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Não é incomum que o mercado tenha visões exageradas, para o bem ou para o mal, acerca dos acontecimentos que podem impactar a economia e os resultados das empresas. Ora os preços parecem refletir o apocalipse iminente, ora dão conta de que a solução dos problemas da humanidade está chegando.
A realidade normalmente se encontra no meio dessas duas interpretações. E como os fatores que afetam os preços também são muitos, contradições que provocam verdadeiras quedas de braço entre investidores comprados e vendidos também aparecem.
Hoje, por exemplo, as bolsas reagiram muito bem a uma série de balanços trimestrais divulgados por companhias no Brasil e no exterior. Alguns resultados foram bons, outros foram ruins, mas a interpretação geral era de que os números mostravam que o fundo do poço da crise do coronavírus ficou lá nos meses de abril e maio e não tem um alçapão.
Apesar disso e de uma série de indicadores econômicos positivos divulgados recentemente, nós ainda nos vemos às voltas com os temores de uma segunda onda de covid-19 na Europa e na Ásia.
Além disso, os Estados Unidos parecem estar meio lá, meio cá. Alguns dados vêm positivos, outros vêm negativos, e o estágio da pandemia no país ainda gera preocupação.
Os investidores estão achando que o pior já passou, mas hoje o Federal Reserve - o banco central americano - manteve os juros zerados e disse que eles permanecerão nos níveis atuais até que se tenha certeza de que o país resistiu à crise. E tem mais: vinculou a recuperação econômica ao andamento da pandemia.
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O mercado pode até exagerar ou parecer contraditório às vezes, mas a autoridade monetária americana parece não estar nem um pouco a fim de dar chance ao azar. A reação das bolsas à decisão do Fed foi positiva, levando o Ibovespa para mais perto dos 106 mil pontos, como você confere nesta matéria.
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