O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco prorrogou o vencimento de financiamentos com saldo de R$ 61 bilhões no primeiro semestre diante da crise do coronavírus, em 1,9 milhão de operações
O Bradesco prorrogou o vencimento das parcelas de financiamentos com um saldo total de R$ 61 bilhões diante da crise do coronavírus. O valor representa 12,8% da carteira do banco, em 1,9 milhão de operações.
O adiamento do pagamento trouxe fôlego para os devedores, mas ao mesmo tempo despertou a preocupação de que o banco tenha apenas adiado um problema de inadimplência nos próximos balanços.
Na divulgação dos resultados do segundo trimestre, o Bradesco deu mais detalhes sobre as operações prorrogadas. De acordo com o banco, os clientes que tiveram o pagamento das parcelas dos empréstimos adiadas em geral são bons pagadores.
O tempo médio de relacionamento desses clientes com o banco é de 14 anos e 93% deles não têm histórico de atraso nos últimos 12 meses. Além disso, 71% das operações contam com garantia real.
“O perfil dos clientes é muito adequado e a expectativa é que a inadimplência seja pequena”, disse Octavio de Lazari Jr, presidente do Bradesco, durante teleconferência com analistas.
A prorrogação da dívida podia ser feita por 60 dias ou 120 dias. Entre as pessoas que optaram pelo prazo mais curto e tinham a opção de pedir um novo prazo, 60% delas decidiram não prorrogar. Desse primeiro grupo, o índice de inadimplência está em 3,2%, o que Lazari considerou adequado.
Leia Também
De todo modo, o Bradesco voltou a ampliar as provisões para perdas no crédito no segundo trimestre, o que fez o lucro líquido do banco cair 40,1% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 3,873 bilhões.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas