MOVIMENTO

Maior alta do Ibovespa: por que as ações da MBRF (MBRF3) dispararam hoje e o que Trump tem a ver com isso

23 de março de 2026 - 17:44

Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa

VEJA DETALHES DO NEGÓCIO

Parceria bilionária entre Cyrela (CYRE3) e Helbor (HBOR3) anima mercado e agrada BTG, mas há um ‘porém’; veja qual e o que fazer com as ações

23 de março de 2026 - 14:36

Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado

5° MELHOR DIA DESDE 2021

Trégua na guerra dá fôlego ao Ibovespa, que salta mais de 3%, enquanto dólar cai a R$ 5,2407; apenas uma ação ficou no negativo

23 de março de 2026 - 12:13

Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda

OS DESTAQUES DA SEMANA

Após ‘cumprir profecia’, Eneva (ENEV3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto Minerva (BEEF3) é ação com pior desempenho na semana

21 de março de 2026 - 16:00

Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim

CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

SLC Agrícola (SLCE3) já deu o que tinha que dar? Bank of America eleva preço-alvo após rali em 2026; veja se vale a pena comprar

21 de março de 2026 - 12:00

Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA

JCP

Proventos na veia: Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio; veja detalhes

21 de março de 2026 - 9:30

Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril

NO TOPO DO MUNDO

Ibovespa dispara e tem melhor desempenho do mundo em dólar — enquanto Merval, da Argentina, fica na lanterna global

19 de março de 2026 - 19:40

Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda

REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia