O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Funcionária de carreira do BB, ela será a primeira mulher no cargo mais alto da organização desde que foi fundada, em 1993.
A Brasilprev, empresa de previdência privada do Banco do Brasil, confirmou a nomeação de Ângela Beatriz de Assis como presidente da companhia, conforme antecipou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Funcionária de carreira do BB, ela será a primeira mulher no cargo mais alto da organização desde que foi fundada, em 1993.
Leia também:
Assis exercia, desde 2017, a função de diretora Comercial e de Marketing da Brasilprev. Ela substitui Marcio Hamilton, que recentemente foi nomeado como presidente da BB Seguridade.
Graduada em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, Assis possui duas especializações, uma em Recursos Humanos, pela Fundação Getúlio Vargas, e outra em Liderança Estratégica, pela Inepad/Unisinos. A executiva iniciou sua carreira no BB, em 1992. Passou pelas áreas de varejo, agências, cartões, atacado e controles internos até chegar em seguros e previdência.
"É motivo de orgulho receber esse reconhecimento dos acionistas da Brasilprev", diz a nova presidente da Brasilprev, em nota ao Broadcast.
A nomeação de Assis para o comando da Brasilprev está em linha com a promessa do novo presidente do BB, André Brandão, de valorizar mais a diversidade e a equidade de gênero na instituição. Em conversa recente com funcionários, o executivo disse: "Muito legais esses programas do banco, mas nós temos é que nomear."
Leia Também
Brandão está cumprindo. Assis é a segunda mulher nomeada para cargos de destaque do conglomerado desde que assumiu a presidência do BB, em setembro último, vindo do HSBC. Antes dela, promoveu à diretora de tecnologia, a gerente Santuza Bretas, com quase 33 anos de banco.
A Brasilprev é uma sociedade do Banco do Brasil e a norte-americana Principal Financial Group. Com mais de R$ 300 bilhões em ativos, tem um patrimônio líquido de R$ 3,5 bilhões.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas