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Depois de uma semana do tweet que pegou o mercado de surpresa com o "fim do namoro", Musk volta atrás e tenta reconciliação

O excêntrico bilionário Elon Musk voltou a movimentar os criptomercados com sua arma preferida: o twitter. O CEO da Tesla estava respondendo alguns seguidores na rede social quando afirmou que a empresa de carros elétricos vendeu apenas 10% dos seus bitcoins.
Mas não foi isso que deu ânimo aos mercados e fez a principal criptomoeda subir mais de 10%. Na frase seguinte, Musk disse: “Quando uma quantidade razoável de energia renovável (em torno de 50%) for usada pelos mineradores, a Tesla pode voltar a adotar transações em bitcoin".
Isso animou os mercados na manhã desta segunda-feira (14). Por volta das 10h20, o bitcoin (BTC) avançava 12,44% nas últimas 24h, aos US$ 40.408,06, o maior patamar em quase um mês de baixa.
O HASH11, ETF (fundo de índice, em inglês) em criptomoeda da bolsa brasileira, também está em alta. No mesmo horário, ele avançava 6,27%, cotado a R$ 37,14.
Com essa valorização, todo o mercado de criptomoedas está em movimento de recuperação. O valor global do criptomercado avança 11,05%, valendo US$ 1,69 trilhão no mesmo horário. Confira como andam dez principais moedas:
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A pouco mais de uma semana, Musk usou sua conta no twitter para decretar o “fim do namoro” com o bitcoin. Naquele momento, o bilionário fez o valor da moeda, que já sofria com as restrições de mineração da China, cair na casa dos 6,0%. Desde então, o bitcoin tem lutado para se manter no patamar dos US$ 35 mil.
O bilionário Elon Musk proibiu a Tesla de aceitar bitcoins e levantou a questão ambiental como um dos motivos. Vale lembrar que o consumo de energia elétrica da criptomoeda é quase metade do que o atual sistema bancário usa, de acordo com pesquisa recente.
Esse foi o primeiro escorregão que colocou a principal criptomoeda do mercado em rota de colisão. Em seguida, a China começou uma série de medidas para proibir a mineração de criptomoedas no país, o que atingiu as cotações em cheio e preocupou o mercado.
Você pode conferir as regiões que proibiram a mineração clicando aqui.
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