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Mesmo assim, o “uptober” ainda é positivo: no mês, a principal criptomoeda do mercado avança 38,82%
É preciso ter uma casca forte para aguentar os solavancos do mercado de criptomoedas. Depois de atingir as máximas históricas na última terça-feira (19), o bitcoin (BTC) recua para o patamar de US$ 60.835,30 (R$ 343.708,86), uma queda de 2,21%.
Isso representa uma queda de 1,39% na semana, revertendo os ganhos dos últimos dias. Mesmo assim, o “uptober” ainda é positivo: no mês, a principal criptomoeda do mercado avança 38,82%.
Para Marco Castellari, CEO da Brasil Bitcoin, o ativo passa por um movimento forte de ajuste. Para ele, correções após altas históricas são comuns, já que grande parte dos compradores entraram recentemente nesse mercado por conta da euforia, e vários investidores estão vendendo para realização de lucro.
“Mas é apenas questão de tempo para que o preço estabilize e volte a subir, pois o mercado está extremamente otimista”, disse.
De acordo com dados do portal Bytb, 75,83% dos bitcoins da corretora seguem em carteiras de longo prazo, ou seja, são investidores que acompanham o mercado há mais tempo e estão acostumados com as altas e baixas da criptomoeda.
Aqui no Brasil, os primeiros ETFs com lastro em criptomoedas foram lançados neste ano. Confira o desempenho deles na B3 nesta sexta:
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| Ticker | Gestora | Preço | Variação |
| HASH11 | Hashdex | R$ 61,00 | -1,61% |
| ETHE11 | Hashdex | R$ 70,80 | +2,76% |
| BITH11 | Hashdex | R$ 83,00 | -2,64% |
| QBTC11 | QR Capital | R$ 22,10 | -0,45% |
| QETH11 | QR Capital | R$ 16,81 | -0,53% |
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