O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Incorporadora vai usar dinheiro do IPO para pagar dívidas com Banco do Brasil, Bradesco BBI e Caixa Econômica, que também foram coordenadores da oferta
As ações da incorporadora Moura Dubeux quebraram a escrita das duas primeiras estreantes da bolsa neste ano – Mitre e Locaweb – e são negociadas em queda no primeiro de negócios no pregão da B3.
No início da tarde de hoje, os papéis (MDNE3) recuavam 4,74%, cotados a R$ 18,10. Confira também a nossa cobertura de mercados hoje.
Os principais executivos e acionistas da Moura Dubeux celebraram na manhã de hoje a estreia das ações da companhia no pregão da B3 após a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês).
Mas quem tem mais a comemorar, pelo menos em um primeiro momento, são os bancos coordenadores da oferta, que pode movimentar até R$ 1,25 bilhão.
O preço por ação da companhia foi definido em R$ 19, no centro da faixa indicativa, que ia de R$ 17 a R$ 21 por papel.
Os recursos captados no IPO vão integralmente para o caixa da Moura Dubeux. Mas a maior parte desse dinheiro não ficará lá por muito tempo.
Leia Também
A empresa pretende usar 90% do valor para abater dívidas com três dos bancos que coordenaram a oferta: Banco do Brasil, Bradesco BBI e Caixa Econômica Federal. Além deles, Itaú BBA e Credit Suisse participaram da operação.
A situação da empresa parece longe de inspirar confiança. Nos nove primeiros meses de 2019, a companhia teve prejuízo líquido de R$ 68 milhões.
Para viabilizar a oferta, a família fundadora precisou aceitar uma forte diluição na participação, que passou de 99% para aproximadamente 30%.
Embora tudo pareça remar contra, a boa notícia é que o dinheiro do IPO deixa praticamente limpo o balanço da Moura Dubeux, uma incorporadora tradicional e que tem uma posição forte na Região Nordeste.
O preço das ações definido na oferta também refletiu a situação mais delicada da companhia em relação a outras incorporadoras listadas. Ou seja, trata-se de uma aposta de alto risco, mas quem investiu nos papéis no IPO pagou relativamente barato e pode ganhar bastante dinheiro em um cenário de recuperação mais vigorosa da economia.
Com a queda de hoje, as ações ficam ainda mais atrativas do ponto de vista de preço, embora – vale repetir – se trate de uma aposta bem arriscada.
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais