O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Lucro líquido recorrente atinge R$ 25,887 bilhões no ano passado e retorno sobe a 21,2% no quarto trimestre, muito próximo ao do concorrente
Pressionado pela concorrência das novas empresas de tecnologia financeira (fintechs), o Bradesco apostou nas tradicionais áreas de crédito e seguros para sustentar seus lucros bilionários. E deu certo.
O segundo maior banco privado brasileiro registrou lucro líquido recorrente de R$ 25,887 bilhões no ano passado, alta de 20% em relação a 2018.
Mesmo em um cenário de queda da taxa básica de juros (Selic), o Bradesco conseguiu aumentar a rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE) em 1,6 ponto percentual no ano, para 20,6%.
Se considerarmos apenas o resultado do quarto trimestre de 2019, o retorno alcançou os 21,2% – um empate técnico com os 21,3% do Santander Brasil, para quem o banco perdeu o posto de segundo banco mais rentável do país em 2018. Resta saber se o banco mantém o fôlego nessa disputa neste ano.
O resultado recorrente dos últimos três meses de 2019 foi de R$ 6,645 bilhões, alta de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior e muito próximo da projeção média dos analistas, que apontava para um lucro de R$ 6,615 bilhões, de acordo com dados da Bloomberg.
Vale destacar que no quarto trimestre houve um grande volume de itens considerados não-recorrentes, que no saldo final reduziram o lucro contábil do Bradesco em R$ 1,762 bilhão no período, para R$ 4,883 bilhões.
Leia Também
O banco contabilizou um crédito tributário de R$ 6,4 bilhões em razão do aumento da alíquota da CSLL aprovada junto com a reforma da Previdência. Por outro lado, registrou despesas maiores que essa soma com provisões, passivos contingentes, baixa de ativos não-financeiros e o programa de desligamento voluntário (PDV).
Um dos destaques positivos do resultado do Bradesco em 2019 foi a carteira de crédito, que apresentou expansão de 13,8% e atingiu a marca de R$ 605 bilhões. O avanço ficou acima das projeções do banco, que variavam de 9% a 13%.
O crescimento no crédito contribuiu para a alta de 5,4% na margem financeira – que inclui a receita do banco com a concessão de financiamentos menos os custos de captação do dinheiro – para R$ 15,4 bilhões.
Para 2020, o banco estima novamente um crescimento de 9% a 13% nos financiamentos.
O índice de inadimplência acima de 90 dias na carteira do banco encerrou o ano passado em 3,3%, uma queda de 0,3 ponto percentual no trimestre e de 0,2 ponto em 12 meses.
Mesmo com o avanço no crédito, as despesas do Bradesco com provisões para calotes (PDD) recuaram 2,4% no ano, para R$ 14,4 bilhões – no teto das estimativas do banco, que variavam de R$ 11,5 bilhões a R$ 14,5 bilhões.
A expectativa do Bradesco para este ano é de um aumento na PDD para uma faixa de R$ 13,5 bilhões a R$ 16,5 bilhões.
A linha de receitas com prestação de serviços e cobrança de tarifas, que já foi uma das galinhas dos ovos de ouro do banco, segue pressionada. Em 2019, elas somaram R$ 33,6 bilhões, alta de apenas 3% e no piso das estimativas da instituição, que variavam de 3% a 7%.
O aumento da concorrência com as fintechs também se refletiu nas despesas administrativas e de pessoal do Bradesco, que estouraram o orçamento inicial e ficaram em R$ 43,2 bilhões. Trata-se de uma alta de 7,2%, bem acima da projeção do banco, que estimava um crescimento de até 4%.
Para 2020, o Bradesco manteve a expectativa de aumento nas receitas com tarifas entre 3% e 7% e de um aumento de 0% a 4% nas despesas.
Nesse cenário de maior competição, o resultado das operações de seguros, previdência e capitalização acabou se destacando, com uma alta de 12,7% em 2019, para R$ 14,8 bilhões. Para este ano, porém, o banco espera um crescimento menor na área – de 4% a 8%.
Com uma valorização de 16,3% em 2019, as ações do Bradesco ficaram bem abaixo do desempenho do Ibovespa. Mas os acionistas do banco não têm muito do que reclamar em matéria de dividendos. A instituição anunciou o pagamento de R$ 15,9 bilhões aos acionistas – o equivalente a 73,9% dos resultados do ano passado.
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre