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Um dos impulsos que a bolsa recebeu para voltar a superar os 100 mil pontos nos últimos dias foi simplesmente uma “esperança”. Os mercados queriam acreditar que democratas e republicanos chegariam a um acordo para aprovar um pacote de estímulos à economia americana.
Ontem foi um dia de cair na real. Os Estados Unidos estão a duas semanas das eleições e Washington está um barril de pólvora. Será possível acreditar que os políticos americanos vão trabalhar na costura de um acordo na reta final da corrida eleitoral?
O Ibovespa chegou a superar os 101 mil pontos ao longo do pregão de ontem, mas perdeu força ao longo do dia na medida em que as esperanças com o acordo foram desaparecendo em Wall Street. No fim, fechou perto da estabilidade, uma alta de 0,01%, aos 100.552,44 pontos.
O que esperar dos mercados hoje? A política americana segue no centro das atenções. Hoje tem mais um debate entre Donald Trump e Joe Biden.
Como se não bastasse a incerteza sobre o futuro dos Estados Unidos, as notícias sobre o coronavírus não ajudam. A segunda onda da pandemia na Europa e a politização da escolha da vacina aqui no Brasil preocupam os investidores.
O dia amanhece vermelho nos mercados. As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em queda, os principais mercados de ações da Europa estão no vermelho e os indicadores futuros de Nova York sinalizam abertura em baixa.
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• Muito se fala na necessidade de diversificar investimentos e ter uma participação da carteira em ativos no exterior. O mestre Ivan Sant’Anna, que investiu toda sua vida nos mercados internacionais, faz um alerta: investir no exterior é jogar na primeira divisão dos mercados. No texto de hoje ele conta as grandes tacadas e ferroadas da sua vida nas bolsas lá fora. O conteúdo é exclusivo para leitores Premium (libere aqui sua degustação gratuita).
• O bitcoin rompeu a marca dos R$ 70 mil, superando o topo histórico em reais alcançado em dezembro de 2017. Desde o início da pandemia, a criptomoeda já se valorizou mais de 130% em reais, após uma queda superior a 50% em março.
• A Tesla divulgou ontem o melhor resultado financeiro da sua história. O lucro em alta e a produção em veículos crescente podem levar a empresa de Elon Musk a ter seu primeiro ano no azul. A Jasmine Olga mostra cinco números da Tesla que chamam a atenção dos mercados.
• O presidente da Magazine Luiza, Frederico Trajano, disse ontem que todo player do mercado olha a privatização dos Correios com interesse. O executivo não fez mais comentários sobre um possível interesse na compra da empresa, mas afirmou que o mercado brasileiro ainda é muito concentrado na estatal e essa dependência precisa diminuir.
• O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, promete colocar na pauta de 4 de novembro todos os vetos presidenciais pendentes de análise. Na lista estão a desoneração da folha de pagamentos e trechos do novo marco legal do saneamento.
•A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 119,825 bilhões em setembro, o melhor resultado para o mês nos últimos seis anos. O número representa um aumento real (descontada a inflação) de 1,97% na comparação com o mesmo mês de 2019.
• O Brasil registrou 566 mortes por coronavírus e 24.818 novos diagnósticos ontem. O país soma 5.298.772 casos confirmados e 155.403 óbitos por covid-19.
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
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