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A briga entre os sócios e rivais XP e Itaú, que ganhou os holofotes na semana passada, parece ter dado uma acalmada. Mas essa história ainda deve dar o que falar por algum tempo.
Primeiro porque ela não interessa apenas aos investidores que detêm ações do Itaú e/ou da XP, mas a qualquer investidor pessoa física, na verdade. Afinal, o motivo do conflito que rendeu troca de farpas entre as duas instituições foi justamente o modelo de remuneração dos profissionais que atendem a esse público.
Segundo porque essa briga jogou luz sobre os eventuais conflitos de interesse na recomendação de investimentos por profissionais.
Quando investimento era assunto de nicho, essa discussão também era; mas agora que o brasileiro se vê obrigado a migrar para investimentos mais sofisticados, veremos esse debate cada vez mais presente nos meios convencionais.
E com o juro no chão, nós, como investidores, seremos também cada vez mais forçados a considerar como o assessor de investimentos ganha dinheiro antes de escolher um serviço.
Para Felipe Miranda, colunista do Seu Dinheiro, esse debate deverá fazer o modelo de remuneração desses profissionais evoluir para um formato sem conflito de interesses, e nesse sentido, a XP deveria estar aberta a mudanças no seu próprio modelo. Na sua coluna de hoje, o Felipe aponta alguns caminhos possíveis.
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Já o Felipe Palleta analisou o “case” Itaú vs. XP do ponto de vista do investidor em ações para exemplificar o que seria uma tese “contrarian” de investimento - aquela aposta em algo “fora do radar” do mercado.
Hoje, a XP anunciou que dois de seus acionistas irão fazer uma nova oferta na bolsa americana Nasdaq. Mas como se poderia supor, o Itaú não está entre eles, apesar dos conflitos recentes.
Na verdade, embora o fundador da XP, Guilherme Benchimol, tenha recomendado que o bancão se desfizesse do investimento na corretora caso não estivesse satisfeito com o negócio, não está nos planos do Itaú se desfazer da sua posição, conforme apurou o Estadão.
Termina amanhã, às 23h59, o prazo para entregar a declaração de imposto de renda 2020. Caso você ainda não tenha prestado contas ao Leão, nós preparamos um guia para facilitar a sua vida. Trata-se de um eBook completo sobre como declarar o imposto de renda, com tudo que você precisa saber sobre o tema. Você pode baixá-lo gratuitamente aqui.
Apesar dos dados sobre o avanço do coronavírus no mundo no fim de semana, a segunda-feira foi bastante positiva para os mercados, que continuam respirando graças a um “aparelho” chamado Federal Reserve. O anúncio de que o banco central americano irá comprar mais títulos de dívida corporativa no mercado primário manteve os investidores animados. Por aqui, o Ibovespa subiu mais de 2% e o dólar recuou para perto de R$ 5,40. O Victor Aguiar acompanhou o pregão e traz todos os detalhes nesta matéria.
A operadora mineira Algar e o fundo soberano de Cingapura GIC entraram na briga pela parte de telefonia móvel da Oi, segundo o jornal “O Globo”. A venda da Oi móvel é considerada de grande importância no plano para reerguer a companhia, hoje em recuperação judicial. A notícia fez a ação da tele subir forte, fechando em alta de mais de 5%. Entenda o interesse da Algar, que tem o GIC entre seus sócios, na Oi.
A pandemia de coronavírus vem deixando um rastro de destruição na economia brasileira. Desde o registro do primeiro caso da doença, em março, até o final de maio, foram fechados 1,487 milhão de postos de trabalho, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Um dos setores que mais fecharam vagas foi a indústria, cuja situação não está nada boa. Segundo o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, 60% do setor está trabalhando com ociosidade da sua capacidade instalada.
Diante de tal situação, os bancos foram acionados para conceder crédito e renegociar dívidas, o que já resultou em mais de R$ 1 trilhão em empréstimos desde o início da crise, diz a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A despeito das críticas ao setor bancário e apesar do aumento do risco de inadimplência, os dados oficiais mostram que houve redução das taxas de juros e spreads (diferença entre quanto o banco paga para captar e cobra para emprestar).
Mas apesar de todos os esforços, os números indicam que o país está novamente em recessão. Esta é a avaliação do Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que concluiu que o ciclo de negócios brasileiro atingiu um pico de expansão no quarto trimestre de 2019. No primeiro trimestre deste ano, o PIB brasileiro encolheu 1,5%, segundo o IBGE. Entenda as justificativas do Comitê.
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