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Uma lição de um curso de fim de semana mudou a minha vida e me ajudou a me preparar para ser dono e investidor – em vez de empregado ou autônomo.
Muitas vezes me perguntam a que atribuo meu sucesso. Posso citar um curso de fim de semana que mudou a minha vida. Em 1973, no meu último ano de serviço no Corpo de Fuzileiros Navais, sabia que queria seguir os passos do meu pai rico.
Enquanto estava nos fuzileiros navais, me inscrevi em cursos sobre investimentos em imóveis e negócios nos fins de semana, em preparação para me tornar um empreendedor dos quadrantes D e I.

Se você precisa de uma revisão sobre o quadrante, clique aqui.
Ao mesmo tempo, por recomendação de um amigo, me inscrevi em um curso de desenvolvimento pessoal, esperando descobrir quem eu realmente era.
O curso de desenvolvimento pessoal não é o tipo de educação tradicional… eu não estava estudando por créditos ou notas.
Eu não sabia o que iria aprender, como eu sabia quando me inscrevi nos cursos sobre imóveis. Tudo que eu sabia era que era hora de fazer cursos para me descobrir.
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No meu primeiro curso de fim de semana, o instrutor desenhou esse diagrama simples no flip chart com os termos: inteligência física, inteligência emocional, inteligência mental e inteligência espiritual.

Com o diagrama completo, o instrutor se virou para a turma e disse: "Para evoluir para um ser humano inteiro, precisamos de educação mental, física, emocional e espiritual".
Ouvindo sua explicação, ficou claro para mim que muitos estudantes das escolas tradicionais conseguem se sair bem nos estudos, mas não na vida real, especialmente no mundo do dinheiro.
À medida que o curso avançava no fim de semana, descobri porque não gostava da escola.
Percebi que adorava aprender, mas odiava a escola. A educação tradicional era um ótimo ambiente para os alunos “nota 10”, mas não era o ambiente para mim.
A educação tradicional estava sufocando o meu espírito, tentando me motivar com base no medo: o medo de cometer erros, o medo de fracassar e o medo de não conseguir um emprego.
Eles estavam me programando para ser um empregado no quadrante E ou A. Eu percebi que a educação tradicional não é o lugar para quem quer ser um empreendedor dos quadrantes D e I.
Talvez por isso tantos empreendedores nunca terminem a escola — empresários como Thomas Edison, fundador da General Electric; Henry Ford, fundador da Ford Motor Company; Steve Jobs, fundador da Apple; Bill Gates, fundador da Microsoft; Walt Disney, fundador da Disney; e Mark Zuckerberg, fundador do Facebook.
Essas pessoas focaram seus esforços em criar um negócio e em ter fontes de renda passiva. Por isso foram bem sucedidas.
À medida que o dia passava e o instrutor se aprofundava nesses quatro tipos de desenvolvimento pessoal, percebi que havia passado a maior parte da minha vida em ambientes educacionais muito severos.
Depois de quatro anos em uma academia militar masculina e cinco anos como piloto da Marinha, eu era muito forte mental e fisicamente.
Como piloto da Marinha, eu era forte emocional e espiritualmente, mas estava do lado do desenvolvimento macho-macho. Não tinha um lado gentil nem energia feminina. Afinal, fui treinado para ser oficial do Corpo de Fuzileiros Navais, emocionalmente calmo sob pressão, preparado para matar e espiritualmente preparado para morrer pelo meu país.
No seminário, entrei em contato com minhas emoções e toquei brevemente meu espírito. Chorei muito porque tinha muito o que chorar. Eu tinha feito e visto coisas que ninguém deveria. Durante o seminário, abracei um homem, algo que nunca havia feito antes, nem mesmo com meu pai.
No domingo à noite, foi difícil ir embora desse workshop de autodesenvolvimento. O seminário havia sido um ambiente gentil, amoroso e honesto. Segunda-feira de manhã foi um choque estar novamente cercado por jovens pilotos dedicados a voar, matar e morrer por seu país.
Depois daquele seminário de fim de semana, eu sabia que era hora de mudar. Sabia que me desenvolver emocional e espiritualmente para me tornar uma pessoa mais gentil, mais humana e mais compassiva seria a coisa mais difícil que eu poderia fazer.
Ia contra todos os meus anos na academia militar e na escola de aviação.
Por conta de ter crescido em uma família de professores, o foco sempre esteve nas notas na escola, na faculdade e pós-graduações. Assim como as medalhas e outras condecorações no peito de um piloto da Marinha, os diplomas avançados e as universidades de renome são o status almejado pelos educadores.
Na cabeça deles, as pessoas que não terminam o ensino médio são fracassadas. Aqueles com mestrado desprezam aqueles com apenas diploma de bacharelado. Aqueles com doutorado são reverenciados. Com 26 anos, eu sabia que nunca mais voltaria a esse mundo.
A figura abaixo mostra um diagrama da educação para todo o ser humano, um diagrama de quatro inteligências diferentes.

