O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Confira os resultados das empresas que divulgaram seus números na noite de ontem e na manhã de hoje
A quarta-feira (19) promete ser de mais movimentos na bolsa com o embalo da temporada de balanços anuais e do 4º trimestre de 2019.
Entre a noite de terça-feira e a manhã desta quarta ao menos seis grandes empresas divulgaram seus números: EcoRodovias, Engie, Iguatemi, IRB, Telefônica e Weg.
Ontem, o Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,29%, aos 114.977,29 pontos, após tocar os 113.532,04 pontos na mínima (-1,37%). O dólar à vista foi a R$ 4,3574, numa alta de 0,65%. Veja como foi o dia dos mercados.
Confira os principais destaques de cada balanço:
O lucro líquido da Gerdau atingiu R$ 1,217 bilhão em 2019, uma queda de 47% em relação ao registrado no ano anterior. O resultado ajustado, que exclui efeitos extraordinários do balanço, traz um lucro de R$ 1,295 bilhão para a Gerdau no ano, 48% abaixo do ano anterior e abaixo da estimativa dos mercados, de R$ 1,68 bilhão.
As vendas de aço pela companhia caíram 17% em 2019, para 12 milhões de toneladas. A retração é consequência de desinvestimentos feitos pela companhia na América do Norte.
Leia Também
A Gerdau também anunciou o pagamento de R$ 51 milhões em dividendos (R$ 0,03 por ação). Os valores serão depositados no dia 11 de março aos acionistas com posição em 28 de fevereiro.
A concessionária apresentou lucro líquido de R$ 290,4 milhões em 2019, resultado que representa uma forte queda de 26,1%. Na geração de caixa, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) pró-forma fechou o ano em R$ 2,033 bilhões, alta de 15,5% na comparação com 2018. Já a receita líquida subiu 17% em 2019 e alcançou R$ 2,945 bilhões.
A empresa de energia apresentou um lucro líquido de R$ 2,311 bilhões em 2019, praticamente estável em relação ao ano anterior (-0,2%). A geração de caixa medida pelo Ebitda alcançou R$ 5,163 bilhões, alta de 18,2%, enquanto a receita líquida da companhia foi a R$ 9,804 bilhões, alta de 11,5%.
A administradora de shoppings centers no Brasil veio bem e registrou lucro líquido de R$ 314,3 milhões no ano passado, alta de 20,7% na comparação com 2018. O Ebitda da companhia fechou o ano em R$ 635,7 milhões (↑13,8%) enquanto a receita líquida encerrou o período em alta de 4,5%, a R$ 754,2 milhões.
A Telefônica apresentou no quarto trimestre um lucro líquido pro forma de R$ 1,364 bilhão. No ano, houve uma queda nessa linha do balanço, conforme abaixo. Mas considerando o lucro líquido corrente a alta foi de 2,5% em 2019.
Alvo de questionamentos sobre o balanço que levaram a uma perda de 20% do valor de mercado apenas em fevereiro, a empresa de resseguros IRB Brasil registrou lucro líquido de R$ 1,764 bilhões no ano passado, um aumento de 44,7% em relação a 2018. Saiba mais.
A Weg informou um lucro líquido de R$ 500,4 milhões no quarto trimestre de 2019, alta de 49,3%. No ano, a expansão foi de 20,6%. Veja os principais números:
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações