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Depois de um 2019 positivo nos mercados de ações pelo mundo, 2020 chega renovando o otimismo dos investidores e com a promessa de um gás extra
A bolsa brasileira teve um 2019 animador e passou a virada marcando 115.645,34. Agora chegou a hora de dar a largada no que promete ser mais um ano de animação (e não só para o mercado brasileiro).
Por aqui os analistas acreditam que a bolsa brasileira ainda tem espaço para crescer. E uma série de fatores ajudam a explicar a posição.
Em primeiro lugar as perspectivas de melhora nas projeções de crescimento. O mercado chega a apostar em um avanço de 2,3% para o PIB, o dobro do 1,17% projetado pelo Focus em 2019. A melhora em índices de geração de empregos e bons resultados fiscais também ajudam a manter o bom humor.
Além disso, o cenário internacional positivo, com alívio de pontos de tensão importantes como o Brexit e a guerra comercial, dão um gás extra ao Ibovespa.
Comemoração dupla nos mercados já que além do ano novo os investidores também comemoram a formalização do acordo de primeira fase entre Estados Unidos e China.
O presidente Donald Trump utilizou o Twitter para confirmar que a cerimônia acontecerá no dia 15 de janeiro, na Casa Branca.
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Enquanto a assinatura não vem, os países já engatilham as negociações para a segunda fase do acordo. Segundo representantes chineses, membros do primeiro escalão do governo americano devem ir 'em data futura' à Pequim para novas negociações.
Na China, o índice geral de compras do país em dezembro, o PMI, registrou a menor leitura desde setembro, desacelerando e chegando a 51,5. O BC chinês fez questão de tranquilizar a todos e anunciou que irá cortar a taxa de reserva dos bancos em 50 pontos, liberando a quantia de US$ 115 bilhões na economia.
Esse compromisso do governo chinês em tentar dar força ao consumo no país, aliado ao otimismo em torno da assinatura do acordo de primeira fase levaram as bolsas asiáticas a fecharem o pregão em alta, com Xangai fechando em
A animação também embala os índices futuros da bolsa de Nova York, que amanhecem no campo positivo. As sessões na Europa também não ficam de fora e abrem em alta.
O PMI/Markit também deve ser destaque hoje com divulgações referentes à atividade dos Estados Unidos, zona do euro e Alemanha.
No primeiro dia útil do ano os investidores ficam atentos aos números do da balança comercial, que devem trazer uma queda forte nas exportações.
Segundo projeções do Broadcast, a balança comercial deve registrar um superávit de US$ 3,150 bilhões a US$ 5,9 bilhões em dezembro. Como resultado direto da queda nas exportações, o saldo deve ser inferior ao registrado em 2019.
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
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