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Desde que as plataformas abertas de investimento, bancos digitais e fintechs chegaram ao mercado brasileiro, a batalha das instituições financeiras pelo seu dinheiro tem ficado cada vez mais acirrada, a ponto de levar o mercado a desconfiar da capacidade dos bancões de se adaptarem e machucar os preços das suas ações na bolsa.
Volta e meia saem notícias de cortes ou isenções de taxas, mudanças na forma de cobrança pelos serviços, novos produtos, novos aplicativos e, é claro, fusões e aquisições.
Nos últimos meses, vimos o Credit Suisse comprar uma participação no modalmais, o Nubank adquirir a Easynvest, o Santander fechar a compra do controle da Toro Investimentos e a Empiricus se juntar com a Vitreo.
Mas o acirramento da concorrência entre as plataformas de investimento ainda não abalou a líder deste mercado. A XP Investimentos anunciou captação líquida de R$ 117 bilhões no terceiro trimestre, segundo as prévias operacionais divulgadas pela empresa.
Nos dois primeiros trimestres do ano, a cifra havia ficado em “apenas” R$ 15 bilhões e R$ 27 bilhões, respectivamente. O total de ativos de clientes sob custódia atingiu R$ 563 bilhões, uma alta de 60% em 12 meses.
Mas se tem um bancão que está sedento pelo mercado de investimentos e não para de correr atrás é o Itaú. Hoje, o banco lançou o íon, seu novo aplicativo de investimentos, com design inspirado nas interfaces de marcas como Netflix, Instagram e a corretora americana Robinhood, “pop” entre as pessoas físicas.
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O Vinícius Pinheiro acompanhou a coletiva de lançamento do app e traz mais detalhes para você nesta matéria.
• O Ibovespa ignorou o mal-estar visto nas bolsas americanas e avançou 0,84%, aos 99.334,43 pontos. Já o dólar terminou o dia em alta de 0,36%, a R$ 5,5986. Confira os principais lances do pregão de hoje na matéria do Felipe Saturnino.
• O banco suíço UBS publicou uma lista de 40 ações de países emergentes para se investir. Antes com cinco representantes no top 40, o Brasil aparece com apenas dois papéis na nova atualização (e somente um deles é negociado na B3).
• A agência de classificação de risco S&P está mais otimista com os resultados da Tesla e elevou o rating da companhia de BB- para B+. A notícia levou as ações da companhia a subirem forte na bolsa americana.
• A proximidade das festas de fim de ano é sinal de que a temporada de compras de presentes está para começar. De olho na demanda cada vez maior pelo e-commerce, a B2W está antecipando em quase dois anos os seus investimentos em logística para se preparar para a maratona.
• A Rede D'Or São Luiz, maior operadora de hospitais privados do país, tem planos ambiciosos para os recursos que serão captados na sua oferta inicial de ações, que pode ser o maior IPO do ano. Confira a estratégia de expansão da companhia com o Ivan Ryngelblum.
• Fusões e aquisições são frequentemente utilizadas por empresas que buscam crescer no mercado. Mas, durante a crise do coronavírus, muitas companhias adotaram a estratégia por uma questão de sobrevivência, o que levou a um número recorde de operações em agosto.
• Buraco sem fundo? O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que o Brasil deve permanecer com as contas no vermelho pelo menos até 2025. A dívida pública também deve continuar crescendo até lá.
• Agora vai? O ministro das Comunicações, Fábio Faria, entregou nesta quarta ao Planalto o projeto de Lei que permite a privatização dos Correios. A expectativa é que a desestatização possa ocorrer já no ano que vem.
• O Brasil precisa parar de fugir da briga e aprender a encarar de frente seus problemas. Essa é a visão do nosso colunista, Felipe Miranda, neste texto que você precisa ler.
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