O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A dona das Casas Bahia e Via Varejo quer usar o alcance de suas mais de mil lojas para oferecer serviços financeiros aos clientes
A Via Varejo decidiu exercer a opção de compra das ações do banQi, o banco digital lançado no ano passado pela rede dona das Casas Bahia e Ponto Frio.
O negócio, cujo valor não foi divulgado, envolve 80% do capital da empresa de tecnologia financeira (fintech), mas permitirá em seguida a aquisição de até 100% das ações.
O banQi manterá as operações em Boston, nos EUA, segundo a Via Varejo. A companhia quer usar o alcance de suas mais de mil lojas para oferecer serviços financeiros aos clientes que tradicionalmente compram produtos valendo-se do famoso crediário das Casas Bahia.
A Via Varejo também pretende se valer da fintech como um centro de desenvolvimento tecnológico e serviços digitais além de varejo e serviços financeiros. A conclusão do negócio deve ocorrer em até 60 dias, segundo a companhia.
Outras varejistas já têm iniciativas semelhantes. A B2W, por exemplo, possui a Ame Digital, enquanto o Mercado Livre trabalha com o sistema Mercado Pago desde 2004. Assim, apesar de bem-vindo, o banQi chegou com certo atraso — e essa percepção deu um gosto agridoce à novidade.
As ações da varejista estão entre os principais destaques da bolsa desde que o empresário Michael Klein retomou o controle da empresa, ao lado de um grupo de investidores liderado pela gestora de fundos da XP Investimentos. Nos últimos 12 meses, os papéis (VVAR3) acumulam valorização de 157,55%.
Leia Também
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas