O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nada mudou na taxa de juros brasileira. Ao contrário do que fez nas últimas nove reuniões do Copom, o Banco Central decidiu ontem não cortar a taxa de juros. A Selic permanece em 2% ao ano, a mínima histórica.
A decisão veio em linha com as expectativas dos mercados. Sem surpresas ou sobressaltos, como tem que ser uma política monetária bem executada.
Agora os mercados se debruçam sobre o comunicado de 954 palavras do Banco Central, que traz as justificativas para a manutenção do juro e sua visão para o futuro.
Em entrevista ao Seu Dinheiro, o diretor do Asa Investments e ex-secretário do Tesouro, Carlos Kawall, avaliou que havia espaço para um corte adicional, mas que o Banco Central acertou ao fazer uma parada técnica. Em vez de reduzir o juro, ele sinalizou no comunicado que vai demorar mais para voltar a subir a taxa.
A interpretação de Kawall é de que é mais provável uma nova queda dos juros em 2020 e 2021 do que uma alta, mesmo com as recentes pressões inflacionárias. Veja aqui a entrevista completa concedida ao repórter Felipe Saturnino.
•O Ibovespa caiu 0,62% ontem, aos 99.675,68 pontos, acompanhando a deterioração dos negócios em Wall Street. Já o dólar à vista recuou 0,96%, a R$ 5,2384.
Leia Também
•O que mexe com os mercados hoje? Os investidores devem repercutir as decisões de política monetária anunciadas na tarde de ontem pelos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos. Nesta quinta-feira, o dia começa com o sinal negativo prevalecendo nos mercados internacionais. As bolsas asiáticas fecharam em queda durante a madrugada. As principais praças europeias e os índices futuros em Nova York também operam no vermelho.
| SEU DINHEIRO PREMIUM |
| • A inflação concentrada em parte dos alimentos acendeu o sinal amarelo do governo, que ameaçou deixar o liberalismo de lado ao pedir “patriotismo” aos donos de supermercados. O colunista Ivan Sant’Anna analisa o caso e conta como você pode proteger seus investimentos da alta dos preços. O conteúdo é exclusivo para leitores Premium do Seu Dinheiro, cujo acesso pode ser liberado aqui. |
•A BRF anunciou uma oferta de US$ 500 milhões em títulos da dívida (bonds) de 30 anos, com taxa de 5,750% ao ano. Os títulos têm vencimento em 21 de setembro de 2050.
• Os bancos estão travando uma “guerra das chaves” para ganhar o cliente, faltando dois meses para o início do PIX - o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos. Esta matéria mostra a intensa movimentação das instituições financeiras para oferecer o produto.
•O presidente Jair Bolsonaro entrou com um recurso no STF contra a decisão do ministro Celso de Mello que determinou que o chefe do Executivo prestasse um depoimento presencial. A investigações apuram se ele tentou interferir politicamente na Polícia Federal.
•O Brasil chegou a 134 mil mortes por covid-19, segundo o Ministério da Saúde. O total de casos é de 4,4 milhões.
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje
Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais
Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial
Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão
Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando
Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora
Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval
Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais
Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas
Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje
Felizmente, vez ou outra o tal do mercado nos dá ótimas oportunidades de comprar papéis por preços bem interessantes, exatamente o que aconteceu com Eneva nesta semana
O carry trade no Japão, operação de tomada de crédito em iene a juros baixos para investir em países com taxas altas, como o Brasil, está comprometido com o aumento das taxas japonesas
Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta
Confira as vantagens e desvantagens do Rearp Atualização. Saiba também quais empresas divulgam resultados hoje e o que mais esperar do mercado
Veja qual o efeito da vitória da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, nas eleições do Japão nos mercados de todo o mundo
A vitória esmagadora de Sanae Takaichi abre espaço para a implementação de uma agenda mais ambiciosa, que também reforça o alinhamento estratégico de Tóquio com os Estados Unidos, em um ambiente geopolítico cada vez mais competitivo na Ásia
Veja os sinais que o mercado olha para dar mais confiança ao plano de desalavancagem da holding, que acumulou dívidas de quase R$ 38 bilhões até setembro
O que muda na nossa identidade profissional quando parte relevante do trabalho operacional deixa de ser feita por humanos?