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Nova injeção de liquidez no mercado feita pelo Federal Reserve joga para escanteio as preocupações com uma segunda onda de coronavírus na Ásia e nos Estados Unidos.
As novas medidas de estímulos anunciadas pelo Federal Reserve ontem continuam ecoando no mercado internacional, que opera no azul nesta manhã. Notícias de que o governo Trump estuda um pacote de US$ 1 trilhão para o setor de infraestrutura ajuda os investidores a manterem o otimismo.
Na agenda, o destaque é a fala do presidente do Fed, Jerome Powell, no Senado americano. Por aqui, temos a divulgação dos números das vendas no varejo em abril.
A semana começou tensa nos mercados globais, com os investidores refletindo os temores com uma segunda onda de infecções por covid-19 e derrubando os mercados. Mas, uma nova injeção de otimismo foi dada ontem pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano). O anúncio de que o Fed irá comprar um "portfólio amplo e diversificado" no mercado secundário americano fez as bolsas internacionais se recuperarem.
Na semana passada, quando anunciou que manteria a taxa de juros dos Estados Unidos estável na faixa de 0% a 0,25% ao ano, a instituição também havia declarado que iria utilizar 'todos os instrumentos' para dar suporte à economia do país. O novo programa tem como objetivo irrigar as companhias de liquidez e disponibilidade de crédito, para que enfrentem a crise gerada pelo coronavírus. Ao todo, cerca de US$ 75 bilhões foi destinado ao programa.
Também está no radar dos investidores uma proposta do governo dos EUA que injetaria quase US$ 1 trilhão na infraestrutura do país, como estratégia para reavivar a economia.
No Japão, o BC do país também deu o seu empurrãozinho. O BoJ manteve sua política monetária inelterada, mas ampliou o programa de financimento para empresas afetadas pelo coronavírus. O total destinado ao programa passou a ser de US$ 1,025 trilhão.
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Durante a madrugada, as bolsas asiáticas seguiram a recuperação vista durante o dia e decharam com alta significativa. Destaque para o índice Nikkei, em Tóquio, que subiu quase 5% após a atuação do BC do país.
A nova medida de estímulo do Federal Reserve sustenta as altas das bolsas internacionais hoje. Na Europa, as principais praças registram ganhos fortes superiores a 2%. Em Wall Street os índices futuros também apresentam forte alta - com os índices subindo mais de 1%.
O Ibovespa não teve força suficiente para virar para o campo positivo ontem - registrando a quarta queda consecutiva -, mas o anúncio do Federal Reserve diminuiu as perdas na bolsa brasileira.
Depois de cair 2,85% durante a manhã, o principal índice da bolsa brasileira fechou o dia em queda de 0,45%, aos 92.375,52 pontos. O renovado bom humor dos investidores não chegou ao câmbio, com o dólar à vista fechando em alta de 1,98%, a R$ 5,1422.
O otimismo e bom humor visto no exterior podem ajudar o Ibovespa a se recuperar das quedas recentes, mas os agentes financeiros locais também possuem fatores de preocupação no radar.
A saída do secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, foi confirmada e pesou no pregão brasileiro. Mansueto é visto pelo mercado como o responsável pelo andamento das reformas e pelo ajuste fiscal. Mas a notícia de que Bruno Funchal irá assumir o seu lugar aliviou o mercado, que viu na escolha uma tendência de continuidade ao trabalho que vem sendo feito.
Mesmo com o mercado mais aliviado com um substituto para Mansueto, os investidores seguem atentos aos ruídos e tensões políticas que chegam de Brasília - principalmente entre o governo Bolsonaro e o STF.
A saída do ministro da Educação, Abraham Weintraub, é monitorada de perto pelos investidores e é vista como essencial para apaziguar os ânimos na capital federal. Segundo Weintraub, ele permanecerá no cargo. No entanto, fontes disserão ao Estadão que o governo prepara uma saída honrosa para o ministro.
Na noite de ontem, o STF votou para manter o ministro da Educação no inquérito das fake news. Em entrevista à BandNews, durante a noite de ontem, Bolsonaro também voltou a atacar o STF e fez novas ameaças à autonomia e independência dos Poderes.
Enquanto a equipe econômica e Rodrigo Maia tentam avançar com as reformas ainda em 2020, o presidente Jair Bolsonaro descartou essa possibilidade.
Em entrevista à BandNews, o presidente afirmou que a reforma administrativa fica só para 2021. Bolsonaro vê um desgaste político muito grande para a aprovação de uma reforma que mexe com o funcionalismo público e a reforma tributária - muito esperada pelos economistas.
Nesta terça-feira (16) temos as vendas no varejo em abril (9h). A projeção dos analistas consultados pela Broadcast é de uma queda de 11,5% no período. Durante a tarde, serão divulgados os primeiros números da Pnad Covid (14h).
Nos Estados Unidos, hoje temos a divulgação dos dados do varejo e produção industrial de maio. Além disso, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell falará no Senado (11h).
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