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Paulo Guedes esteve presente ontem no anúncio do programa Renda Cidadã pelo governo, ao lado de Jair Bolsonaro e lideranças do Congresso.
Mas os investidores no mercado financeiro não reconheceram no ministro a figura que prometeu implementar uma agenda de medidas liberais na economia, incluindo privatizações e reformas.
A desconfiança sobre como a equipe econômica encaixaria o programa que vai substituir e ampliar o Bolsa Família dentro do orçamento já era grande antes mesmo do anúncio.
Mas ainda havia uma certa esperança de que Guedes e seus “coringas” encontrariam uma forma de atender a demanda sem grandes danos ao teto de gastos públicos.
O problema é que a solução encontrada — usar recursos destinados ao pagamento de precatórios e de parte do Fundeb — cheirou a calote e abalou de vez a confiança dos investidores.
Após o estrago com o anúncio, o líder do governo na Câmara e até o próprio presidente Bolsonaro vieram a público para justificar a medida. Mas não foi o suficiente para impedir a bolsa de amargar uma nova queda e voltar aos níveis de junho.
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Quem o mercado queria ver até agora não reapareceu. Onde está o Guedes? O Ricardo Gozzi falou com analistas e traz para você um retrato do climão com o grande fiador do governo.
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• A Gerdau é uma boa pedida para aproveitar o bom momento do mercado de aço, segundo o Credit Suisse. O banco vê uma recuperação acentuada da demanda do setor e elevou o preço-alvo da ação da empresa.
• Warren Buffett deixou a cautela de lado e fez umas comprinhas. O bilionário, precavido no início da pandemia, investiu US$ 19 bilhões desde julho. Confira a lista das aquisições da holding do lendário investidor.
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• Enquanto discute de onde tirar dinheiro para financiar o novo programa de auxílio, o governo registrou o pior déficit fiscal para agosto em toda a série histórica, no valor de R$ 96,096 bilhões. Ainda assim o resultado veio um pouco melhor que o esperado.
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