A razão pela qual a inteligência física está no topo deste diagrama é porque todo aprendizado é físico. Para uma criança aprendendo a andar, por exemplo, o processo de aprendizagem depende da inteligência física mais do que da inteligência mental. Na escola, aprender a ler, escrever e fazer aritmética é principalmente um processo físico. Assim como aprender a andar, o aluno precisa fazer alguma coisa.
A inteligência mental ocorre no cérebro. Ainda é um processo de aprendizado físico. Aprender a ler, por exemplo, é um processo físico. Ao aprender a falar um novo idioma, a pessoa repete, repete e repete até que o cérebro se lembre das palavras. As pessoas dotadas de inteligência mental frequentemente se tornam professores, acadêmicos e advogados.
A inteligência mental, na minha opinião, é a menos importante das quatro inteligências para o sucesso como empreendedor. Um verdadeiro empreendedor, como um verdadeiro líder, não precisa ser a pessoa mais inteligente da equipe. Isso significa que um verdadeiro empreendedor deve ser um líder inteligente o suficiente para levar pessoas mais inteligentes e com melhor formação ao campo de batalha dos negócios.
Inteligência emocional é a nossa capacidade de controlar nossas emoções. Todos nós perdemos a paciência. Quando perdemos a calma, demonstramos baixa inteligência emocional. Uma pessoa emocionalmente inteligente experimentará raiva, mas não tanta raiva a ponto de levá-la a fazer ou dizer algo estúpido. Ela permanece sob controle.
Uma pessoa que não consegue conter seu temperamento, que queixa-se o tempo todo ou tem depressão de forma crônica demonstra baixa inteligência emocional.
Exemplos de alta inteligência emocional são se afastar em vez de dar um soco, ouvir em vez de argumentar, ver o ponto de vista de outra pessoa em vez de se defender... e fazer um ótimo trabalho sem esperar elogios.
Postergar a gratificação também é outra indicação de inteligência emocional. Por exemplo, uma pessoa que compra algo que não pode pagar — apenas porque o quer agora — é uma pessoa que não pode postergar a gratificação. Este é um sinal de baixa inteligência emocional.
A inteligência emocional está localizada no estômago. É por isso que as pessoas dizem "tenho um mau pressentimento" sobre algo ou alguém. Pode ser por isso que úlceras, causadas por medo e preocupação, são encontradas no estômago ou no intestino.
Na minha opinião, pessoas com baixa inteligência emocional não devem se tornar empreendedores. Dizendo isso de uma maneira mais positiva: tornar-se um empreendedor de sucesso requer o desenvolvimento contínuo de sua inteligência emocional.
A inteligência espiritual está localizada no coração. É por isso que a palavra coragem vem da palavra francesa “le coeur”, que significa coração. A grandeza vem do coração. O mesmo acontece com a morte, razão pela qual as pessoas morrem de ataques cardíacos ou devido à devastação de um coração partido.
A inteligência espiritual é a mais importante das inteligências para os empreendedores. Os empresários precisam de um forte senso de missão, de um compromisso com um objetivo mais elevado na vida, de uma razão para entrar nos negócios além do simples desejo de "ganhar dinheiro".
A transição para os quadrantes D e I foi uma jornada difícil, e se não fosse pela minha educação espiritual e professores que tive nessa área, não teria conseguido.
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